<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920</id><updated>2012-02-16T11:58:35.251-05:00</updated><title type='text'>comunicação divina</title><subtitle type='html'>Na pós-modernidade, Deus está muito ativo, ao contrário do que Nietzsche afirmou. Na era da comunicação digital, Deus interage de diversas maneiras com homens e mulheres, como eu e você. Assim como no passado, "Deus havendo falado muitas vezes e de diversas maneiras", hoje Ele continua a falar. Pois Deus gosta de comunicação. É sobre essa simbiose entre comunicação e Deus que eu gosto de falar.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>51</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-3096193151429123123</id><published>2011-10-14T19:44:00.002-04:00</published><updated>2011-10-14T19:44:35.611-04:00</updated><title type='text'>Quem eram os Gálatas?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Continuemoscom nossa jornada num dos períodos mais fascinantes da história, o início docristianismo. As decisões e ações feitas em menos de um século mudaram o mundo.Os ensinos de um rabino da Galileia moldaria a Europa e África, e de lá oplaneta por meio de fiéis discípulos. Mas antes de tal sucesso os seguidores doNazareno enfrentariam perseguições de dentro e de fora. Paulo se envolve emambas e transforma a cara da nova seita judaica de Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E partedessa transformação ocorre por cause dos conceitos explicados na carta aosGálatas. Lembrando que nenhuma carta é escrita num vácuo histórico eexistencial. Cartas como a de Gálatas não aparecem do nada. Na Bíblia, ao quelembro, somente a criação em Gn.1 veio do nada e mesmo assim possui um contexto.Entender as razões que criaram esse documento, as intrigas que motivaram Pauloa escrever essa carta são extremamente importantes. Se quisermos entender suamensagem precisamos primeiro entender quem a escreveu, para quem, quando e porquê.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Quem era Paulo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O primeiroencontro que temos com Paulo é no martírio de Estévão (At.7:58). Sobre arelação teológica entre Paulo e o mártire já refletimos anteriormente. Lucas aonarrar a história cristã indica que Saulo teve alguma relação com a morte deEstévão, visto que as testemunhas (acusadoras legais) de Estévão pegam asroupas da vítima e entrega ao “jovem chamado Saulo” que “consentia na suamorte” (8:1).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Logo emseguida grande perseguição assola aos seguidores de Jesus o Nazareno e quem é oresponsável? “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Saulo, porém, assolava aigreja,entrando pelas casas, e arrastando homens e mulheres, encerrava-os nocárcere.” &lt;/i&gt;(v.3). Por causa da perseguição de Saulo a igreja é espalhada naJudéia e Samaria, na ordem que Jesus ordenara que os discípulos pregassam oevangelho (At.1:8). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O que temosem At.8-11 é o primeiro desenvolvimento da pregação aos Gentios e oaparecimento de Paulo. Ao Lucas relacionar Saulo, Estévão, perseguição epregação aos gentios ele indica na narrativa a importância para o desenrolar dahistória no restante do livro. Na segunda seção do comentário explico mais essarelação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Oimportante aqui é ver essa relação entre Saulo, perseguição e pregação aosGentios. Quem era Saulo? Seu primeiro (Saul) nome sugere a admiração dos seuspais pelo primeiro rei de Israel da tribo de Benjamim. Ao escrever aosFilipenses Saulo afirma ser dessa tribo, “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;dalinhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreus dos hebreus”. &lt;/i&gt;(3:5 eRom.11:1)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O que maissabemos sobre Saulo que nos ajuda a entender a controvérsia em Gálatas e noinício da Igreja Cristã? Em Atos 22 temos uma breve autobiografia Paulina.(Ocontexto desse capítulo será importante para o resto do estudo em Gálatas) Aoouvir Paulo falando hebraico os soldados romanos se surpreendem por ser Paulocidadão romano. (At.21:37-40)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia [ver21:39], mas criei-me nesta cidade [Jerusalém] e aqui fui instruído aos pés deGamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso paracom Deus, assim como todos vós”. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;(22:3,4)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Algunspontos importantíssimos nos é informado pelo próprio Paulo. Ele era judeu desangue, mas da diáspora, ou seja, judeu que não morava em Jerusalém ou Judéia.Desde o cativeiro Babilônico judeus haviam sido espalhados por “todo o mundo”.Em Atos 2, no Pentecostes, vemos que judeus migraram para as festas emJerusalém de vários lugares do globo. Paulo veio do norte de Israel, hoje sulda Turquia, de Tarso, na Cilícia (bem perto da Galácia).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A Cilíciaera uma rica província Romana. Uma de suas vantagens era a localização entre oOriente e o Ocidente, onde muitas caravanas comerciais passavam. É possível quea família de Paulo tivesse uma vida financeira confortável. Ainda mais pelofato deles serem cidadãos romanos (At.22:27-28). Visto que o império romanoconcedia cidadania a estrangeiros que prestassem serviço ao governo, aprobabilidade é que seus familiares receberam esse privilégio. Mas não sabemosos detalhes por falta de informação. O que sabemos é que Paulo era tanto Romanocomo Hebreu, por nascimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Apesar delenascer em Tarso, ele afirma ter crescido em Jerusalém (22:3). Sua educaçãoprovavelmente ocorrera no centro cultural judaico. Uma indicação disso é otermo “hebreus dos hebreus.” Algumas passagens do Novo Testamento, como emIICor.11:22 e At.6:1, sugere que Hebreus são contrastado com judeus Helenistas.Enquanto o primeiro grupo de judeus falavam hebraico e tinham seus rituaislitúrgicos mais ligados ao templo, os segundo grupo falava grego e tinha maisrelação com estrangeiros (gentios).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O fato dePaulo falar hebraico em At.22, enfatizar sua relação com Jerusalém, está emcontraste do Estévão e os Helenistas judeus em At.6-7, deixa claro que Pauloera um “hebreu dos hebreus” de fato. Ainda mais pela sua educação. Ao continuarsua biografia diz, “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;fui instruído aos pésde Gamalieu, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados , sendo zelosopara com Deus.” &lt;/i&gt;(At.22:3)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;De acordocom o Talmud (tradição escrita judaica) Gamalieu foi um dos maiores rabinosJudeus. Era neto de Hillel, outro famoso rabino. Os rabinos era a classe deestudiosos da lei, os teólogos do judaísmo pós revolução dos Macabeus.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Desejando a vinda do prometido Messias, efrustados por sua demora, ao lerem as leis de Moises eles aprendem que a causado cativeiro e da demora do Messias era a quebra da aliança e a falta deobediência a lei do Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Esse grupoentão cria instituições de ensinos e forma rabinos (professores da lei) paramover os judeus a obedecerem a lei, afim de apressar a vinda do Messias (soafamiliar com Adventismo?!). Ao que indica, Paulo era um prominente aluno dorabino Gamaliel e provavelmente seria o próximo líder do grupo. A única outrainformação que possuímos sobre Gamalieu é que ele tratou com os seguidores deJesus com grande sabedoria (ver At.5:33-39). A tradição cristã afirma queGamaliel e Nicodemus, outro rabino, se converteram ao cristianismoposteriormente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Visto quePaulo estava vivo na época do ministério de Jesus me faz perguntar o que Paulosabia sobre o Mestre, e se alguma vez ele O havia encontrado. O que sabemos defato é que Paulo era zeloso conforme aos costumes judaicos da lei. Aterminologia “zeloso para com Deus” é repetida por Paulo várias vezes e podeindicar ainda outra parte do seus envolvimento religioso-social no Judaísmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Após arevolução dos Macabeus os judeus se dividiram em várias facções para trazer avinda do Messias. Os fariseus rabinos focavam no estudo da Torah; os Essêniosse torna asceticistas para se purificarem no deserto do Mar Morto; os Saduceuseram os sacerdotes que acabam se tornando corruptos com o Império Romanoganhando dinheiro no templo; os Zelotes desatisfeitos com Saduceus e Fariseusresolvem montar coalizão política contra os Romanos e trazer pela força daespada o reino de Deus; os Sicarri eram odiavam os judeus que se envolviam comRomanos e os matavam com facas escondidas em suas vestes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Ointeressante é que o grupo dos 12 apóstolos de Cristo possui zelotes ecoletores de impostos juntos, o que era um absurdo para a época. A presença deCristo unifica até os mais ferrenhos inimigos. E era isso que Ele fizera comSaulo na estrada de Damasco. Sendo zeloso e fariseu, isso indicava que Paulonão só desejava trazer o reino de Deus pela obediência estrita a lei, mas peloenvolvimento político contra os dissidentes. Lembre-se desses dados sobre osdesejos de trazer o reino de Deus, e o fato de Paulo enfatizar sua ligação comlinhas estritas do judaísmo, isso será importante no estudo de Gálatas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Aoentendermos todo esse contexto socio-político-religioso não é atoa a morte deEstévão e a perseguição aos seguidores desse Jesus o Nazareno.Mas o que Paulonão sabia é que o Reino de Deus já havia iniciado com a vinda daquele que eletanto odiava. Ao encontrar-se com o Cristo na estrada de Damasco sua vida mudade rumo, e com ela o cristianismo e o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Seus primeiros anos como seguidor de Jesus esua influencia sobre o Cristianismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Entender acronologia é importante no caso de Gálatas. E por isso tentaremos reconstruirna medida do possível os fatos baseados no livro de Atos. O livro de Gálatas eAtos deixam claro que após o incidente na estrada com Cristo, Paulo vai aDamasco, encontra Ananias e é instruído quanto a ordem do Senhor que ele erainstrumento a pregar o evangelho aos gentios (At.9:10-19).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Lucasafirma em seguida que “logo pregava Paulo nas sinagogas”, porém em Gálatas1:15-17 Paulo informa que esse chamado para pregar aos Gentios ocorreu não porcausa de ensino humano, mas ao ele ir para Arábia e depois voltando a Damasco.O tempo não nos é informado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Apósconvicção de seu chamado vemos Paulo pregando em Damasco durante 3 anos(Gal.1:18). Durante esses 3 anos Paulo deixa os judeus confusos, pois ele eraperseguidor dos seguidores de Cristo e agora afirma ser essa “heresia” verdade.Os judeus tentam matá-lo como ela havia feito (At.8:21-25). Ele então foge paraJerusalém onde conversou com Pedro e Tiago o irmão de Jesus por 15 dias (Gal.1:18,19).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Enquantoisso, Filipe e Pedro estão pregando aos gentios na Palestina (At.8). essesdados são importantes para Paulo porque os seus acusadores afirmavam que amensagem de Paulo era tradição humana e não em conformidade com os ensinos nemdos judeus nem dos cristãos de Jerusalém (a religião pura). Mas ao falar de suaassociação com Gamaliel e Pedro, ao mesmo tempo deixando claro que sua mensagemera divina e não humana, Paulo remove a dualidade do argumento dos seusopositores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Mas por queeles acusavam Paulo? O que tinha de diferente na pregação de Pedro e Paulo?Note o que acontece em seguida. Após sair de Jerusalém ele vai para Cesaréia(At.9:30; Síria em Gal.1:21) e depois para sua casa em Tarso na Cilícia (mesmostextos). Lá ele ficaria por anos, talvez os 14 que ele menciona em Gal.2:1. Eentão é “esquecido” pela igreja de Jerusalém (Gal.1:21-24).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Duranteessa década &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“a igreja, na verdade tinhapaz por toda a Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temordo Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número.” &lt;/i&gt;(At.9:31)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Pedro,Filipe e os cristãos espalhados pela perseguição de Saulo agora pregavam em pazo evangelho de Jesus Cristo. Mas ao que parece essa pregação era apenas aos judeus(At.11:19 -note a relação novamente que Lucas faz entre Estévão, perseguição epregação do Evangelho), pois Deus tem que trazer outra dificuldade paramodificar os pensamentos da igreja. Primeiro Deus usa Saulo para espalhar aigreja centrada em Jerusalém, agora Cornélio e Pedro para quebrar a divisãoentre Cristãos-judeus e Gentios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A históriade Cornélio ocorre no período que Paulo está “desconhecido” pela igreja, emTarso. E não é por causa da pregação de Paulo, mas de Pedro que a igrejaperburba-se e discute o tema da missão aos gentios. Em Atos 11 vemos que oscristãos de Jerusalém questionam o trabalho de Pedro e o interroga. Ao ouviremPedro &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“apaziguaram-se e glorificaram aDeus” &lt;/i&gt;(v.18). Mas a vinda de Paulo e o concílio em Jerusalém em Atos 15deixa claro que a implicação do evangelho aos Gentios não estava clara aoslíderes da igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Barnabé e o ponto de mudança&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Atos 11:19e 20 é um texto esclarecedor. Enquanto os cristãos hebreus (de Jerusalém)pregavam apenas aos gentios, a passagem informa que os judeus-cristãos daDiáspora anunciam também aos gregos. Mais uma controvérsia se levanta na igrejaem Jerusalém que envia Barnabé para averiguar a situação em Antioquia (v.22).Lembre-se que Barnabé é aquele que recebe Paulo em Jerusalém em sua primeiravisita, enquanto os judeus-cristãos têm medo de ser ele ainda o perseguidor(At.9:27). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;É Barnabéque o introduz aos apóstolos Pedro e Tiago. Ele como Paulo também era um judeuda Diáspora, natural de Chipre e levita, havia se convertido logo no início dapregação antes da morte de Estévão. Barnabé havia vendido tudo e dado o seudinheiro para causa do Messias Jesus, ao contrário de Ananias e Safira(At.4:36,37). É esse Barnabé, que entende os cristãos gregos, e conhece a Pauloque vai a Antioquia a mando da igreja de Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Ao ver ogrande crescimento da igreja e a manifestação do Espírito, Barnabé se alegra.Mas por que então ele vai para Tarso quase 250 km, sem GPS e endereço, parabuscar Paulo? Gostei do que sugeriu o professor de Novo Testamento do Seminárioda Andrews Ranko Stefanovic. Para Ranko, a igreja de Antioquia, sendo umacidade grande (cerca de 600 mil habitantes), e rica, possuía muitos judeus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Pelocontexto mais metropolitano a igreja deveria ser bem diferente da formada emJerusalém. Sem liturgia em Hebraico, com músicas mais “contemporâneas” ecostumes inovadores, os cristãos em Antioquia falavam a língua do povo, e porisso “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;muita gente se uniu ao Senhor” &lt;/i&gt;(11:24).Sem saber como administrar tal igreja, Barnabé lembra de Saulo e do seutrabalho em Damasco anos atrás. Ele tem certeza que Saulo era o homem idealpara dirigir o evangelismo peculiar de Antioquia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Nessecontexto, da vinda de Paulo e Barnabé para Antioquia que a missão aos gentiostoma forma. É nessa cidade que pela primeira vez o nome “cristão” é usado paraesse grupo de seguidores de Jesus (v.26). É essa igreja que envia tempo depoisa mesma dupla de líderes para evangelizar outros gentios. E quão o primeirolocal? A província natal de Barnabé, Chipre, e logo em seguida a Pisídia, aosul da Turquia, possível Galácia da carta de Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;É nessaviagem que Timóteo é convertido ao cristianismo e que gera as controvérsias doconcílio de Jerusalém (ver At.13-14). Pois ao final de sua viagem (que deve terdemorado meses) Lucas descreve que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“algunsindivíduos que desceram da Judéia ensinavam aos irmãos: se não voscircuncidardes segundo o costume de Moisés não poderei ser salvos. Tendo havidoda parte de Paulo e Barnabé contenda e &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;nãopequena discussão com eles&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;, &lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;resolveram que esses dois e alguns outrosdentre eles subissem a Jerusalém, aos apóstolos e presbíteros com respeito aquestão.” &lt;/i&gt;(At.15:1-2)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Se a visitadePaulo em Gal.2:1 é antes da sua viagem missionária essa “não pequenadiscussão” pode ser o mesmo evento com Pedro descrito por Paulo em Gal.2. Mascreio não ser esse o caso. Primeiro porque Lucas coloca esse grande debate apósa viagem missionária e Gal.2:9 deixa indicar que a viagem aos gentios foidepois do ocorrido. Mas os dados não são precisos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em minhamente a reconstrução dos fatos é a seguinte: Paulo e Barnabé fazer a 1ª. viagemmissionária, voltam para Antioquia, ocorre o debate de At.15:1,2, a dupla vaipara Jerusalém onde ocorre o Concílio. Eles voltam para Antioquia ensinando asdecisões da reunião e ficam lá por um tempo (At.15:30-35). Nesse tempo Pedro(talvez enviado pela igreja de Jerusalém para certificar-se que está tudo bem),encontra-se com Paulo em Antioquia e a discusão em Gal.2:11-14 ocorre. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Por causadessa desavença entre Paulo, Barnabé e Pedro, e o fato de Barnabé querer levarMarcos, a dupla missionária aos gentios é desfeita (At.15:36-41). A impaciênciade Paulo com Barnabé pode ser lida no contexto da falha (falsidade) de Barnabéem querer agradar o partido de Tiago de Jerusalém. O desejo da dupla eravisitar novamente as igreja no sul da Galácia (Pisídia), sendo que com aseparação, Barnabé segue o caminho outrora feito, e Paulo vai por terrapassando por sua cidade natal, Tarso (At.15:40-41).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Relação com Gálatas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Vamos vercom mais detalhes esses eventos e qual a relação deles com a carta que estamosestudando, a carta aos Gálatas. Provavelmente a carta aos Gálatas foi escritaapós o início da terceira viagem missionária de Paulo. Pois após a segundaviagem, Paulo termina visitando Jerusalém e Antioquia. Em seguida inicia outraviagem (3ª) novamente pela Galácia &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“confirmandotodos os discípulos”&lt;/i&gt; (At.18:23). O fato de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;confirmar&lt;/i&gt; indica a presença de cristãos já estabelecidos, o queprovavelmente era os conversos de sua 1ª. e 2ª. viagem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Aopermanecer em Éfeso Paulo ouve que a igreja na região que ele acabara deconfirmar no Senhor estava sendo influenciados por “outro evangelho”. O fato deser outro “evangelho” deixa claro que são cristãos que ensinaram uma ‘nova’ roupagemdo cristianismo. Os debates anteriores em Atos 11,14-15 e Gálatas 1 mostra quehaviam facções de judeus-cristãos (das seitas dos fariseus – At.15:5) queacreditavam em uma aceitação ao cristianismo diferente do que Paulo. Osdetalhes não nós é informado no Novo Testamento mas alguns fatores sãodescritos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em Atos15:5 o ponto levantado pela seita dos fariseus é que era “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;necessário circuncidá-los e determiunar-lhes que observassem a lei deMoisés.” &lt;/i&gt;Em Gálatas o assunto da circuncisão é usado por Paulo e explicadopor ele como não sendo obrigatório para a salvação dos gentios (mais detalhesno futuro). Ao escrever aos Gálatas outro ponto de divisão é sugerido, o de judeuspartilhar com gentios refeições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Jesus haviasido condenado de impureza ritual anteriormente pelos fariseus. Pedro nãoqueria nem entrar na casa de Cornélio, e agora ele comia com gentios até osrígidos cristãos de Jerusalém chegarem. “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Porfim veio a apartar-se temendo os da circuncisão”. &lt;/i&gt;(Gal.2:12) É bem provávelque esses “da circuncisão” sejam os mesmos de At.15:5 e que mais tardeespalharam suas teorias nas igreja da Galácia após Paulo confirmar os cristãosnessa região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Assim temoso assunto de leis de purificação judaica e circuncisão bem latentes como panode fundo da carta. Mas o que significava mesmo esse rituais? Quais os valoresatribuidos pelos judeus e cristãos a esses ritos? Qual a relação com a salvaçãoem Cristo? Seria o evangelho de Paulo o mesmo dos apóstolos em Jerusalém?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Essasindagações são importantíssimas ainda hoje e precisam ser respondidas. Mas issodeixaremos para depois. O fato é que Paulo ao saber da influencia dessesjudaizantes em Gálatas se enraivesse e escreve sua mais dura carta. Para Pauloos cristãos em Gálatas estavam correndo o risco de perderem a salvação poracreditarem em outro evangelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Comunicaçãodivina de hoje: &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Quão o evangelho queacreditamos? Como o nosso passado tem influenciado em nossas crenças einterpretações da bíblia? Acreditar no que a Bíblia afirma não é tão simplesquanto o que parece. Creio que devemos investigar mais o significado de lei,tradições e graça afim de não corrermos o risco de perdermos o rumo como osGálatas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-3096193151429123123?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/3096193151429123123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/10/quem-eram-os-galatas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3096193151429123123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3096193151429123123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/10/quem-eram-os-galatas.html' title='Quem eram os Gálatas?'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-1250282822018791452</id><published>2011-09-30T20:04:00.003-04:00</published><updated>2011-09-30T20:06:05.442-04:00</updated><title type='text'>Començando lição de Gálatas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Owo! Quepropício essa lição sobre Gálatas. Falar sobre lei, liberdade, culto, ritos,missão e tensão. Vamos continuar donde deixamos no último comentário sobreadoração na igreja primitiva. No último texto investiguei a mudança teológicaque a vinda de Jesus trouxe aos judeus-cristãos. E com essa mudança o que foimodificado no culto, salvação e missão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Centrais&amp;nbsp;à essas mudanças estão Paulo, Estêvão,Pedro, Cornélio e o concílio de Jerusalém.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Escrevi anteriormente que:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;“na prática o queTiago deixou claro é que os costumes judeus da época não deveriam ser padrãopara todos. Mas que deveriam ser mantidas os princípios de culto gerais doAntigo Testamento que envolve tanto Israelitas como estrangeiros, comoLevíticos 17-19. ...Parece que os cristãos da época de Paulo demoraram paraentender tais ideias. No livro de Gálatas e Romanos Paulo continua a debatersobre tais assuntos. E em Atos 18, em sua segunda viagem missionária, após orelato Lucano do concílio de Jerusalém,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;encontramos Paulo debatendo novamente esse assunto.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O que deveria continuar ou não nos rituais dosantuário em relação a vinda de Jesus Cristo? Qual a importância e relevânciada lei ou leis do Pentateuco após o Messias? Sobre essas importantes questões aprenderemosainda mais nesse trimestre. Mas, como sempre, nesse tipo de estudo focando em umlivro a lição da escola sabatina começa com uma introdução histórica sobre oautor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;strong&gt;O papel de Jesus nissotudo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Já vimos que a vinda de Jesus mudou osparadigmas de muitos judeus. É importante entendermos essas mudanças à luz dolivro de Atos, pois é sobre essa mudança que Paulo escreve o livro de Gálatas. Masisso veremos nas próximas semanas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O livro de Atos começa onde o evangelho deLucas termina. O último capítulo de Lucas é sobre a ressurreição de Jesus(v.1-12), o diálogo de Jesus no caminho para Emaús (v.13-35), a aparição aosapóstolos (v.36-49), e sua ascenção (v.50-53). Que a ressureição ocorrida nodomingo é algo espetacular, fisicamente falando, e&amp;nbsp;dispensa comentários. Masrelacionado a um Messias morto como um criminoso é ainda mais, teologicamentefalando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Tanto que comobons judeus, os dois discípulos que&amp;nbsp; voltaram tristes das festividades pascoaisaos seus lares questionaram a identidade de Jesus. E de acordo com Cleopas, Jerusaléminteira fazia o mesmo questionamento (v.18). “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Ora nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; masdepois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;“Ele quemhavia de redimir a Israel”. O que eles estavam dizendo? Para cristãos quase 2 milêniosdepois, tal pergunta parece ser tão simplória. Por causa de nossa rica tradiçãoevangélica (dos Evangelhos-Novo Testamento), a salvação pela morte de Jesus ésegunda natureza. Mas para judeus do século 1 não era bem assim. O que envolviaa redenção e qual a relação com Paulo, Pedro e o livro de Gálatas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A tradiçãojudaica&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;contava a seguinte história: hámilhares de anos atrás o Deus Todo-Poderoso resolve criar o universo, e dentreeles o planeta com animais e seres humanos. Todos teriam vida sem fim se confiassemem Deus, obedecendo-o. A ordem era clara, não coma da árvore do conhecimento dobem e do mal. Ouvindo a serpente Eva e seu esposo viraram as costas&amp;nbsp;à ordemdivina e criaram suas próprias realidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;No finaldas contas, eles descobrem não somente que estavão nus, mas também que Deus estavacerto e a serpente errada. Descobrem também que Deus dá uma segunda chance pormeio do sacrifício de uma animal cuja pele os cobre. Mas não somente isso, elesaprendem que esse sacrifício seria um descedente da mulher, e&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;que guerrearia contra os descedentes da serpente e finalmentedestruiria o pecado (Gn.3:15). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Apesar deEva esperar ser Caim o tal descedente, sua esperança foi parcialmente frustrada.Mas não fora somente Eva que se decepcionou com a esperança dada pelo Criador.Com poucos detalhes sobre tal salvador, Deus apenas havia informado Eva queseria um descendente, não o primeiro, nem quando, ou onde. Nos filhos de NoéDeus afunila sua predição, limitando tal promessa aos filhos de Sem (Gn.10:27). ComAbraão e Davi mais detalhes são adicionados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Com Abraãoa salvação da humanidade ganha contornos específicos. Em Gn.12 a salvação domundo se torna bem familiar, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“em ti serãobenditas todas as famílias da terra.”&lt;/i&gt; Pelos filhos de Abraão viria odescendente esperado. E junto com a salvação uma terra e uma nação. Paraaqueles dois judeus de Emaús ser judeu era fazer parte do único povo divino. Massobre o fim do pecado... anos vão e vem, Jacó, José, Moisés e nada de fim dopecado, pelo contrário, coisas parecem só piorar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Com Moisés ea saída do Egito, os descedentes de Abraão ganham status de povo escolhido deDeus, uma nação de sacerdotes, povo santo. Mas a promessa écondicional, como foi no Éden . “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Se diligentemente ouvirdesa minha voz e guardardes a minha aliança, então...”&lt;/i&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Depender de Deus obedencendo aos Seusmandamentos, além da escolha soberana divina os tornava meios por quais todas asfamílias da terra seriam abençoadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Centenas deanos passam, coisas ruins acontecem assim como coisas boas, mas nada doesperado descedente aparecer. Israel decide ter um rei. Por meio do segundorei, Davi, Deus revela a Seu povo novamente Sua promessa, com mais detalhessobre o tal descendente. Ele será o filho do Rei Davi, e estabelecerá o reinode Israel para sempre (II Sm.7:8-17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Certamente aprincípio Salomão criou grandes espectativas na mente dos Israelitas. Como Eva e os dois discípulos a caminho de Emaús tal esperança se tornou rapidamente emgrande decepção. Caim, Salomão e Jesus morreram e a vida contiuava a mesma,quer dizer, pior porque Deus ainda não cumprira Sua promessa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Promessaessa que fora detalhada ainda mais com os profetas. Não afirma Isaías que orenovo de Davi destruiria os inimigos de Israel?! E que Ele purificaria Jerusalémde toda imundícia e resplandeceria em glória, reinando para todo o sempre!? Trazendode todas as nações da terra o restante de Seu povo para reinar juntamente comeles (Is.4,11, 65 e 66)?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Calibri; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Calibri; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Calibri; font-size: large;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Como conciliar tais profecias sobre um reino eterno com um filho de Davi&amp;nbsp; que morreria mas que reinaria para sempre e destruiria todos os inimigos políticos?&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Com todaessa tradição em mente, e com grandes esperanças instigadas pela pregação deJoão Batista e os ensinos e milagres do carpinteiro de Nazaré, milhares dejudeus esperavam ser Jesus, o Cristo. Mas esse Jesus, a quem esperavam ser oque redimiria a Israel, morrera já fazia 3 dias, e os opressores romanoscontinuam como antes. Mais uma decepção! Porém note a resposta de Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;“Ó &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;néscios e tardos de coração para crer &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;tudo &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;o que os profetas disseram!Não convinha que Cristo padecesse e entrasse na sua glória?” &lt;/i&gt;(Lc.24:25) Qualfoi a parte que Jesus afirmou ser ignorada pelos discípulos? A morte e a&amp;nbsp;glorificaçãodo Messias.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Is.53, junto com&amp;nbsp;a parte daferida do calcanhar do descedente, à luz do sacrifício no santuário não entendida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Essa faltade entendimento não era de todo estranha, penso. Como conciliar tais profeciassobre um reino eterno, com um filho de Davi que reinaria para sempre edestruiria todos os inimigos políticos com alguém que morreria? Essaconciliação entre santuário, sacrifício e salvação não era bem explicada namentalidade judaica aparentemente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E mesmodepois da explicação de Jesus aos dois naquele domingo, e em seguida aorestante dos discípulos em Jerusalém, tal assunto não fora resolvidocompletamente. Isso demoraria anos, posso até dizer milênios, se considerarmosque nem todas as implicações de tal mensagem fora explicada no cristianismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;strong&gt;Quando Paulo entra nessa história&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A tentativade resolução desse problema é percebida claramente (mas não somente) nahistória de Cornélio e Pedro, e em seguida Paulo com sua viagem missionária eo Concílio de Jerusalém. Ambas histórias se relacionam com a história de Estévãode alguma maneira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Já vimosque o judeu de origem grega (heleno ou da diáspora), Estêvão, movido peloEspírito Santo discutia as Escrituras com judeus em Jerusalém. De acordo comLucas alguns entenderam Estêvão como os sacerdotes entenderam Jesus, falandocontra o lugar santo e a sua lei. Contra o santuário e seus ritos. Como nãotemos o que Estêvão falou, devemos buscar o que Jesus afirmou sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Calibri; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Calibri; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Calibri; font-size: large;"&gt;&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Essa conciliação entre santuário, sacrifício e salvação não era bem explicada na mentalidade judaica aparentemente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em João 2,ao remover os comerciantes do pátio do templo, Jesus afirmou que destruiria osantuário em três dias e o reconstruiria. Sobre essa base o sumo-sacerdoteacusa Jesus e o mata. Mas João explica que Jesus se referia ao Seu corpo. SeJesus disse ser Seu corpo o santuário, e João Batista O chamou de Cordeiro deDeus, podemos deduzir algumas coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Primeiro, a morte de Jesus destruiria de alguma forma o templo. Segundo Ele era ocumprimento da promessa do sacrifício de Deus em Gn.3 e&amp;nbsp;que dava significado aosantuário. Assim, à luz de Is.53, o Cristo daria fim/finalidade aos rituais dosantuário, providenciando salvação a todos por meio de Sua morte vicária. Não eramesses os elementos que Jesus afirmava faltar nos discípulos de Emaús? Parece quecom Estêvão os cristãos estavam aprendendo tal relação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Relaçãoessa que inclui Paulo na história desse entendimento. Pois ele é visto na cenado debate e crime de Estêvão (At.8:1). E após a sua conversão é relacionado também&amp;nbsp;como mesmo grupo de Estêvão, os judeus helenistas (9:29). E é Paulo ,que por meiode sua perseguição aos cristãos em Jerusalém, espalha-os para pregar o evangelho(8:1-8). Note que Felipe é o primeiro relato de pregação fora do ciclo deJerusalém. E depois temos Paulo em Damasco e Pedro em Jope.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Nesse pontoa relação entre cristãos-judeus e gentios estavam se estreitando. Não que issonão ocorria. Era normal um judeu conviver com outras pessoas, falar de suareligião a elas e até aceitá-las como judeus conversos. Mas tal conversãoincluia, no caso masculino, circuncisão e participação nos ritos do templo. Poisessa era a marca dos escolhidos filhos de Abraão. Aos que não queriam acircuncisão, prática abominada pelos romanos, mas que adoravam o Deus de Israel eparticipavam do culto na sinagoga, os judeus consideravam tementes a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Mas navisão do lençol e no encontro com um temente a Deus essa visão seria desafiada.Em At.10 Deus deixa claro a Pedro que gentios eram também povo de Deus. E com apresença do Espírito Santo em Cornélio e sua família, Pedro reconhece que mesmosem circuncisão os que creem em Jesus como Cristo (o descendente da promessa) sãoaceitos e salvos por Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Ao ouviressa e outras histórias de gentios incircuncisos recebendo o Espírito,judeus-cristãos de Jerusalém (não helenos) intimam Pedro a se explicar (11:1). Aocontar sua experiência, Pedro iguala a experiência de conversão de tais gentioscom a dos apóstolos em Jerusalém com base no Espírito, e não no rito de cortar parteda pele do pênis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“Quando comecei a falar, caiu o Espírito Santosobre eles, &lt;u&gt;como também sobre nós&lt;/u&gt;, no princípio...Pois se Deus lhesconcedeu o mesmo dom que a nós nos outorgou &lt;u&gt;quando cremos&lt;/u&gt; no SenhorJesus, quem era eu para que pudesse resistir a Deus?” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;(v.15,17)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O resultadoé positivamente aceito pela igreja em Jerusalém, mas o livro de Atos e deGálatas revelam que a aceitação não foi unânime. Esses da “circuncisão”, algunsindificados por Lucas como fazendo parte da “seita dos fariseus” (15:5),outrora grupo de Saulo, levantam a questão novamente, agora com uma aceitaçãoainda maior de gentios com a pregação de Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Note que aquestão é a mesma, ainda não compreendida por toda a igreja. A relação entresalvação e, na linguagem de Lucas, “o costume de Moisés” (v.1). &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Qual o papel da lei de Moisés e dos rituaisjudaicos ordenados por Deus como símbolo do povo santo com a vinda de Jesus, oCristo? O fato é que o concílio de Jerusalém decide que os gentios são aceitospela igreja sem o rito da circuncisão, mas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;que vos abstenhais das coisas sacrificadas aídolos, bem como do sangue, da carne de animais sufocados e das relaçõessexuais ilícitasç destas coisas fareis bem se vos guardardes.” &lt;/i&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(v.29)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Masnovamente, como no caso de Pedro e Cornélio, a aceitação estava longe de serunânime e resolver o problema de uma vez. Isso porque, o que me parece,teologicamente a igreja cristã da época&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ainda não tinha refletido suficientemente sobre as implicações da vinda,morte e ascenção de Jesus como Messias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;Comunicaçãodivina dessa semana&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;: Éisso que Paulo faz em Gálatas, livro de nossa reflexão esse trimestre. O queaprendi com essa semana é que nem sempre é fácil desvencilhar de nossastradições, principalmente se elas estão baseadas de alguma forma na Bíblia.Mudança na igreja requer tempo, missão e abertura para discussão. Creio que aIgreja Adventista e o Cristianismo em geral fariam bem se envolvessem mais emmissão e discutissem abertamente as implicações da Pessoa de Cristo na estruturada igreja e na salvação de toda a humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-1250282822018791452?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/1250282822018791452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/09/owo-quepropicio-essa-licao-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1250282822018791452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1250282822018791452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/09/owo-quepropicio-essa-licao-sobre.html' title='Començando lição de Gálatas'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-611251354000181170</id><published>2011-09-16T15:25:00.003-04:00</published><updated>2011-09-16T15:25:31.149-04:00</updated><title type='text'>Lição 11 – Adoração no início da Igreja Cristã</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Na semana passada descobrimos que a encarnaçãode Jesus modificou os contornos do culto Vétero Testamentário. Isso quer dizer que os locais, rituais, e propósito do culto do templo Israelita ganharam dimensõesmaiores, superiores. Como já esperado pelos profetas, o Messias completa erealiza o objetivo do culto no santuário. Mas o que isso significava na práticada igreja cristã no tempo de Paulo e hoje?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Teologia e culto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O aparecimento do Messias cumpriu o proclamadoe esperado por séculos na religião Israelita. A vinda de Jesus modificou muitascoisas. E certamente uma delas foi o culto. Ao começar a pregar que ocarpinteiro de Nazaré era a esperança de Gn.3:15 realizada, a impressão quetenho em ler Atos é que os discípulos não entederam completamente o impacto doevento Cristo. Mas com o tempo, vivendo pelo Espírito, Deus os guiou no desenvolvimentoda verdade como prometera antes de morrer (Jo.16:7-13).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O primeiro indício que encontro em Atos sobremudança de paradigma no culto dos apóstolos é o conflito entre Pedro e oslíderes do templo. Ao ouvirem os discípulos do Mestre , a quem eles haviam matado,no templo pregando sobre Jesus sendo o Messias, as “autoridades” religiosas os condena(At.4:1-22). Sendo assim maltratados, os apóstolos reagem de maneira antagônicaaos líderes do templo e, consequentemente, aos seus rituais e ensinos de culto. Issoé percebido pelo conteúdo da resposta de Pedro ao Sinédrio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Mas a reação não involve uma mudança radical ecompleta. Perceba que o grupo de&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Jesus continuaindo ao templo para adorar mesmo após a instituição de ‘pequenos grupos’ caseiros(At.4:32-35; 5:12). A ida frequente ao templo&amp;nbsp;é um possível indicador que elesainda relacionavam adoração com o templo de Jerusalém. Décadas depois, mesmoapós o concílio de Jerusalém, Paulo ainda vai ao templo participar de seusritos (At.21:26).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Isso não é de todo estranho, visto que noAntigo oriente o lugar de adoração na maioria das religiões&amp;nbsp;era um edifíciosuntuoso chamado santuário. E mesmo porque até onde sabemos Jesus não haviadito para eles pararem de ir ao templo, mas que pregassem primeiro em Jerusalém. E que melhor local que o santuário?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A questão é que a teologia de tais judeus nãoera mais a mesma que a 4 anos atrás (antes da vinda de Jesus). De acordo com apregação de Pedro, eles entenderam que Jesus era o Messias. Ele era o filho deDavi, e&amp;nbsp;que reina no trono de Deus no céu. Mas o que isso tem a ver com o culto?Estevão aparece como o primeiro em Atos a elaborar algumas implicações do eventoCristo no culto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em Atos 6 nos é informado que na regiãohelênica de Jerusalém (os judeus da diáspora – não Palestinos – v.8,9) surgiuum acalorado debate envolvendo Moisés e Deus. E o personagem principal de talagitação era Estêvão. O v.13 afirma que os judeus que não concordavam comEstêvão acreditavam que ele “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;não cessa defalar contra o santo e contra a lei&lt;/i&gt;.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Isso quer dizer, “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;porque temos ouvido dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá estelugar e mudará os costumes que Moisés nos deu.”&lt;/i&gt; (v.14) Tais argumentos e acusaçõesrepetem o que fizeram com Cristo. Em João 2, ao purificar o templo, Cristoafirmou que destruiria “este santuário”. No Sinédrio, perante&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;os sacerdotes, Jesus é acusado de rejeitar osrituais do santuário e afirmar ser Deus (contra o Santo e a Lei – ver Marcos14:53-65 e paralelos em Mt.26:57-68 e Lc.22:63-71).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Que a causa da morte de Estêvão envolvia oculto, a lei e o templo como interpretado por Cristo basta ver a ênfase de seudiscurso sobre o templo. Estêvão contrasta a idolatria de Israel com a adoraçãoverdadeira do Templo que apontava para Jesus. Visto que os atuais líderesrejeitaram Jesus, eles eram também idólatras como os antepassados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Mas a mais importante informação é o fato deJesus estar no céu com Deus (v.56 – ver 2:33; 3:19-21). Se Pedro e Estêvãoestiverem correto, que Cristo está no céu e oferece perdão/salvação, então qualo valor dos rituais do templo&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e do própriotemplo? Reconhecendo talvez as drásticas implicações de tal mensagem, ossacerdotes mataram Jesus e Estêvão, e tentaram matar Pedro e os seus seguidores. Talmensagem tornaria o templo insignificante, assim pensavam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Note que com a mudança da teologia o formatopresente do culto Judeu começa a ser questionado. E o que significa a mensagemde 1844 e a mudança de Jesus do santo para o santíssimo na liturgia cristã?Deveria a liturgia adventista refletir o culto evangélico que não possui talcrença? Tais reflexoes teológicas são considerações importantes que deveriamafetar nossa maneira de cultuar. Mas, continuemos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Teologia, missão eculto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Logo após o debate dos judeus helenos e domartírio de Estêvão, Lucas relaciona a figura de Paulo, da perseguição da igrejae da pregação do evangelho fora de Jerusalém. Esses elementos são preponderantesno desenvolvimento litúrgico no início da igreja Cristã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A perseguição em Jerusalém fez com que os seguidoresde Jesus saíssem de Sião para proclamar Jesus em Samaria. Vemos Filipe naregião da prostituta de Sicar (lembra do discurso de Jesus sobre adoração emespírito e verdade?!), depois sendo levado por um anjo, pregando para um africano nodeserto de Gaza, e em seguida em Azoto no norte de Gaza e em Cesareia. O movimentoda pregação reflete o mandato de Jesus em At.1:8 – Judeia, Samaria e confins domundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A missão dos seguidores de Jesus se espande comSaulo. Primeiramente com o Saulo perseguidor; e o&amp;nbsp;mais importante, quando Saulose converte. Pois é com a conversão de Saulo&amp;nbsp;para Paulo que a missão aos confinsdo mundo (Gentios) ganha proporções de impacto. E o que isso tem a ver com oculto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Se considerarmos que o templo era o locusjudaico da salvação e presença divina, a missão dos cristãos tem muita influênciano culto desse tempo/templo. Se Jesus é Deus, que oferece salvação,&amp;nbsp;que estáatualmente no céu, e que tem o Seu Espírito habitando em qualquer lugar com os crentes emSeu nome (Mt.18:19,20), então certamente Jesus se torna um templo, como afirmavaos Cristãos. E qual o papel dos rituais em Jerusalém?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Ao saírem de Jerusalém e pregarem fora dotemplo, não só a teologia mas a missão e o culto mudam. Saulo, o assassino deEstêvão, teve que aprender essa lição caindo do cavalo. Pedro aprendeu com um sonho ecom Cornélio. Tiago e os líderes cristãos em Jerusalém com um debate e concílio. A razãoda missão afetar o culto é simples e ao mesmo tempo complexa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Quando saímos de nossazona de conforto e visões de mundo estabelecidas (tradições) os nossos hábitossão questionados. Aos saírem de Jerusalém e entenderem que Jesus era o Salvadordo mundo não só dos Judeus como também dos gregos, e que tanto gregos como israelitas adoravam o mesmoCriador, as tradições litúrgicas dos discípulos foram expandidas. Saia de seucostume, de sua igreja local e vá pregar nas favelas, prostíbulos e bares, eveja como sua visão de culto será modificada!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Com a teologia modificada e&amp;nbsp;a missão expandida, aliturgia cristã também reflete tais mudanças. Tal impacto foi reconhecido emJerusalém. Em Atos 15 Lucas registra o que nomeamos o primeiro concílio eclesiásticocristão. E qual era o assunto principal da agenda? Missão e sua relação comculto e salvação (v.1,5). Pedro é o porta-voz do grupo&amp;nbsp;que advogava mudançasna liturgia, grupo esse que incluia Paulo e Barnabé. Do outro lado estava a “seitados fariseus que haviam crido” (v.5). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O argumento de Pedro é: como a salvação é pelagraça, por meio de Jesus a todos que O aceitarem, o contato agora com o divino nãopassa mais por meio de sacrifícios ou sacerdotes, mas&amp;nbsp;sim diretamente com Jesus nocéu. Isso significa que a presença no templo em Jerusalém não era obrigatória, e que nãoprecisava alguém ser judeu (circuncidado) pra adorar. Lembre-se que para entrar no templo emJerusalém tal indivíduo deveria ser judeu circuncidado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A decisão de Tiago, irmão de Jesus, é que oparecer de Pedro foi confirmado pelo Espírito, e por isso deveria ser aceitopela igreja. Os gentios que aceitassem a Jesus deveriam apenas lembrar queadoração verdadeira não pratica idolatria, o&amp;nbsp;que envolve alimentação e relaçõessexuais impuras. Na decisão do concílio de Jerusalém, culto, alimentação e sexo estão intimamente relacionados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A prática&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Na prática o que Tiago deixou claro é que oscostumes judeus da época não deveriam ser padrão para todos. Porém que deveriamser mantidos os princípios de culto do Antigo Testamento que envolviamtanto Israelitas como estrangeiros (Levíticos 17-19). Eu me pergunto secomo Adventistas temos entendido os princípios gerais de culto divino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Parece que os cristãos da época de Paulodemoraram para entender tais ideias. No livro de Gálatas e Romanos Paulocontinua a debater sobre tais assuntos. E em Atos 18, em sua segunda viagemmissionária, após o relato Lucano do concílio de Jerusalém, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;encontramos Paulo debatendo novamente esseassunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em Corinto, como era de costume, Paulo começapregando o evangelho entre seus compatriotas judeus. Na sinagoga, como bomfariseu, ele participava do culto e lia as Escrituras sem problema. Mas aofalar que Jesus era o Cristo, isso lhe trouxe problemas. Muitos judeus nãoaceitaram tal mensagem de um messias &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;salvador se tornando homem, crucificado,ressurreto, prestes a vir, doador da vida e liberdade a todos os que Nele cressem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Tal mensagemera tão radical que os judeus da sinagoga de Corinto não só repeliram Paulo&amp;nbsp;como o perseguiram fora dela na cidade. Eles pegaram Paulo e levaram-noperante o tribunal romano, acusando-o de sedição religiosa. “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Este persuade os homens a adorar a Deus pormodo contrário a lei.” &lt;/i&gt;(At.18:13). Ao refletir sobre esse texto mepergunto, que lei referiam os judeus de Corinto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Se é a leiromana, tal acusação faria até algum sentido. É sabido que alguns imperadoresromanos, a partir de César Augustus, foram considerados deuses e a adoração atais era obrigatória. Desobediência incluia pena de morte. Esse foi o argumentousado pelos líderes judaicos no ano 31 contra Jesus perante Pilatos. Lembra doque eles disseram, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“não temos rei senãoCésar!” &lt;/i&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(Jo.19:15). Mas certamentetal argumento iria contra religião e lei judaica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Se a lei deAt.18:13 se refere aos costumes Israelitas, isso pode implicar que Pauloestaria pregando como Estêvão, contra o Santo e a Lei (o templo e os rituaismosaicos). A resposta de Gálio me parece indicar que a segunda opção seja ocaso. “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Se fosse, com efeito, algumainjustiça ou crime da maior gravidade, ó judeus, de razão seria atender-vos;mas, se é questão de palavra, de nomes e da vossa lei, tratai disso vós mesmos;eu não quero ser juíz dessas coisas!” &lt;/i&gt;(v.14,15).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Sendo esteo caso, de Paulo seguir a teologia de Pedro e Estêvão do santuário celestial ede mediação de Cristo no céu, note que a mensagem cristã gerou desavença naliturgia e teologia judaica do tempo. A concepção que Deus não se limitava aotemplo em Jerusalém, que o Criador havia vivido em carne na pessoa de Jesus, eagora intercede no céu perdoando pecados de qualquer um que crer são radicais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;E nós, Adventistas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em 1844,após o desapontamento milerita de 22 de outubro, um grupo de estudantes daBíblia revisa suas crenças proféticas. Hiram Edson, Samuel Snow, José Bates,Tiago e Ellen G. White, dentre outros, discutem o que aconteceu naquele dia e oque Dn.8:14 tem a ver com salvação, culto e lei. A história se repete.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Agora nãofora a profecia de Dn.9 que mudara a teologia do povo de Deus, como nos dias dePaulo. Porém&amp;nbsp;a profecia relacionada de Dn.8:14 trouxe modificações aoremanescente na modernidade. Enquanto o mundo cristão não sabe que Jesus estáno santuário celestial intercedendo por nós no santo dos santos, como noritual da expiação (e ainda rejeitam tal noção), aquele grupo com tal conceitomodificou por completo o sistema de culto cristão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Ao afirmarque há um santuário celestial real, onde Deus habita e Jesus o Cristo intercedepor todos os que Nele creem, os adventistas quebram com o paradigma da adoraçãoatual. O culto verdadeiro tem que considerar tais afirmações revolucionárias. Aexistência de um juízo investigativo, de uma lei eterna, de um dia santo (osétimo dia do sábado), da volta de Jesus literal em breve, e do cumprimento proféticoem 1844, modifica completamente a noção de culto cristão hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Mas o quemodifica? Tais relações ainda precisam ser elaboradas e seriamente refletidas.Creio que com o modelo do desenvolvimento em Atos temos muito o que aprender. Amudança na teologia sobre Cristo (Cristologia, doutrina de Deus), seguida damissão e soteriologia (mensagem de salvação) repercutiu fortemente na liturgia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Movimentos comoNova Semente (São Paulo) e Fusion (na Universidade Andrews), assim como envolvimentocom budistas e islâmicos na Ásia, têm gerado tensões na compreensão de culto noadventismo. Essa lição da escola sabatina, o chamado para reforma ereavivamento da Conferência Geral&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;temtentado diminuir tais tensões. Porém, tenho que concordar com o professor Fernando Canaleque a discusão está longe de ser resolvida.&amp;nbsp;A razão é que os membros não seenvolvem mais com a missão, e&amp;nbsp;não estudam mais a Palavra de Deus em oração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-611251354000181170?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/611251354000181170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/09/licao-11-adoracao-no-inicio-da-igreja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/611251354000181170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/611251354000181170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/09/licao-11-adoracao-no-inicio-da-igreja.html' title='Lição 11 – Adoração no início da Igreja Cristã'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-3644594046338545074</id><published>2011-09-08T23:44:00.000-04:00</published><updated>2011-09-08T23:44:27.216-04:00</updated><title type='text'>Adorando em espírito e em verdade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;A lição muda sua atenção do Antigo Testamentopara o Novo. O que acontece com o culto nessa transição? Cristo apararece, ecom Ele, diria o autor de Hebreus, tudo muda. O que outrora era prometido agoraé realizado. O que antes era parcial é completado. Isso não significa substituição,mas cumprimento. Continuando de onde paramos na semana passada, Daniel 9, agoraentramos no cumprimento do que os profetas esperaram por séculos, a presença daglória do Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;A presença de Jesus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Após voltarem do cativeiro, os judeus deveriamter aprendido a lição que adoração ao Deus verdadeiro envolve mais que ritos emJerusalém. Visto que Ele é Senhor dos céus e da terra, Ele não se confina &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;às construções humanas nem às suas vontades. OCriador do universo habita onde deseja e abençoa a quantos queira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;É fato que Deus escolheu Israel, Jerusalém e osantuário em Sião. Deus de fato habitou no meio dos louvores de Israel, comoafirma o Salmo. Mas sua “limitação” não era controlada por seres humanos, querodizer, não era controlada por vontade humana a fixação do divino em um lugarfísico único. Essa era a religião dos pagãos. Marduque habitava Babilônia;Dagon, a Fenícia; e Baal, Canaã. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Mas o Deus de Israel ia onde seus filhosestavam. Ele desceu ao Egito para livrá-los da escravidão. Andou numa nuvem comeles no deserto da Arábia. Entrou em Canaã com a arca. Encheu com Sua glória otemplo Salomônico. E quando os Israelitas viraram as costas, adorando ídolos,Deus abandonou o lugar outrora santo. Como prometido pelo próprio Deus emDeuteronômio, a idolatria faria com que Israel fosse espalhado entre os pagãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;E foi isso o que ocorreu. O falso culto nosantuário do Deus verdadeiro se tornou habitação de demônios e a glória doSenhor deixou o templo, mas não Israel. De acordo com Ezequiel, como vimossemana passada, a glória ferida do SENHOR segue seus filhos até Babilônia. Lá,Deus se fez presente em cova de leões, em camas de reis (sonho), em fornalhas,e em casas de cativos (Ezequiel).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Daniel e Ezequiel prometeram o retorno daglória do Senhor ao templo, trazendo salvação a todo o mundo. Os anos passaram.Ageu deixou claro que essa glória seria bem maior que a do tempo de Salomão.Mas nada ocorreu na dedicação do templo no tempo de Esdras. Certamente a glóriado Senhor não viera como o prometido por Isaías, Jeremias, e muito menosEzequiel e Daniel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O que isso tem haver com o culto? Para osIsraelitas e a religião do Antigo Testamento, sem a presença de Deus não háadoração significativa. Os sacrifícios continuaram, os rituais litúrgicos oferecidosno altar proseguiram até o ano 70AD, quando finalmente a estrutura do templo emJerusalém foi destruída. Mas pouco antes da destruição, o que Gabriel contara aDaniel se cumpriu. A vinda do Messias muda a dinâmica do culto mais uma vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Mudanças já ocorreram na adoração verdadeiraantes. Vimos que entre o Gênesis e o Êxodo o culto se modificou em váriosaspectos, sem ignorar os elementos fundamentais do altar e do sábado. Observamostambém que o culto mudou novamente com o cativeiro em Babilônia. E não ésurpresa que a vinda do Messias mudaria as coisas novamente. Não só era naturalcomo esperado e anunciado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Gabriel falara a Daniel que após 69 semanas deanos (483 anos) o Messias seria morto e na metade da última das 70 semanas Elefaria cessar o sacrifício e as ofertas. Ao ver &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Jesus na beira do Jordão, João Batista, oúltimo dos profetas do Antigo Testamento, afirmou ter visto o Cordeiro de Deusque tira os pecados do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O que isso significava? Muito provável queJesus era o que faria “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cessar a transgressão,dar fim aos pecados, expiar a iniquidade e trazer justiça eterna&lt;/i&gt;.”(Dn.9:24) Era o ideal do culto Israelita prometido pela profecia.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pois os ritos do santuário e do altar eramsímbolos que ensinavam purificação do pecado e restauração do homem à presençasanta de Deus. A remoção do pecado, e a reintrodução do homem com o divinoocorreu quando a “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Palavra se fez carne ehabitou entre nós&lt;/i&gt;”. Jesus perdoa pecados e como Deus, habitou face a facecom as criaturas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Em Jesus, a glória entra no templo comoprometida por Ageu (Luc.2:27,30,31). Mas novamente a glória do Senhor encontraapostasia e impureza no santuário (Jo.2:13-16). E assim como no passado, aglória do Senhor não pode habitar num templo impuro, desobediente. Por fim, aglória abandona o templo (Mt.23) e este é novamente destruído. A história serepete. Deus continua sendo o mesmo, e infelizmente os pecadores também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O que mudou?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Se Deus é o mesmo, isso significa que osprincípios de culto não mudam, correto? Cristo vem para cumprir a lei (Mt.5:17).Ao conversar com a Samaritana Jesus deixa claro que o verdadeiro culto erarealizado em Jerusalém. A religião de Israel, e os rituais litúrgicos feitos notemplo em Sião eram instituídos por Deus. “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vósadorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, porque a salvaçãovem dos judeus” &lt;/i&gt;(Jo.4:22).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Note que Jesus relaciona culto com salvação.Desde o Éden, adoração é sinônimo de vida ou morte. Os que seguem o verdadeiroDeus recebem vida. As bençãos e maldições na aliança em Deuteronômio, repetidapelos profetas, demonstram essa mesma dinâmica. Quando Israel se apegava aoCriador eles eram abençoados. Quando seguiam ídolos eram amaldiçoados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;No Êxodo o culto é atrelado à libertação daescravidão. Em Daniel 9 também observamos essa característica. O questionamentode Daniel quanto a restauração do templo, o centro do culto, foi respondido coma vinda do Messias e a salvação de Israel. Como o Messias é judeu, da linhagemde Abraão, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;especificamente de Davi, asalvação pertencia aos judeus, e com isso, o culto verdadeiro. A razão é óbvia,o Messias é o próprio Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Ou seja, isso significa que a adoração do altarfeita por Abraão é oferecida ao mesmo Ser que recebe ofertas no Santuário dotempo de Salomão, de Daniel e agora da samaritana. Isso não significa, noentanto, que o Criador era manipulado por Jerusalém. Observe que na conversaentre Jesus e a samaritana ela considera religião como se se limitando àsculturas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;És tuporventura, maior do que Jacó, o nosso pai...nossos pais adoravam neste monte;vós entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.” &lt;/i&gt;(Jo.4:12,20)Nessa resposta entendo que o conceito de religião e culto estava atreladoapenas à geografia, consequentemente às limitações humanas. O Deus verdadeiroera relativo, meu e não seu. Judeus afirmavam adorar a verdade enquanto que ossamaritanos também. Apegados às tradições eles separavam a humanidade e o únicoDeus. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Mas Jesus não define religião como limitada àsculturas, como a samaritana, porque o Deus Criador é universal. Perceba queessa é a mesma característica da religião verdadeira no Gênesis.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ao mesmo tempo Cristo deixa claro que é emJerusalém e não em Samaria que o Deus verdadeiro é adorado corretamente. É notemplo da linhagem de Moisés, com os rituais instituídos no Sinai, queencontra-se o verdadeiro culto. O que essa tensão nos ensina?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Mas vema hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espíritoe em verdade” &lt;/i&gt;(v.23). Em espírito. Por meio da lição dos profetas vimos quenão eram as formas apenas que importavam para Deus. Os rituais de pufiricaçãodo templo ensinavam que o Criador queria purificar o ser humano de seu pecado.Sacrificar sem amar, ou oferecer libações sem ser purificado pelo Espírito erasem valor salvífico (Heb.10:4,11; Is.1:1-17).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Continuando os princípios dos profetas, Jesusdeixa claro para a Samaritana que o culto verdadeiro é oferecido com oespírito. Isso quer dizer, amar e obedecer ao Senhor, seguir a verdade(Jo.16:13; Rom.8:1-5). Isso poderia ser feito tanto em Jerusalém como emSamaria ou Babilônia. E com a vinda de Jesus esse princípio se tornaria aindamais amplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;No passado onde Deus se fazia presente, ali aspessoas adoravam. Santuário significa lugar santo, onde o Santo está. Após osonho Jacó adorou em Betel com o altar. No tabernáculo as ofertas eram trazidasonde a fumaça da glória divina permanecia. Mas com Jesus, a glória de Deusencarnada, a presença de Deus andou do Mar da Galiléia ao poço de Sicar. Ondequer que Ele esteja, ali deverá ser oferecida adoração. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Jesus expande o conceito de santuário da estruturafísica em Jerusalém para Si quando entra no templo expulsando os vendedorespela primeira vez. “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Destruí estesantuário e em três dias o reconstruirei.” &lt;/i&gt;(Jo.4:19). As pessoas quandoouviram Suas palavras não entenderam. Porém João, após a ascenção do Messias, explicaque Jesus “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;se referia ao santuário do seucorpo”&lt;/i&gt; (v.21).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Após a encarnação de Jesus Cristo não poderiamnem judeus nem samaritanos afirmarem que Deus se limitara a uma geografiaespecífica. “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Deus é espírito”. &lt;/i&gt;Podemosdizer que Jesus muda as regras do jogo? Sim e não. Sim no aspecto de que nãomais precisavam do santuário em Jerusalém pois a glória de Deus se fizera carnee andava entre eles. Ao mesmo tempo isso não era nenhuma novidade, pois em Ezequiel11 vimos que Deus se fez santuário para os judeus em Babilônia. A tensão deveser mantida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;No entanto, o que muda por completo é que atésantuários em Jerusalém haviam sido construídos e ofertas ali oferecidas. Com avinda do Cordeiro de Deus tal ação e local perdera significância salvífica.Jesus é o Templo e o próprio Sacerdote. Ainda mais com a ascenção o nossosacrifício e sumo-sacerdote habita no verdadeiro tabernáculo feito não por mãoshumanas. Refletindo sobre isso, o autor de Hebreus esclarece que, com a vindado Messias, as figuras e sombras das coisas celestiais são cumpridas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Visto que agora Jesus voltou ao único e “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu enão o homem&lt;/i&gt;”, os ritos que apontavam para o verdadeiro também deixam de terseu valor (Heb.7-9). Isso porque Jesus “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;semanifestou de uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, opecado” &lt;/i&gt;(9:26), o que era “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;impossívelque o sangue de touros e de bodes” &lt;/i&gt;fizesse (10:4). Desta maneira, com avinda de Jesus, o culto verdadeiro ganha dimensões bem mais superiores que o deoutrora realizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Jesus remove a limitação do primeiro paraestabelecer o segundo (10:9). Isso quer dizer que a limitação que judeus e samaritanosantes impunham no culto fora abolida. Com Cristo a barreira é de uma vez portodas removida. Todos os habitantes da terra teriam acesso à presença de Deus,ao trono de graça quando desejassem (4:14-16). Isso porque o nosso SumoSacerdote, o próprio Jesus, e a presença de Deus habitam nos lugares celestiais(8:1).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Mas a resposta de Jesus a samaritana não selimita apenas à adoração em espírito. “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Importaque os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” &lt;/i&gt;(Jo.4:24). Emverdade. Não basta possuir boas intenções. A Samaritana possuia boas intençõesao conversar com Jesus, mas Ele deixa claro que a religião de Jerusalém é que éa verdadeira. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Em sua resposta Jesus implicava que a mulherdeveria abandonar a tradição samaritana e aprender dos judeus os oráculosdivinos, pois a “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;salvação vem dos judeus”.&lt;/i&gt;É verdade que no Gênesis as pessoas adoravam em um simples altar, emqualquer lugar, e Deus aceitava tal culto. E vários altares foram construídos.Não quer dizer que todos os altares eram aceitos. O de Caim não foi, nem osconstruídos por Salomão no monte das Oliveiras para suas esposas, nem o de Baalerigido no Carmelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;A “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;salvação”&lt;/i&gt;e&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;o culto verdadeiro vêm dosjudeus. Dos judeus porque eles receberam a Revelação divina. Os preceitos doculto aceitos pelo Criador foram ensinados aos descedentes de Abraão. Jesus é orebento de Davi, o filho de Israel. É o tabernáculo de Israel em Jerusalém, olocal da habitação divina por séculos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Muitos cristãos por não entenderem essadualidade (espírito e verdade) do culto bíblico-cristão afirmam que a únicacoisa que importa é a intenção no culto. Esses advogam que importa adorar emespírito. Mas se esquecem que o espírito divino é o Espírito da verdade(Jo.15:26). Ignoram os preceitos da lei e os mandamentos de Jesus. Para tais osrituais do santuário são sem valor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Por outro lado, há aqueles que &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;igualam à lei aos ritos litúrgicos. Oresultado é que tais pessoas enfatizam que a adoração verdadeira tem que seguira verdade (óbvio). Mas tal grupo também ignora o outro lado ao se isolarem comapenas um aspecto do culto indicado por Jesus. Esquecem que os ritos têm oobjetivo de transformar o espírito humano por meio do divino, e que nenhumesforço humano pode trazer tal transformação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;E daí?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Deus éespírito e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” &lt;/i&gt;Aresposta de Jesus a samaritana naquela manhã merece mais de nossa atenção.Talvez por causa de nossas firmes ideias achamos que sabemos de tudo o que oculto verdadeiro envolve. Por causa de nossas tradições fechamos nossa mentepara a amplitude que envolvem os conceitos de adoração, inclusos no discurso deCristo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;E se explorarmos mais essa dualidade deespírito e verdade? O que aconteceria com o nosso culto? Abraçaríamosprostitutas que não fazem parte de nosso grupo, como Jesus fez naquela manhã?Apresentaríamos o santuário como contendo a verdade, como também fez Cristo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;A riqueza da doutrina do santuário celestial, daatual mediação de Jesus, do cumprimento das profecias e ritos na Cruz são abase do Adventismo. Mas suas lições para o culto de hoje ainda não foramcompletamente exploradas. Como líderes de igreja e estudiosos da Bíblia devemosexplorar mais a relação entre esses conceitos e a praticidade da liturgia emnossas congregações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O que significa a vinda de Cristo na minhaSanta Ceia? E no rito do batismo? E nas letras de música que cantamos? Ao invésde continuarmos com as nossas manias litúrgicas sem entendermos o porquê delas,devemos examiná-las e assim, trazer maior significado ao culto. Quando os lídereslocais aplicarem os princípios de Jesus (Jo.4:23,24) à liturgia semanal, aigreja experimentará o que o autor de Hebreus exprime – algo superior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;Minha oração é a mesma de Paulo, que diz “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Ora o Deus da paz, que tornou a trazer osmortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor de ovelhas, pelo sangue daaliança eterna, vos aperfeiçoe em todo o bem, para cumprirdes a sua vontade,operande em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem sejaglória para todo o sempre. Amén!” &lt;/i&gt;(Heb.13:20,21)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-3644594046338545074?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/3644594046338545074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/09/adorando-em-espirito-e-em-verdade_08.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3644594046338545074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3644594046338545074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/09/adorando-em-espirito-e-em-verdade_08.html' title='Adorando em espírito e em verdade'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6882731887290365707</id><published>2011-08-31T22:40:00.003-04:00</published><updated>2011-08-31T22:51:15.173-04:00</updated><title type='text'>Adoração no exílio</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormalCxSpFirst" style="line-height:normal"&gt;&lt;b&gt; lição 10 - Adoração: Do exílio à restauração&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Adoração, templo e exílio. A ligação entre esses temas é o objeto de estudo da lição dessa semana. Como vimos em estudos anteriores, culto é uma interação entre dois seres, um divino e outro humano. Nessa interação comunicativa os dois respondem (reagem) à ação do outro. Ao mesmo tempo os homens respondem a manifestação do Criador. O Senhor Deus age conforme as ações humanas. Compreendendo essa interação entenderemos o papel da lei e do sacrifício no santuário e no exílio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Idolatrando em Jerusalém &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Por ocasião da saída dos descendentes de Abraão do Egito, o povo de Deus se torna uma nação de sacerdotes (Ex.15). Como vimos nas duas primeiras lições há diferenças marcantes entre o culto Israelita antes do santuário e o culto pós-santuário. Mas há semelhanças essenciais do altar e do sábado, como também já estudamos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esses dois elementos, altar e sábado, ensinavam Israel que o culto verdadeiro era oferecido ao Criador pelo que Ele fez, faz e fará. O foco do sábado e do altar são as ações divinas e não humanas na salvação do mundo. Relacionando a criação primordial, o sábado lembra o adorador de sua existência, e em relação a nova criação, sua dependência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como também já vimos no estudo do Êxodo, a libertação ocorre por causa da adoração verdadeira. Deus se revela a Moisés, pedindo que este informasse faraó que Israel precisava sair para “adorar”. O Senhor fere com pragas a natureza que simbolizava os deuses africanos, deixando claro quem era o verdadeiro Deus. E ao mesmo tempo ensina o esquecido povo de Israel que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó era o Senhor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse evento foi tão marcante na cultura Israelita, e nos que escreveram a Bíblia, que ele se torna paradigmático. Os exílios e libertações que se seguem refletem essa mesma história de esquecimento por parte de Israel, idolatria, pragas divinas, libertação e construção do templo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Por duas vezes, uma à primeira geração do Egito, e outra à segunda depois de quarenta anos, Moisés ensina a Israel o relacionamento divino-humano. Em Lev.26 e Deut.7 e 28 encontramos os mais detalhados ensinos sobre o regimento do relacionamento entre Deus e Israel. De acordo com tais textos, o culto é elemento chave (Lev.26:1; Deut.7:4 e 28:14).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Israel deveria tomar cuidado em não voltar à idolatria, como no passado quando escravos. Eles deveriam lembrar que o Senhor era o único Deus, o qual os livrou do cativeiro no Egito e ofereceu terras de abundância. Aos que continuassem a adorá-lo, bênçãos sem medida seguiriam naturalmente, pois eles estavam com o Deus da vida (Lev.26:3-13; Deut.7:12-24 e 28:1-13).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No entanto, logicamente, os que voltassem às práticas idolátricas do Egito receberiam o contrário (Lev.26:14-46; Deut.28:15-68). O culto era, portanto, central nessa equação. Se os Israelitas adorassem o deus errado, coisas erradas resultariam em suas vidas. Se escolhessem o Deus certo, coisas boas ocorreriam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ah se nosso relacionamento no Grande Conflito fosse sempre assim, preto no branco! Mas o resto das Escrituras mostram que há exceções (e.g. Jó, Daniel, Ezequiel, Jesus, Pedro, Paulo). Não é nosso interesse nos focar na exceção, mas na regra.E a regra é clara, já dizia Arnaldo Cesar Coelho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;De acordo com essas passagens, o culto verdadeiro garantiria vida aos Israelitas. O que nos interessa ainda mais nesses textos é a progressão das punições, encontrada mais claramente em Levíticos. Nele há uma cadência de quatro 7 (&lt;i&gt;“sete vezes mais...”&lt;/i&gt;). Na cadência dos 7 Deus explica que o motivo da punição é redentivo. Após a primeira aflição de doenças (contraste com Ex.15:26) vem a primeira intensificação das maldições:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;“&lt;i&gt;Se ainda assim com isto não me ouvirdes, tornarei a castigar-vos &lt;u&gt;sete vezes mais&lt;/u&gt; por causa dos vossos pecados.” &lt;/i&gt;(v.18)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E assim por quatro vezes (Lev. 26:18,21,24,28). Vem a doença, a seca, perseguição dos animais, espada inimiga, a fome e por fim o exílio. O mesmo ocorre sem a sequência dos sete em Deut.28. O exílio é o ápice das maldições contra a idolatria. Ela é o último castigo contra a desobediência à salvação oferecida pelo Criador por meio do sábado e do sacrifício no altar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Lev.26:34 informa ainda que apenas com o exílio a terra descansaria como o homem no sábado semanal, ecoando a linguagem dos anos sabáticos de Lev.25. Esdras, ao registrar após o cativeiro o exílio, faz essa conexão (IICr.36:21) juntamente com a profecia de Jeremias. Em Jeremias 25:12 e 29:10 Deus informa que o cativeiro Babilônico duraria 70 anos (7 – sabático x 10 – completo).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ao investigar o contexto das profecias de Jeremias observamos que a razão do cativeiro é a mesma de Lev.26 e Deut.28, a idolatria e desobediência às leis do Criador, principalmente a quebra do sábado. Jer.25:4-7 deixa claro que a idolatria e a rejeição dos profetas enviados por Deus para advertir Israel dos seus pecados (II Cr.36:16) causou o exílio em Babilônia e a destruição do templo em Jerusalém.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Apesar dos rituais oferecidos no templo, dos muitos sacrifícios no altar, a vida dos adoradores não estava transformada pelo amor de Deus. Seus corações não estavam circuncidados do mal (Lev.26:41 e Deut.10:16). Não bastava a aparência. Na adoração verdadeira, a humilhação perante Deus é completa pois tudo vem dEle, o altar, o fogo, o sacrifício. Mas Israel havia esquecido como muitos hoje. E assim o templo divino, usado para idolatria ritualística, fora destruído por Nabucodonosor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Adorando em Babilônia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como o livro de Ezequias mostra, por causa da idolatria de Israel a glória do Senhor abandona Jerusalém. A cidade é desolada, sem o rei da glória para trazer paz a terra. A glória divina abandona Jerusalém, mas não Israel. Deus segue o seu povo mesmo no pecado do cativeiro. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;A glória que antes enchera o tabernáculo Mosaico, o templo Salomônico, agora enche a terra da Babilônia, que se torna o santuário (Ez.11:16).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Que maravilhosa descrição! O homem pode abandonar a glória divina, mas ela não desiste do pecado humano. Israel pode quebrar sua aliança com o Deus de Abraão e Davi, contudo a fidelidade do Senhor é grande e sua misericórdia dura para sempre. Os Israelitas no cativeiro acusaram Deus de os ter abandonado. Porém: “&lt;i&gt;Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a esquecer dele, eu todavia, não me esquecerei de ti.”&lt;/i&gt; (Is.49:15)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No cativeiro Deus se torna um santuário para o Israel de Jerusalém em ruínas. Para os que tem sede, Deus se torna água. Para os que são órfãos, Deus se torna Pai. Para os culpados, Deus se torna pecado. Para os condenados, Deus se torna justiça. Em Cristo tudo o que não temos e o que não somos se torna real. Tudo o que precisamos em nossa situação de exílio nos é garantido por Jesus. “&lt;i&gt;Lhes servirei de santuário.”&lt;/i&gt;(Ez.11:16)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Com a glória em Babilônia, Israel poderia adorar. Ao contrário do Deus Babilônico, o Criador não se limita a construções e ações humanas. A glória divina habita onde quer e quando desejar. Por ocasião do exílio Babilônico a glória de Deus acompanhava os exilados, o triste, porém, é que nem todos exilados acompanhavam a glória. Mesmo com os profetas e a história ensinando seus erros, muitos Israelitas no exílio continuaram em sua apostasia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No entanto nem todos esqueceram a glória de Deus e a verdadeira adoração. Daniel 1 e 3 mostra que mesmo em Babilônia podemos adorar ao Criador. O quarto elemento na fornalha exprime a verdade de Ez.11:16, Deus estava com Seu povo. A presença de Deus não apenas protegia fisicamente como também em revelações especiais protegia o futuro de Israel contra a idolatria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Foi no exílio que Daniel e Ezequiel receberam visões sobre o tempo do fim. É no exílio que os fundamentos proféticos da vinda do Messias são estabelecidos. E o Messias tem tudo a ver com adoração e cativeiro. É Ele quem nos livra do pecado e merece toda honra e louvor. O conhecimento das profecias acerca da atividade Messiânica (Dan.7-9) é de fundamental importância à adoração dos exilados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: center;line-height: normal; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O homem pode abandonar a glória divina, mas ela não desiste do pecado humano.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A promessa que Deus libertaria Seu povo, que o santuário seria restaurado e que o pecado terminaria é motivador ao adorador. A segunda visão de Daniel é dada em linguagem dos sacrifícios no santuário, mas especificamente do dia da expiação (o juízo). Pois apenas nessa festa o bode e o carneiro eram oferecidos juntos (Lev.16). É nessa visão que a base da doutrina Adventista é dada (Dn.8:14).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em resposta à visão Daniel ora à luz da profecia de Jeremias. Fazendo as contas, os 70 anos para a restauração estava perto, e como Deus pedira (Jer.29:12,13), ele orava por intervenção divina. Em sua oração (Dan.9) ele reconhece que fora a idolatria e desobediência aos profetas que causara o cativeiro. Ele pede perdão e clama por misericórdia. Isso é adoração verdadeira no exílio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E Deus responde o culto oferecido por Daniel na hora do sacrifício (Dan.9:21). Como Daniel podemos/devemos oferecer nossos sacrifícios de oração ao Senhor que habita no verdadeiro tabernáculo no céu (Rom.12:1,2 e Heb.4:16), porque também estamos em exílio. A reposta divina é uma das mais importantes profecias da Bíblia, a data da vinda do Messias, a razão da verdadeira adoração. Ele viria para cumprir todo o significado dos sacrifícios outrora oferecidos (Dan.9:24 e 26).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No contexto do ano sabático de Jeremias 29 e os 70 anos de cativeiro por causa da idolatria, o anjo revela a vinda e morte da imagem suprema de Deus, Seu Filho. Se o cativeiro foi 70 anos, o período de misericórdia&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;é 7 vezes 70 = 490 anos. Assim como Deus intensificou por 7, quatro vezes, a pena do pecado em Levítico, agora Ele multiplica por 7 a Sua misericórdia. Mas não apenas 4 vezes, mas 7x70. Onde abundou o pecado, superabundou a graça. E isso é extremamente importante na adoração verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O conceito da salvação pela graça é central no culto verdadeiro. Como já vimos, isso já vem sido ensinado desde o Éden por meio do sábado e do altar. O Messias une esses dois elementos do culto em Si, o sacrifício e o nosso descanso. Em Cristo a verdadeira adoração é alcançada. Daniel 8 e 9 se tornam assim chaves na adoração verdadeira dos cativos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;De volta a Jerusalém?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Alguns anos depois da revelação de Daniel 9, Israel volta a Jerusalém e o templo anos depois é restaurado, como prometido. O Messias vem, a glória do Senhor enche o templo (Luc.2), porém muitas pessoas continuaram ainda sem entender o que significava adorar em espírito e em verdade. Esdras, Neemias, Ageu, Zacarias, Malaquias e finalmente João Batista continuaram a advertir o povo de Deus de seus falsos costumes na adoração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É verdade que eles estavam de volta à &lt;span&gt; &lt;/span&gt;cidade de Jerusalém, mas não convertidos ao Senhor da cidade. Sacrificavam animais mas não seus pecados. Ofereciam ofertas mas não suas vidas. E isso fez com que acabassem crucificando o Messias. Apegados ao templo e seus rituais, como seus antepassados no tempo de Jeremias (Jer.7:1-15), rejeitaram Aquele que santificava o templo e dava significado ao culto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E por isso, como determinado, o templo foi destruído e eles foram espalhados pela terra, agora não mais babilônia, mas Roma. Porque mesmo em Jerusalém eles adoravam como em Babilônia. Não corremos nós o mesmo risco? Como Adventistas não veneramos imagens, nem guardamos o domingo como Roma/Babilônia atual. Mas será que temos esquecido Aquele que dá todo o significado ao nosso culto? Será que tenho feito Deus a minha imagem e não o oposto?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como no tempo de Daniel estamos em cativeiro. Babilônia reina na terra. Mas temos acesso ao santuário celestial como o profeta. Em resposta Deus tem enviado não apenas um anjo, mas 3 mensagens angélicas nos advertindo sobre Sua vinda, o juízo e o culto verdadeiro (Apoc.14:6-12). Como Daniel devemos abandonar a dieta, os deuses e os costumes de Babilônia. Olhando para o santuário no céu, onde nosso Sumo Sacerdote intercede, devemos rogar incessantemente por livramento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Livramento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; de nossos pecados, livramento de nosso povo do exílio desse mundo. Confiando nas profecias e promessas reveladas por Deus, devemos confiar que o livramento está próximo. É nosso dever “buscar de todo o coração” (Jer.29:13). Já é tempo de uma reforma e reavivamento em nossa vida e nossas igrejas. O Senhor espera ansiosamente por nossa súplica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormalCxSpFirst" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os 70 anos de cativeiro já terminou. Abandonaremos nossos ídolos e nos doaremos por completo ao Messias? Confessaremos nossos pecados e suplicaremos com fé por nosso livramento? Ou ficaremos em Babilônia um pouco mais? Templo, adoração e exílio. Estamos na última vez que essa sequência se repetirá. As lições do passado estão a nossa disposição. Cabe a nós aprender com ela e sair dessa vez vitoriosos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 17px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6882731887290365707?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6882731887290365707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/08/adoracao-no-exilio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6882731887290365707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6882731887290365707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/08/adoracao-no-exilio.html' title='Adoração no exílio'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4008276223224740425</id><published>2011-08-19T16:03:00.006-04:00</published><updated>2011-08-19T16:22:16.675-04:00</updated><title type='text'>Idolatria e ritualismo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormalCxSpFirst" style="line-height:normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Lição 8 –Conformidade, concessões e crise na adoração&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Introdução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Voando pelo meio do céu três anjos proclamam com urgência a todos os habitantes do planeta. Como uma mãe prestes a perder seus filhos para o cigarro, Deus grita, e repete o caminho da vida. “&lt;i&gt;Temei a Deus e daí-lhe glória&lt;/i&gt;...” Em lágrimas o Criador chama e clama pelos Seus filhos, “&lt;i&gt;sai dela povo meu&lt;/i&gt;”, e desmascara o engano, “&lt;i&gt;Caiu Babilônia...&lt;/i&gt;”, que Satanás criou para destruir a quem Ele tanto ama.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A mensagem de Deus em Apocalipse não é nova. Desde do Éden ela tem esse timbre. Na visão do grande conflito há apenas dois caminhos, a árvore da vida (“&lt;i&gt;temei a Deus e daí-lhe glória&lt;/i&gt;”) ou a árvore do conhecimento do bem e do mal (“&lt;i&gt;caiu Babilônia&lt;/i&gt;”). Um oferece eternidade de prazer com Deus e o outro “&lt;i&gt;tormento pelos séculos dos séculos&lt;/i&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A princípio eles parecem bem distintos, e são. Mas Satanás com seus enganos usa da mistura e falsidade para iludir os habitantes da terra. Como a Eva, ele apresenta aos filhos de Deus uma alternativa parecida com a do Criador. Ao mesmo tempo algumas vezes sua oposição ao Criador é clara. Sobre essas duas opções de inimizade contra Deus, sobre essas duas formas de oferecer glória à Satanás que gostaria de refletir, em contraste com a glória oferecida ao Criador.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os dois caminhos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ao criar, “&lt;i&gt;tudo fez Deus formoso no seu devido tempo, e colocou a eternidade no coração do homem”. &lt;/i&gt;(Ecl.3:11) Coisa algum pode completar a criação sem o Eterno. Mas com Deus, a eternidade permite a humanidade desfrutar “&lt;i&gt;todas as árvores do jardim”&lt;/i&gt;. As variedades e possibilidades que o Criador disponibilizou aos homens é eterna, motivando mais e mais seu desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas os planos de Satanás são outros. Fim, e não eternidade foi introduzido pela serpente no jardim. E &lt;u&gt;desde daquele&lt;/u&gt; dia fatídico lutamos com o sentimento do eterno dentro de nós sem poder preenche-lo. Por que? A morte reinou desde Adão e com a morte o sonho da eternidade virou pesadelo. Porém, o Criador não poderia deixar seus filhos sem esperança. Deixou a eternidade dentro deles para que desejassem algo mais que suas vidas de pecado, que escolheram.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A eternidade foi oferecida no altar e no sábado. Na adoração verdadeira a criatura reencontra seu plano original e seu Planejador. No sábado o homem beija a eternidade como um noivo por um véu a sua amada. No sacrifício Deus lampeja eternidade como que raios numa chuva. No dia santo o tempo pára, os esforços humanos também. É tempo divino, é Deus presente. O &lt;i&gt;“Pai da eternidade, o Príncipe da paz”&lt;/i&gt; reina trazendo o Éden ao pecador.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na cruz o Eterno morre, o pecado também. A eternidade sofre, mas no primeiro dia vence. A ressurreição gloriosa de Jesus garante o triunfo da eternidade sobre a morte. Não mais levantará o pecado. “&lt;i&gt;Está consumado”, &lt;/i&gt;foi o brado do Filho de Deus. Assim, por meio do sábado e do altar Deus continua a instigar a eternidade que deixou dentro do coração de cada um de nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esses dois elementos que trazem a eternidade são a base da adoração verdadeira, que já estudamos anteriormente. Contra esse modelo eterno, através da história percebemos o alternativo diabólico. Percorrendo desde o altar de Caim, a torre de Babel, os altares de Ur, Egito e Babilônia, os falsos messias, reis e sacerdotes corruptos lideraram e ainda lideram o culto falso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;As falsas alternativas possuem uma mesma característica, oposição ao Criador de Gn.1 e a eternidade divina. Para Eva a serpente usou o contraste, “&lt;i&gt;certamente não morrerás”.&lt;/i&gt; Já para seu filho Caim ele usou a semelhança, &lt;i&gt;“trouxe do fruto da terra uma oferta &lt;u&gt;ao Senhor&lt;/u&gt;.”&lt;/i&gt; Para os egípcios e babilônicos a serpente iludiu com muitos deuses. Em Israel ela iludiu com muitos ritos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Percebo que há dois tipos de falsidade que Satanás tem usado para remover a eternidade do coração do seres humanos. Vou chamá-las de idolátrica e ritualística. Essa nomenclatura é uma tentativa de entender como a Bíblia descreve as falsidades no culto. Elas possuem bastante similaridades e uma mesma base. No entanto têm características distintas. Ao analisarmos pelos exemplos bíblicos veremos como evitá-los ao contrastarmos com o verdadeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os enganos idolátricos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A idolatria é a substituição de ícones mentais e físicos na adoração verdadeira. A princípio Satanás não disse a Caim que Deus não existia e que o Éden era um mito. Mesmo porque era auto-evidente tais fatos, ele morava na porta do jardim com dois anjos, como seu pai Adão o contara. A existência de Deus, o altar do Senhor eram partes bem vivas em sua vida. Elas integravam sua visão de mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A mudança de imagem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O erro de Caim foi interpretar os ícones de forma errada. &lt;i&gt;Patriarcas e Profetas&lt;/i&gt; esclarece que Caim via a Deus como que um tirano malvado, sem amor e compaixão. Como poderia Ele os ter tirado do paraíso?! Com as imagens deturpadas seu culto foi afetado. Ele não trouxera completamente o que Deus pedira, em rebelião oferece o que quer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Muitos cristãos hoje possuem essa mesma experiência. Enxergam Deus de uma forma deturpada, não como a Revelação ensina. Como cresceram no cristianismo, oferecem suas ofertas com tom de rebelião, &lt;b&gt;pois ao olharem para o Éden enxergam mais a pena que a promessa&lt;/b&gt;. Como Caim eles precisam de uma clara compreensão de quem é Deus e porque Ele age como age. O Senhor marca a Caim e o protege com misericórdia para o ensinar quem Ele verdadeiramente era.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas a idolatria não se limita à substituição de ícones mentais (visões de mundo). Ao mudar o conceito de Deus, a forma do culto é alterada. Caim não trouxe o animal. O altar era o mesmo, mas a oferta não. Em Canaã templos foram achados com muita similaridade ao Israelita. Ritos em Babilônia, Egito, Grécia e Índia se assemelham bastante ao culto do santuário do Criador. Mas as modificações fazem toda a diferença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Para muitas culturas do Oriente Médio Antigo Baal era o deus do céu, criador do universo. Até aqui nenhum problema. Até o Senhor de Israel possuía o mesmo nome e atribuições. Porém, o Baal cananeu possuíam esposa, filhos,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;e uma sede por sangue. Sem sacrifícios oferecidos pelos homens ele se irava através de catástrofes naturais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Veja a progressão. O conceito de Deus muda, as imagens divina são alteradas e com eles os ritos. No livro de Êxodo observo essa progressão (ou regressão). Nos capítulos 1 e 4 é descrito que Israel esqueceu quem era o Deus de Abraão. Por causa do esquecimento eles facilmente constroem um bezerro de ouro em Ex.32.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No tempo de Jeroboão o mesmo ocorre. Não era apenas um bezerro mas dois, um em Dã e outro em Betel, um no norte e outro no sul. Até as festas, sacerdotes e rituais era semelhantes ao templo verdadeiro em Jerusalém. O problema de tal religião é que não era a que Deus havia revelado. Substituíram mandamentos divinos por imagens humanas. Isso porque Salomão anteriormente edificara dezenas de altares aos deuses de suas milhares de esposas estrangeiras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando Elias nasce, o conhecimento verdadeiro do Criador estava quase que morto. O altar divino estava em ruínas no Carmelo, escondido numa montanha pegando poeira. Babilônia por meio do Catolicismo sofreu o mesmo processo. Começou mudando o conceito de Deus de temporal para atemporal. O próximo passo era a mudança dos ritos. Estátuas em grandes catedrais de pedra ofereciam salvação por meio do clero. Com o altar verdadeiro sendo esquecido, pouco a pouco o cristianismo é corrompido e transformado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A vacina&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Contra esse progresso de engano Deus indicou aos Israelitas o ensino da lei. Em Deut.6, logo após a repetição do decálogo, o Senhor oferece o antídoto contra a idolatria. &lt;i&gt;“Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as encucarás a teus filhos e delas falaras assentado em tua casa e andando pelo caminho e ao deitar-te e levantar-te. Também atarás como sinal na tua mão...e as escreverás nos umbrais da tua casa e nas tuas portas.” &lt;/i&gt;(v.6-9).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando gastamos tempo com o que Deus revelou, quando meditamos do que Ele fez, quando lembramos do sábado a idolatria passará longe de nossa casa. Devemos gastar mais tempo com a revelação divina. Saturar nossas crianças com o conhecimento do Altíssimo para vaciná-los contra os enganos mortais da serpente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O ápice da idolatria&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A idolatria possuí um outro nível. Inicialmente Satanás usou elementos divinos para introduzir seu engano. Ao deturpar a figura do Criador ele substitui por completo o culto verdadeiro pelo falso. O Salmista descreve a atitude desses idólatras, “&lt;i&gt;Diz o insensato no seu coração, não há Deus. corrompem-se e praticam abominações.” &lt;/i&gt;(Sal.14:1).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;pois ao olharem para o Éden enxergam mais a pena que a promessa&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em uma descrição dos idólatras parecida, Paulo em Romanos 1 afirma que tais “&lt;i&gt;mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível.” &lt;/i&gt;(v.23) A criação que deveria exaltar o Criador é usada para glorificar suas paixões. O evolucionismo ao olhar para natureza sem a figura do Deus de Gênesis, glorifica a “&lt;i&gt;criatura (natureza) em lugar do Criador&lt;/i&gt;”.(v.25) Esses se tornam &lt;i&gt;“nulos em seus próprios raciocínios”&lt;/i&gt;(v.21) e como Caim oferecem o que desejam e não o que Deus revelou, pois a visão que possuem de Deus é deturpada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Note que ao deturpar a imagem de Deus, Satanás criou idólatras por meio do ateísmo e do politeísmo. Ambos os caminhos negam o caráter do Criador e a origem do pecado. Por conseqüência esses interpretarão o sofrimento, o mal e a morte de forma bem diferente. Caim viu o mal como culpa de Deus, Abel como sua. O evolucionista olha para os erros como processo natural, o Adventista criacionista como sua escolha errada. Tais prestarão cultos bem distintos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os enganos ritualísticos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse tipo de engano é bem caracterizado por Paulo em I Tim. 3:5, “&lt;i&gt;tendo forma de piedade, negando entretanto o poder.” &lt;/i&gt;Esse tipo de engano se desenvolve no primeiro estágio do engano idolátrico mencionado acima. Satanás não muda aparentemente os ritos, nem os nomes Revelados. Nesse modelo, o Senhor Deus de Israel, Criador dos céus e da terra, continua sendo o único Deus; O templo o local de culto; o altar, o local do sacrifício.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tendo a forma, mas não o poder. Tal engano é mais perigoso e difícil de ser identificado pois aos olhos humanos ele não parece errado. Porém aos olhos de Deus sua iniqüidade é clara. Os profetas gastam talvez mais tempo nesse tipo de engano que no idolátrico. Is.1 e o livro de Malaquias, junto com Mt.23 são ótimas fontes de conhecimento sobre tal engano, que não acontece fora mas dentro da igreja.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“&lt;i&gt;De que serve a mim a multidão de vossos sacrifícios?...quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheia de sangue.” &lt;/i&gt;(Is.1:11,15) &lt;i&gt;“Cobris o altar do Senhor de lágrimas, de choro e de gemidos, de sorte que ele já não olha para a oferta, nem aceita com prazer da vossa mão. E perguntais por quê? Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal.”&lt;/i&gt;(Mal.2:13,14)&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt; "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a injustiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(Mat.23:23)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle"&gt;O que podemos perceber é que tal engano enfatiza tanto a atenção da experiênciareligiosa nos rituais que apontam para Cristo, que nesse esforço esquecem o próprio Cristo. PErceba que Jesus não rejeitou o que eles faziam, mas o que deixava de fazer. Não é a música que tocava na igreja que era errada, nem o tipo de sermão, mas a vida fora da igreja que não autenticava o que diziam dentro dela.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Minha sugestão é que o &lt;span class="Apple-style-span"&gt;debate&lt;/span&gt; de adoração que ocorre hoje na igreja Adventista tem suas raízes nesse engano. A nova geração de Adventista ao ver os “antigos” líderes com máscaras na igreja e fora delas não aceitam tal religião. Em sua sinceridade a juventude ignora no entanto que o problema não é o que eles fazem, mas o que deixam de fazer. Mas, infelizmente, muitos saem da igreja achando que é o culto “antigo” que está errado e inapropriado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Vendo tudo isso está Satanás festejando a divisão e inatividade da igreja que “&lt;i&gt;tendo a forma de piedade [nega] o poder”. &lt;/i&gt;Que triste! Em contrapartida o inimigo cria movimentos aparente com muito “poder” afim de atrair os fugitivos de tal guerra na igreja verdadeira. Falando muito do Espírito, de cura, do amor, tais igrejas cristãs erram mais pelo que omitem que pelo que fazem. Tais reavivamentos em sua maioria não são produzidos pelo Espírito das Escrituras, mas o fogo é provocado pela Besta.(Ap.13:13)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;blockquote&gt;Tendo a forma, mas não o poder. Tal engano é mais perigoso e difícil de ser identificado pois aos olhos humanos ele não parece errado.&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Evolucionismo teísta, santificação do domingo, dons de línguas apenas para exaltação própria, promessas de ganhar dinheiro sem obedecer as Escrituras fazem parte do repertório do Protestantismo apostatado. Esses (não todos), os Adventistas (descritos acima) e os carismáticos, se &lt;span&gt; &lt;/span&gt;apegam a ritos, fórmulas religiosas, sentimento não santificados afim de obterem salvação. Esquecem que apenas o sangue de Jesus tem poder para salva-los do pecado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Qual a cura, Paulo afirma, “&lt;i&gt;fugi destes.” &lt;/i&gt;(I Tim.3:5). E “&lt;i&gt;Examinais as Escrituras, porque julgais ter nela a vida eterna, e são elas que testificam de mim”.&lt;/i&gt;(Jo.5:39). &lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os mensageiros enviados pelo Criador alertam contra a falsa adoração da besta e sua imagem. Afirmam que Babilônia e seu sistema de culto está falido. Pregar tão mensagem é nosso dever como povo remanescente. Mas antes de proclamá-la devemos ter certeza que entendemos o que ela implica. Devemos examinar nossas Bíblias e vidas para que o verdadeiro Espírito produza reforma e reavivamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;Transformados pela graça e impelidos pelo amor convocaremos o mundo para a verdadeira adoração ao Criador dos céus e da terra. "Pois vinda é a hora do Seu juízo."&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4008276223224740425?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4008276223224740425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/08/idolatria-e-ritualismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4008276223224740425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4008276223224740425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/08/idolatria-e-ritualismo.html' title='Idolatria e ritualismo'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-5397536778186270800</id><published>2011-08-05T18:21:00.000-04:00</published><updated>2011-08-05T18:22:03.886-04:00</updated><title type='text'>Poesia do amor</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormalCxSpFirst" style="line-height:normal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Lição 6 –Adoração, música e louvor!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Para os cristãos ligados nos acontecimentos do mundo está difícil louvar. Guerras que nunca terminam. Inocentes morrendo de fome na Somália por causa da tirania de orgulhosos dominados pelo pecado. Familiares morrendo de câncer. Saudades. Contas para pagar...a lista parece sem fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas quando olho para Cristo...ah! Quando olho para Criação, para Bíblia, e o que Jesus tem feito na história da humanidade e na minha vida não posso parar de louvar. O contraste entre o que faço e o que Deus faz é parte essencial na música de Israel. Nessa simbiose entre Criador e criatura os poetas Israelitas criaram músicas de lamentações, agradecimentos, testemunhos, exaltação ao Senhor, de adoração corporativa e orações individuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Possivelmente nesse sábado, nas IASD do mundo, pessoas sem nenhuma formação ou experiência, e outras poucas até com experiência musical, todas bem intencionadas (espero) estarão discutindo na escola sabatina formas e formatos musicais. Poderão se perder argumentando o que fazemos no culto. Mas infelizmente Jesus e a história da salvação, o que Deus faz, serão esquecidos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como adoração na Bíblia centraliza em Deus, gostaria de discutir o assunto de música e louvor nas Escrituras, mantendo o contraste que acho que ela apresenta, acima apresentado. Acho importante lembrar o que a autora da lição indica, que não temos hoje nas Escrituras a melodia nem o ritmo das músicas de Israel. Não temos partituras escritas na Bíblia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Isso não quer dizer que instrumentos e técnica não são importantes. Mas pelo menos não é o que mais sabemos. Assim, criar um argumento e julgamento sobre “música bíblica” do silêncio histórico e impor ao leitor uma forma que talvez nem seja perceptível na Bíblia, não será o meu foco. Quero refletir o que temos mais claro. O que temos são poesias e histórias. E é sobre elas que gostaria de me ater.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sábado e altar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como já observamos anteriormente, adoração verdadeira na Bíblia envolve Criador e criatura. Nesse relacionamento, o que Deus faz promove a resposta da criação. Assim, em uma questão lógica, ação divina precede reação humana no culto. No estudo do Gênesis vimos que o ato da criação (Gn.1-2) é o ato divino&lt;i&gt; &lt;/i&gt;principal. E no Êxodo, a nova criação de Israel é adicionada à criação como motivador cúltico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esses dois elementos são unidos e simbolizados pelo sábado, o dia de descanso semanal (Ex.20:8-11 e Deut. 5:12-15). Nele a criação lembra que a existência depende completamente do Senhor Deus. Junto com o sábado, o altar se torna peça fundamental na liturgia após o pecado. Assim como o memorial do tempo, o altar lembra das ações divinas, mas no espaço. Juntos eles integram as duas dimensões da existência que envolve o culto e o relacionamento de Deus com o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eles, tanto o altar como o sábado, também ensinam que adoração envolve história. Visto que o culto verdadeiro se centraliza nas obras divinas, o conhecimento da história recebe papel importantíssimo. Quando Eva esqueceu o que Deus falou, ela adorou Satanás. Quando Israel esqueceu o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, eles se tornaram escravos no Egito e na Babilônia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No Sinai Deus apareceu lembrando da história. “Eu sou o Senhor teu Deus que te tirei da terra do Egito...Lembra-te...” (Ex.20). No altar e no sábado Deus lembra de sua promessa em Gn.3:15. O culto de Israel, cheio de festas e ofertas era um constante lembrete do que Deus fez (passado) e faria (futuro) com o Messias. Não é à toa, portanto, que o santuário (o centro espacial da adoração Israelita) se torna um diagrama profético das ações divinas focadas em Cristo (Messias em grego).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;História e experiência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É no contexto das ações divinas que a música floresce em Israel. Por esses fatos e outros, percebo que o foco da música na Bíblia é Deus no tempo e no espaço. O que Deus faz na história do mundo e na minha é o que mais motiva a adoração. Por isso que a música é constantemente relacionada ao templo. No santuário, as ofertas ensinavam o sacrifício que Jesus faria. Nas festas, Israel comemorava o que Deus havia feito e nós, olhando hoje, vemos como Deus agiu depois da Cruz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os profetas Ezequiel, Daniel e João usam o templo como modelo pedagógico para ensinar os atos de Deus na história. Especialmente Daniel 8, 9 e Apoc.11 e&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;14, talvez as profecias mais relevantes da Bíblia para nós hoje (o remanescente). É no templo que Davi promove a criação dos músicos sacerdotais e produz a maioria dos Salmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É relacionado ao templo que Habacuque, Jeremias, Ana e outros também entoam suas poesias ao Senhor. Pois inspirados pelas ações de Deus na história eles expressam individualmente e em grupo seus sentimentos em música. Música no templo é experiência de pessoas com Deus. O sagrado do profano é distinguido pela presença de Deus nessas experiências. Com esse contexto sobre a produção musical Israelita, vamos refletir o que distintas composições nos informam sobre a música e o culto do povo de Deus antigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Experiências contadas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Após 40 anos perambulando nas areias e pedregulhos quentes da península do Sinai, Deus acha por bem criar um seguro de vida para o sofrido Israel (Deut.6:1-2). “&lt;i&gt;Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te&lt;/i&gt;.”(v.4-7)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O seguro de vida era lembrar constantemente das leis do Senhor e de Suas obras. E qual forma melhor de memorizar e trazer à mente, em qualquer lugar, os ensinos de Deus do que por meio de música?! Acho que por isso que os judeus ainda hoje lêem as Sagradas Escrituras cantando. Quão fácil é lembrar de uma música! E se Israel deveria lembrar de Deus para viver, certamente suas músicas falariam dEle.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Seguindo essa tradição, as poesias Israelitas registradas na Bíblia gastarão sua atenção para falar de Deus. Elas são expressas em métricas e gêneros literários diferentes. Mas Deus está sempre presente. Jeremias, ao escrever Lamentações, chora. Habacuque louva o livramento futuro. Miriã o livramento passado. Ana agradece, Davi reclama. E assim as músicas na adoração Israelita envolvem todos os aspectos da vida, como Deus pedira em Deuteronômio 6. Faria bem a nós fazermos o mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na primeira música que recordo no Antigo Testamento, Moisés, Miriã e todo Israel cantam logo após o livramento do Mar Vermelho e o cativeiro egípcio. “&lt;i&gt;O Senhor é a minha força e o meu cântico.”&lt;/i&gt;(Ex.15:2) O canto de Israel é Deus. Não há outro motivo para cantar senão Deus. E Ele já é suficiente. &lt;i&gt;“Ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei; Ele é o Deus de meu pai; por isso, o exaltarei.”&lt;/i&gt; (v.2)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O motivo de Israel cantar junto com Moisés foi pelo que o SENHOR fez e é. Como diz a melodia: &lt;i&gt;ó Senhor, te louvo pelo que tu és, essa é a única razão para eu cantar...&lt;/i&gt; Essa única razão, no entanto, não é o único motivo das músicas em Israel. a&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aqui é importante ressaltar a diferença dos gêneros literários nas poesias bíblicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O cântico de Moisés, assim como muitos Salmos, exalta o que Deus é através do que Ele fez por Israel. Habacuque, em sua poesia, exalta as obras do Criador em juízo (Hab.3), assim como os Salmos 105 e 106. Nesse tipo de música é comum contar histórias, pois o motivo do cântico são as ações divinas no tempo. Em tais músicas Deus é exaltado como ser supremo e digno de receber todo tipo de expressão de reconhecimento humano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas nem só de alegria é composta a nossa experiência com Deus na história. O livro de Lamentações é o maior (literalmente falando) exemplo disso. Essa música/poesia começa com uma reclamação e acaba com uma pergunta a Deus. Já pensou entrar na igreja e cantar uma música de reclamação a Deus como essa? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Como jaz solitária a cidade outrora populosa...rejeitou o Senhor o seu altar, e detestou o seu santuário...Ele me levou e me fez andar em trevas e não na luz...Por que te esquecerias de nós para sempre?” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(1:1; 2:7; 3:2; 5:20)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse era o sentimento honesto do profeta Jeremias, que sofria em lágrima pela cidade e povo santo de Deus. Mas nem a perda de sua família, a destruição de sua nação e a aparente injustiça divina fez com que sua música cessasse ou fosse dirigida a outro ser. Em alegria ou tristeza, Deus continua sendo o motivo central das músicas em Israel. Ao livro de Lamentações juntam-se Salmos como o salmo 10, 13, 22 e outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Junto com esse tipo de gênero literário, as poesias/músicas Israelitas ganham contornos de petição e oração. Os que estão aflitos, oprimidos pelo juízo de Deus ou pelo pecado clamam em música ao Criador. &lt;i&gt;“Ó Senhor te responda no dia da tribulação;...do Teu santuário envie socorro...Ó Senhor, da vitória ao rei, responde-nos quando clamarmos&lt;/i&gt;.” (Sal.20:1,2,9)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse pedidos de socorro são calcados na fidelidade divina demonstrada em ações passadas. A criação e o Êxodo, no entanto, são motivos bem presentes nos salmos. O tema da aliança, ou do pacto divino com os ancestrais, é importantíssimo. Como Deuteronômio estipula, a base do relacionamento entre Deus e Israel é a Lei. A fidelidade divina demonstrada em Seus atos são o fundamento do culto prestado pelo povo (ver. Salmo 80).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando o livramento ocorre, o poeta acha ainda mais motivos para cantar. Os cânticos que resultam de livramento divino podem ser divididos em testemunhos ou louvores individuais (Sal.23, 116, 139), e convite ao louvor congregacional (Salmo 81, 100, 113, 150). O que percebo é que em Israel o adorador reclama cantando, questiona em música, pede em poesia e agradece em louvor, tanto individualmente como corporalmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O maior dos cânticos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na Bíblia, a maior “música” é o livro de Cantares (ou Cântico dos Cânticos) de Salomão. Esse livro é um musical, uma história encenada em música (veja a trama entre noivo, noiva e cortejo em diálogo em todo o livro). A única do seu tipo em toda a Bíblia. E qual o seu tema, o amor. Como João bem lembra, “&lt;i&gt;Deus é amor&lt;/i&gt;” (I Jo.4:8). Salomão obedece ao pedido divino em Deuteronômio 6 de “&lt;i&gt;amar o Senhor de todo o coração, de toda tua alma e de toda a tua força&lt;/i&gt;”.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;E isso ele reflete em seu poema de casamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em paixão fumegante os noivos descrevem seus sentimentos um ao outro. &lt;i&gt;“Eis que és formosa, ó&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;querida minha, eis que és formosa...Como és formoso amado meu, como és amável!&lt;/i&gt;” (1:15,16). Tal paixão verdadeira inspira os que estão ao seu redor, ao ponto de produzir ainda mais música. &lt;i&gt;“Em ti nos regozijaremos e nos alegraremos, do teu amor nos lembraremos, mais do que o vinho; não é sem razão que te amam.” &lt;/i&gt;(1:4) Isso é adoração de mais alto nível!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que produz tamanho amor e canto? O esposo responde ao final da peça: “&lt;i&gt;Porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme. &lt;b&gt;As suas brasas são a chama de YHWH&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt; (SENHOR), &lt;/b&gt;&lt;i&gt;são veementes labaredas&lt;/i&gt;&lt;b&gt;.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, seria de todo desprezado.&lt;/i&gt;” (8:6-7) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Conclusão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Há motivo maior para cantar? Certamente não. O amor de Deus, revelado na criação, no casamento, no Êxodo, no Sinai, na resposta à oração de Ana, no silêncio ao ouvir as reclamação de Jeremias, no perdão ou confissão de Davi, no bramido de Jesus na cruz é o único motivo digno de ser cantado. Jesus Cristo, o &lt;i&gt;maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz&lt;/i&gt; é o motivo suficiente para produzir louvores eternos entre a criação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Faríamos bem em meditar no exemplo de Israel e usar músicas/poesias cantada para memorizar os atos amorosos de Deus na história. Lembrando que o amor divino deve ser o centro de nossas músicas, e que podem ser expressadas em orações, reclamações, louvores de agradecimento e declarações de amor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-5397536778186270800?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/5397536778186270800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/08/poesia-do-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/5397536778186270800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/5397536778186270800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/08/poesia-do-amor.html' title='Poesia do amor'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-8008187067187120072</id><published>2011-05-14T09:40:00.008-04:00</published><updated>2011-05-14T11:12:57.820-04:00</updated><title type='text'>reflexões em um shopping center</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Início de sábado. Meu melhor amigo me convida para ir ao shopping com ele e sua esposa. Mas o motivo não era compras, nem ao menos passeio, afinal era sábado. O que fazíamos lá?! Imagine se um membro da igreja nos avistasse entrando no shopping no início daquele sábado, o que eles pensariam sobre os dois pastores?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aparentemente esse não é um lugar para iniciar o dia do Senhor, mas será? Qual o significado do sábado, por que comemoramos o sétimo dia da semana? A Palavra do Senhor dá duas respostas. Primeiro em Gn.2:1-3 e Ex.20:8-11 o sábado é para ser comemorado como um memorial da criação do planeta terra. Em Deut.5:15 e Heb.4 o sábado é um memorial da libertação do pecado, da salvação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos "guardadores" do sábado lembram apenas do seu primeiro objetivo. Ao lembrar da criação eles tentam fugir das criações artificiais humanas e tentam se refugiar em ambientes mais naturais. Eles preferem está em casa, no parque ou num pôr-do-sol na praia, e certamente não num shopping. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, por que estávamos no shopping? Tínhamos o segundo objetivo do sábado em mente, salvação. Iríamos abrir a Bíblia. É isso mesmo, pregar o evangelho no shopping. O Mestre ordenou aos Seus seguidores a irem buscar os perdidos onde eles estiverem. O shopping era um ótimo lugar para começar, pois qual local no mundo capitalista estaria mais cheio de pessoas que um shopping na "sexta-feira à noite"?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A igreja em Benton Harbor, no estado do Michigan (EUA), alugou um espaço no shopping onde está abrindo a Bíblia com aqueles que entram na "loja" da Esperança. E estávamos lá para ajudar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que aprendi naquele início de sábado é que o dia do Senhor deve ser comemorado com a pregação do evangelho que produz novas criaturas em Cristo. E isso requer envolvimento com os perdidos onde quer que eles estejam. A igreja deve ser mais intencionada em ir a diferentes locais para "buscar" os perdidos, e não ficar à espera que eles apareçam no prédio da igreja nos poucos dias em que está aberta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que você acha disso, quais os desafios? Como funcionaria na sua cidade? A comunicação divina de hoje é que devemos inovar a nossa comemoração sabática a fim de alcançar os que não tem o privilégio de adorar o Criador e Salvador.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-8008187067187120072?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/8008187067187120072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/05/reflexoes-em-um-shopping-center.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8008187067187120072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8008187067187120072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/05/reflexoes-em-um-shopping-center.html' title='reflexões em um shopping center'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4145983274957245602</id><published>2011-02-19T13:16:00.001-05:00</published><updated>2011-02-19T13:26:15.617-05:00</updated><title type='text'>O primeiro dia da criação afirma que Deus criou a luz, e no quarto o sol, lua e estrelas. Como conciliar tais informações?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O Salmo 104, uma repetição estilizada da história da criação em Gênesis 1, segue a mesma seqüência dos dias semanais e suas respectivas criações. E no paralelo com o primeiro dia o salmista afirma (no v.2) que Deus estava coberto com luz, como uma veste. Assim, pode ser inferido que a luz do primeiro dia era a própria presença de Deus que por diversas vezes se manifestou luminosa na história (e.g. Gn.15:17; Ex.24:10; 40:34-38), dividindo até a luz e as trevas, como na coluna de nuvem no deserto em Ex.14:19,20.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Outra possível explicação vem a partir da estrutura literária&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de Gênesis 1. A estrutura da criação mostra seis dias em duas estruturas de três, onde os primeiros três dias são complementados pelo que foi criado em sequência nos próximos três dias. Desta forma, os luminares no quarto dia providenciam a luz para o primeiro dia; as aves e animais marinhos enchem as águas e ares separados no segundo; e os animais terrestres com o homem preenchem e se alimentam da terra seca e sua vegetação criada no terceiro dia. O sábado é o clímax da criação, onde Deus celebra com toda a criação Sua obras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Outros detalhes interessantes é que o hebraico de Gênesis 1:16 não usa as palavras sol (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;shemesh&lt;/i&gt;) e lua (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;hodesh, levanah&lt;/i&gt;), mas apenas descreve que Deus criou dois luzeiros, “o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite”. Mas, é amplamente reconhecido que esses são o sol e a lua. A possível razão pela qual o escritor de Gênesis não tenha usado os seus nomes foi porque esses substantivos eram conhecidos como deuses pagãos no Oriente Médio da época. E assim, o autor estaria deliberadamente mostrando o poder do Deus de Israel sobre os “outros deuses” pagãos ao criar os seus símbolos apenas no quarto dia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Outra observação, o autor de Gênesis 1, em sua linguagem, demonstra que ele estava descrevendo algo literal, uma história, não apenas uma estória. A sequência de “tardes e manhãs,” seguidas de numerais, mostra literalidade em hebraico. Outra indicação de sua literalidade é a expressão “estas são as gerações do céu e da terra” (2:4). Essa expressão (Heb.&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;toledot = &lt;/i&gt;gerações) é chave no livro de Gênesis. Ela ocorre 13x (&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-family: Calibri;mso-bidi-theme-font:minor-latin;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;2:4; 5:1; 6:9; 10:1,32; 11:10,27; 25:12,13; 25:19; 36:1,9; 37:2), mostrando que todas as histórias são reais e históricas. A criação, Noé, Ismael, Isaque, Esaú e Jacó. E note que a expressão é usada em genealogias, sugerindo que a criação também é uma genealogia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Gostaria de terminar com uma análise filosófica sobre a crítica contra a literalidade da criação em Gênesis. Primeiro, é importante ressaltar que até mesmo os mais ferozes críticos ateus estudiosos dos escritos bíblicos (os críticos-históricos) afirmam que a intenção do autor de Gênesis 1 é descrever uma criação literal em sete dias consecutivos de vinte e quatro horas, e não algo simbólico. Mas, é claro, eles não acreditam nisso porque não acreditam em Deus. O irônico é que são cristãos que tentam alegorizar o relato de Gênesis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;E qual a causa? Tais cristãos querem “harmonizar” a revelação divina com a revelação da ciência. O problema é que eles entram nessa empreitada com uma hierarquia de autoridade já formada em suas mentes. A ciência é superior à revelação divina demonstrada nas Escrituras sagradas. Assim, eles tentam ler a Bíblia à luz das palavras dos cientistas modernos e não o oposto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;É importante esclarecer que a própria Bíblia afirma que a natureza é uma revelação divina (e.g. Gn.1, Sal.8, 19, Rom.1:18-23). E que quando assim reconhecida, o estudo de ambos não produzem resultados opostos e sim, complementares. A revelação Bíblia também afirma que Deus opera obras aparentemente contra a lógica natural humana. Isso porque não temos a capacidade de descrever tudo o que Deus opera. Até porque a mente foi deturpada pelo pecado (ver Jer.17:9 e II Rs.6:8-23). Veja por exemplo as pragas do Egito, a abertura do Mar Vermelho, o nascimento de Deus em uma virgem, Sua ressurreição após três dias e muitos outros eventos o qual chamamos de milagres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Desta forma, ignorar o poder de Deus sobre Sua criação é não apenas rejeitar o relato de Gênesis 1 mas também de toda a revelação nas Escrituras. Como cristãos, devemos colocar as Escrituras como suprema revelação divina e à luz dela interpretar todos os outros fenômenos ao nosso redor, reconhecendo que nem todas as coisas explicaremos com uma precisão matemática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4145983274957245602?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4145983274957245602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/02/o-primeiro-dia-da-criacao-afirma-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4145983274957245602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4145983274957245602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/02/o-primeiro-dia-da-criacao-afirma-que.html' title='O primeiro dia da criação afirma que Deus criou a luz, e no quarto o sol, lua e estrelas. Como conciliar tais informações?'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-944280434854246643</id><published>2011-01-02T07:29:00.003-05:00</published><updated>2011-01-02T07:40:15.813-05:00</updated><title type='text'>Roupa nova</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Um dos ritos mais comum do ano novo é vestir-se de branco. A crença é que ao vestir o branco, a pessoa terá paz, sabedoria e calma. Como uma energia, a cor da roupa expele as coisas negativas. O que não é explicado no entanto, é que energia é essa, tanto positiva como negativa? Essa crença está cheia de misticismo e engano satânico, que atribui a cores e objetos comuns a característica de amuletos. Isso faz com que esse ritual de ano novo desvie o foco de uma verdade importantíssima bem similar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Apesar da Bíblia não atribuir poder mágico às cores, elas possuem um significado simbólico. O azul simboliza os mandamentos de Deus, por exemplo. Mas não existe uma regra onde sempre a cor significa algo. O branco em seu maior uso na Bíblia significa pureza, aceitação divina, justificação. Deus promete mudar a cor de nosso caráter pecaminoso de vermelho para branco (Is.1:18). E no apelo de Jesus a última igreja, o povo do juízo (Laodicéia), Ele oferece vestes brancas (Ap.3:18).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Pelo ritual do santuário também podemos inferir que a cor semelhante ao branco era atribuída a limpeza, a pureza de caráter. O linho, que possui uma cor esbranquiçada, em tons de amarelo ou cinza, é um tecido claro que representava pureza contrastada com o sangue que manchava de vermelho. Os sacerdotes oficiavam no santuário com vestes de linho (Ex.28:5,6) assim como as cortinas do santuário também eram do mesmo material (Ex.26:1,31).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Todos esses símbolos relacionados a presença de Deus mostra que o branco ou a cor clara simboliza pureza. No dia da expiação nos é dito que os israelitas deveriam usar vestes de pano de saco, como símbolo de sua humilhação e arrependimento. A vestimenta do sacerdote nesse dia também era especial. Ao invés da colorida endumentária, o sumo-sacerdote deveria vestir-se de puro linho branco. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O conceito de pureza relacionada a uma cor, a uma vestimenta apropriada, se relaciona bastante com o rito do ano novo dramatizado no dia 31 de dezembro nos dias atuais. Porém, ao invés de uma energia mística, ela simboliza um evento real, a humilhação do Filho de Deus (Rom.8:1,2; IICor.5:17; Fil.2:5-8), que deixando Sua glória tornou-se criatura e levou sobre Si os nossos pecados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;As vestes do Filho de Deus eram apropriadas para destruir os pecado, assim como a nossas também devem expressar essa realidade. Os israelitas no dia da expiação despiam-se de suas corriqueiras vestes e se entregavam a Deus. Desde o Éden e as vestes de pele feita por Deus, a vestimenta divina é usada como símbolo de salvação. E no ano novo divino as vestes usadas por nós devem refletir o caráter divino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A parábola do banquete em Mt.22 novamente traz a simbologia das vestes relacionada ao evento do juízo. No ano novo divino, onde Deus convida todos nós para um banquete devemos nos apresentar conforme o figurino. Isso não significa que entraremos na festa por causa de nossas habilidades. A parábola afirma que a festa estava preparada antes mesmo do convite ser feito. Deus manda Seu Filho oferecendo de graça a salvação, mas a parte triste da história é que muitos infelizmente rejeitam o convite divino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A festa do ano novo celeste, o dia da expiação, é um convite a vida eterna. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu único filho, para que todo aquele que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna.” Mesmo no episódio da vestimenta, a parábola ensina que Deus oferece tudo de graça, mas a escolha é humana. Deus não força, mas as conseqüências são eternas. Israel rejeita o Messias e é destruído. Você também rejeita a Jesus?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Para deixar bem claro que no dia do juízo apenas os méritos de Jesus nos salva, a parábola diz que Deus manda chamar os indignos, pobres, na linguagem de Laodicéia, os miseráveis, cegos e nus. Pois Jesus não veio salvar os sãos, mas os doentes e perdidos da casa de Israel. É para você e para mim, fracos, falhos, que Deus veio em Sua veste humilde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Nessa simbologia de vestes de ano novo, o que me chama mais atenção é que Jesus como o Sumo-sacerdote no dia da expiação, troca suas vestes de glória por uma branca. Mas de acordo com Ap.19:13&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;as vestes de Cristo não continuam puras, elas são manchadas com sangue. Isso mostra que apesar de Sua inocência e pureza, Deus se contamina com o meu pecado. “Pois Ele se fez pecado por nós, a fim de que fôssemos feito justiça de Deus”. Essa veste de pecado nos garante as vestes da justiça e imortalidade (Ap. 19:8 e ICor. 15:53)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;b&gt;Comunicação divina &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Deus oferece hoje, no banquete do ano novo, na mesa da ceia do Senhor, uma veste nova. Não importa a roupa que você usou na virada do ano, se branco ou se preto. Para Deus nosso caráter são como trapos de imundícia que precisam ser trocados. Deus em Seu amor nos oferece Sua vida, Sua roupa, Seu caráter. Deseja você entrar o ano de 2011 com roupa nova&lt;/span&gt;?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-944280434854246643?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/944280434854246643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/01/roupa-nova.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/944280434854246643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/944280434854246643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2011/01/roupa-nova.html' title='Roupa nova'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4653586114228503868</id><published>2010-12-31T06:58:00.000-05:00</published><updated>2010-12-31T07:10:29.807-05:00</updated><title type='text'>Povo Novo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Como vimos no texto anterior, enquanto muitos cristãos focalizam sua atenção em simpatias místicas, o ano novo divino centraliza seu ritual na remoção de pecados por meio do Cordeiro de Deus. O rito da expiação do santuário, da limpeza da casa de Deus, é uma promessa que todas as impurezas do ano serão removidas pelo poder de Deus, que toma sobre Si os nossos pecados. Jesus nos garante uma vida nova no ano novo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Mas Satanás tem desviado a atenção das pessoas dessa grande notícia do ano novo divino. O que veremos com mais detalhes agora é como os rituais divinos foram modificados transformado a identidade do cristianismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Em Daniel 7:25 e 8:11 nos é informado que o poder Satânico mudou os tempos, as leis e os rituais do santuário divino. Em lugar do sábado da criação, é introduzido o domingo como dia do sol e ressurreição; em lugar de celebrar o ano novo da maneira divina lembrando do santuário celestial, Satanás desvia a atenção para a terra e seus rituais cheios de luzes e muito barulho; em lugar do pôr-do-sol, o ano novo é contado a partir do sistema capitalista de meia-noite. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Assim, com a perda do rito o seu símbolo também é esquecido. A promessa da destruição do pecado e da purificação desse mundo é negligenciada. Porém, em meados de 1830, um homem chamado Guilherme Miller, um batista do estado de Massachusetts (EUA), começa a estudar a Bíblia com bastante cuidado. Ao se deparar com a passagem de Daniel 8:14 ele fica intrigado. Sem entender do que se tratava a purificação do santuário ele começa a estudar os rituais divinos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Ao finalizar seu estudo, ele conclui que Jesus voltaria por volta de 1843, e o mundo como conhecemos acabaria. Como ele chegou a essa conclusão? Primeiro ele acreditava na literalidade e historicidade da Bíblia. Ao ler Daniel 8, em conexão com Daniel 7, a sequência de tempo foi estabelecida. Desde Daniel e Babilônia, Deus descreve os impérios de maior influencia até o estabelecimento do Reino de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Assim como Daniel 2 e 7, os reinos descritos em Daniel 8 são descritos de forma simbólica e seu tempo fora interpretado por Miller como simbólico. Considerando as passagens de Num.14:24 e Ez.4:6, ele viu que em profecia um dia significava um ano literal. Os chifres e bestas simbolizavam poderes políticos que deveriam ir até o fim dos tempos. E o chifre pequeno reinaria até a purificação do santuário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Integrando Daniel 2,7,8 e 9, os cálculos de Miller acerca da purificação do santuário chega ao ano de 1843/44. Era comum naquela época e ainda hoje, interpretar o santuário purificado como a destruição do planeta terra. Mas não é bem assim. Lembremos que Satanás usou o poder romano para mudar as mensagens divinas. E o santuário foi uma delas. Dan.8:11 e IITs. 2:4 afirmam que o chifre atacaria o santuário e seus rituais mundanizando, ou seja, transferindo do céu para terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Mas Miller não entendera essa parte, e as implicações de sua interpretação eram imensas. Em meados de 1831 ele começa a pregar e divulgar suas conclusões. Cristo estava voltando em alguns anos e isso muda toda a maneira de viver. O juízo final está para acontecer. Ao ouvir as mensagens de Miller milhares de pessoas começam a estudar a Bíblia e chegar a mesma conclusão. Os números eram precisos, suas interpretações também. Começando com o decreto de Artarxerxes no ano 457 AC, passando pela morte de Jesus no ano 31 AD, o final das 2300 tardes e manhãs terminaria em 1843/44 ano da purificação do santuário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Pessoas largam seus empregos para dedicar suas vidas a proclamação dessa mensagem tão importante. Tudo mudaria em alguns anos, os sofrimentos e morte cessariam. O pecado seria destruído e Deus reinaria para sempre. Era a virada de ano divino. E assim como no antigo Israel, Deus purificaria a terra por ocasião do dia da expiação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Apocalipse 10 descreve essa movimento que toma conta do planeta em alguns meses. Sua mensagem a princípio era doce. O estudo do livrinho aberto por Jesus, o estudo das profecias de Daniel, restaurou o simbolismo do ano novo divino. Infelizmente, porém, os primeiros adventistas não entenderam tudo corretamente e ao continuar interpretando o santuário como sendo a terra eles tiveram uma amarga decepção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O grande desapontamento no entanto, foi uma oportunidade para Deus purificar ainda mais o mundo das influências Satânicas. Após a grande decepção em 22 de outubro de 1844, um punhado de adventistas resolvem voltar ao estudo da Bíblia e orar buscando de Deus a resposta para o desapontamento. Deus não os desaponta. Em algumas semanas, eles descobrem verdades que mudariam a história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os cálculos de Miller estavam corretos, o erro porém era sobre a identidade do santuário. Ao estudarem passagens como Heb.4:14,15; 8:1,2 e Ap.11:19 eles descobriram que no céu, e não na terra, iniciou a purificação do santuário. Isso significava que logo depois da purificação do santuário celestial, Jesus voltaria a terra para depositar os pecados no bode Satanás que será destruído com todos aqueles que não confessaram seus pecados a Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A verdade sobre a mediação e o perdão unicamente em Jesus Cristo é restaurada. O símbolo do ano novo divino é colocado novamente em seu devido lugar. Um novo grupo surge em decorrência dessa descoberta. Os Adventistas do Sétimo Dia surgem como o remanescente profético restaurando as verdades escondidas pelo cristianismo apóstata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Ap.14 mostra o contraste entre os que entendem o ano novo divino, o dia do juízo, e os que não entendem. Os que seguem Babilônia e depositam sua confiança em ritos místicos serão destruídos. Porém, os que depositam sua fé na Palavra de Deus e no Cordeiro de Deus serão salvos do mundo de pecado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Comunicação divina hoje: Deus ainda hoje está presente no dia a dia do Seu povo. Se fizermos parte da igreja verdadeira teremos um senso de impureza e impureza. Nossas roupas, gestos, palavra e o que comemos ou deixamos de comer será modificado a luz da Revelação bíblica. E sobre isso refletiremos mais amanhã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4653586114228503868?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4653586114228503868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/12/povo-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4653586114228503868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4653586114228503868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/12/povo-novo.html' title='Povo Novo'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-802494908511792787</id><published>2010-12-30T06:56:00.004-05:00</published><updated>2010-12-30T07:07:33.847-05:00</updated><title type='text'>Ano novo divino</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É ano novo e o que percebo é que o Cristianismo tem esquecido o significado do tempo. Muito se fala em vestir branco, não andar para trás, colocar moeda debaixo do tapete, pular 7 ondas e outras coisas bizarras inventadas pelo misticismo satânico para desviar as mentes da verdade. Acredita-se que esses rituais irão mudar a vida dos que praticarem tais atos. Enquanto isso a Bíblia ensina algo bem diferente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Ao Israel sair do Egito, Deus ensina ao Seu povo que o tempo deveria ser contado em relação ao santuário. Haviam 7 grandes festas em Israel. Páscoa, Pães asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, Expiação e Tabernáculos. As duas últimas festas eram relacionadas ao ritual de passagem de um ano para outro.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;É importante lembrar que a contagem de dias e meses não era como o nosso atualmente. Mesmo celebrado no sétimo mês, o rito da expiação comemorava a passagem do povo de Israel de um ano para o outro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Isso porque durante o período de um ano, os Israelitas poderiam pedir perdão de pecados através de uma oferta. O livro de Levíticos mostra que as impurezas de todo Israel era depositada no santuário. Mas no último dia, o dia da expiação, a limpeza ocorria não só no arraial como no santuário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O rito ocorria por causa das impurezas em Israel. Deus é puro e santo e o povo deveria também ser puro e santo (Ex.19:6 e Lev. 19:2). Como Deus habitava no meio do povo (Ex.25:8), as doenças, impurezas físicas, e &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;pecados contaminavam Sua casa. Mas essa contaminação era benéfica, pois tinha o objetivo de purificar, de remover a maldade do povo (Lev.5:18). Assim como um hospital está cheio de doenças, mas continua sendo o local de cura, o santuário de Deus era uma esponja que sugava as impurezas do Israelitas arrependidos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O esquema funciona em duas etapas. Todos os dias as ofertas e sacrifícios ensinavam o israelita que o pecado traz morte. E mediante o arrependimento e confissão, o pecado era transferido para o santuário, através da oferta. A habitação de Deus era sujada por todo um ano e no último dia do ano ritual, ele era limpo. Era o dia da expiação, da remoção do pecado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A casa de Deus funcionava como um depósito de pecados, por mais estranho que isso pareça. Is.53 afirma que Deus se tornou pecado para nos dá a paz. Essa é a loucura do evangelho que nos ensina o ritual de ano novo divino. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O texto de Lev.23 explica que durante o ritual todo israelita deveria jejuar, vestir roupas simples e afligir suas almas, ou seja, examinar sua consciência e arrepender dos pecados. Confiantes nos méritos do sacrifício e da mediação do sacerdote, o israelita deveria esperar ao final do dia uma vida renovada. Seus pecados haviam sido removidos e sua culpa também. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Esse ritual de ano novo era um memorial a fim de que os homens lembrassem de sua condição de pecado e do perdão que há em Jesus. Porém, Satanás destrói a continuidade pedagógica desse rito introduzindo coisas estranhas como vemos hoje relacionado ao ano novo. Daniel 7:25 e 8:11 mostram que o inimigo não tem interesse algum no ritual do ano novo divino. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O Cristianismo perde a noção de tempo com o chifre pequeno e assim, esquece do ritual do ano novo. O dia do perdão é substituido por Satanás e a igreja apóstata. Por centenas de anos, as pessoas não tiveram a chance de comemorar uma vida nova, e por isso, depositaram suas esperanças em rituais que não possuem poder de mudança para o bem. Porém, o mundo não poderia ficar assim e Deus promete a restauração da comemoração do ano novo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;No céu, Jesus oferece Sua vida como garantia de uma nova vida (Heb.4 e 8). Em 1844, Jesus iniciou uma nova fase da história. Com Guilherme Miller e o movimento adventista Deus iniciou a restauração da verdade destruída por Satanás. A promessa de uma vida nova, um ano novo é restaurada. A promessa é para todos os que creem em Jesus. Amanhã até sábado veremos as implicações da realidade do ano novo divino. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A comunicação divina para esse ano novo é: Deus, como no passado, deseja oferecer uma nova vida, um novo ano. Jesus, o Cordeiro e Sumo sacerdote nos oferece uma nova vida mediante Seu sacrifício e vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-802494908511792787?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/802494908511792787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/12/ano-novo-divino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/802494908511792787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/802494908511792787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/12/ano-novo-divino.html' title='Ano novo divino'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-703465818677648061</id><published>2010-08-07T20:36:00.009-04:00</published><updated>2010-08-28T20:22:37.443-04:00</updated><title type='text'>REVELAÇÃO em Ellen G. White e na teologia Emergente</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) tem como base de todas as suas crenças e práticas as Sagradas Escrituras.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; E por essa razão, a compreensão do tema da Revelação e temas relacionados, tais como Inspiração, é de grande importância, visto seu efeito sobre as demais áreas da teologia como o Adventismo compreende.[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Mas o fato é que dentro do Adventismo não há uniformidade acerca do assunto.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Entre as muitas opiniões, a organização da IASD tem uma posição clara sobre Revelação, como encontrado no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nisto Cremos, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Manual da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; e no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Handbook of Adventist Theology. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ela considera as Escrituras como a “escrita Palavra de Deus, dada por divina inspiração através de homens santos de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus confia à humanidade o conhecimento necessário para a salvação. As Santas Escrituras são a revelação infalível de Sua vontade. Elas são o padrão de caráter, o teste da experiência, a autoritária reveladora de doutrinas, e o confiável registro das ações de Deus na história.”&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Durante sua história, o Adventismo do Sétimo Dia tem enfrentado muitos desafios acerca da compreensão que a Igreja possui sobre a maneira que Deus se revela com a humanidade.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; A nova onda é o movimento Emergente. Sua influência traz “novos” desafios ao Adventismo e a sua compreensão sobre a doutrina da Revelação e Salvação. Ciente do perigo de algumas crenças Emergentes, algumas respostas foram produzidas por líderes Adventistas.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Todas essas respostas são geralizadas em sua argumentação e não endereçam especificamente o tema da Revelação e sua influência sobre a soteriologia Adventista. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O objetivo desse pequeno artigo é comparar brevemente os conceitos de  Revelação e Salvação em Ellen G. White (EGW) com a Igreja Emergente (IE). Há várias razões pelas quais eu escolhi EGW como base de contraste com os Emergentes. Eu destaco primeiramente que ela é considerada uma profeta e portanto, uma voz autoritária no Adventismo; segundo, EGW está imersa no tema da Revelação por ser ela mesma uma profeta que recebeu revelações do Senhor; terceiro, ela tem uma mensagem clara sobre o assunto; e por último, ela está fora do debate hoje entre os simpatizantes e críticos da IE, podendo assim ter uma “neutralidade” sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Abaixo contrasto as interpretações acerca do ensino bíblico da Revelação e dois temas relacionados, Deus e Salvação. A seleção desses dois temas  não é aleatória mas lógica, visto que há uma conexão intrínseca entre Revelação, Deus e Salvação. Definindo Revelação como: comunicação de Deus com o intuito de descrevê-lO, e produzir uma resposta positiva de Sua criação, salvação é a resposta interativa humana para com a Revelação divina. E como veremos, tanto EGW e a IE fazem fortes relações entre esses três temas teológicos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;                Ellen G. White Revelação &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A autora EGW escreveu extensivamente. Portanto, por clareza e objetividade de argumento, nesse artigo selecionei uma porção dos escritos de EGW onde ela trata especificamente dos temas acima mencionados. Selecionei o volume 8 dos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Testemunhos para as Igrejas&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[7],&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;p.256-335, porque nessa porção de seus escritos achei a apresentação mais clara e extensa sobre Revelação e os perigos relacionados com falsos ensinos acerca de Deus. Esse é o ponto principal que causa tensão entre os simpatizantes e os inimigos da visão Emergente entre o Adventismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Testemunho &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;foi publicado em meados da virada do século, pelo ano 1904, “para enfrentar uma crise – a maior crise que a Igreja Adventista do Sétimo Dia já enfrentou” (p.5). A crise envolvia diferentes a compreensões acerca da divindade, Revelação e consequentemente, soteriologias moldadas no formato dessas diferentes visões sobre Deus. Portanto, ela abalou “o próprio fundamento da fé Adventista do Sétimo Dia.” (p.5)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O tema central do argumento de EGW, em sua resposta às idéias panteístas de Kellogg, é como Deus interage com a criação. Para ela, Deus é um ser pessoal (não uma energia), que administra a criação e reina sobre ela (p.263). A criação do ser humano à imagem de Deus é uma evidencia que o Criador interage com a criação em uma forma pessoal (p.263). Antes do pecado, a natureza claramente refletia a Deus, mas após, a luz do conhecimento de Deus é “deturpada” e o homem não pode mais compreender a divindade perfeitamente (p.256).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Agora, no período do pecado, Deus revela a Si mesmo novamente de forma clara através das Escrituras e, especialmente, por meio da encarnação de Seu Filho (p.257,265). É na luz da glória do conhecimento de Deus na face de Jesus Cristo que a correta compreensão do caráter de Deus é discernido. Isso porque Cristo Jesus é o único caminho de comunicação entre Deus e o homem (p,265). EGW contrasta esse interpretação da Revelação com aquela que ver a natureza como suficiente para revelar o caráter de Deus e que habilita a humanidade alcançar o Criador por si mesmo (p.267-285). “A razão deve reconhecer a autoridade acima dela mesma.” (p.285) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ela continua afirmando que o conhecimento de Jesus Cristo na cruz, como revelado nas Escrituras, é o centro da manifestação de Deus e o único conhecimento que pode salvar o homem de seu pecado (p.287, 289). Satanás, em contraste, introduz “fábulas agradáveis” para divergir a atenção dos homens da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Revelação de Deus e produzir morte na humanidade (p.290).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:13.6pt;text-align:justify;text-indent: 13.6pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;    “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A teoria de que Deus é uma essência que penetra toda a natureza é um dos mais sutis artifícios de Satanás. Representa falsamente a Deus e é uma desonra para Sua grandeza e majestade. As teorias panteístas não são apoiadas pela Palavra de Deus. A luz de Sua verdade mostra que essas doutrinas são meios destruidores de vidas. As trevas são o seu elemento; a sensualidade, a sua esfera. Satisfazem o coração natural, e favorecem a inclinação. A separação de Deus é o resultado de sua aceitação.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ela identifica o centro do problema. Enquanto as Escrituras ensina que apenas Jesus pode salvar pecadores, o espiritualismo coloca Deus dentro do ser humano, o capacitando para alcançar sua própria salvação (p.291). E esse falso ensino assaltará a Igreja com mais ainda mais força no final do tempos por meio de uma religiosidade sensacional (emotiva) e doutrina especulativas acerca da natureza divina e da Revelação (p.294,295). A solução para resistir essas falsidades está em ler as Escrituras assim como está escrito e por meio dela obter o conhecimento de Jesus tal quão a Revelação ensina (p.299).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Emergentes e Revelação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Para descrever a compreensão da IE sobre Revelação, escolhi o livro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A is for abductive: the language of the emerging church,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;primeiramente porque seus autores são Emergentes; segundo, porque suas obras são mencionadas em repostas tanto de Adventistas como de Evangélicos;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; e por último, por praticidade esse livro tem o objetivo de explicar os conceitos básicos da teologia Emergente. Formatado como um dicionário, o livro é estruturado em verbetes importantes na teologia Emergente com suas respectivas explicações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Começando com Deus, os autores O descrevem como sendo tanto transcendente como imanente, perto da natureza e ao mesmo tempo longe dela (p.286). Deus é também visto em toda a criação, que é sagrado como Deus (p.265). Essa santidade é atribuída tanto a criação como ao Criador, portanto, tudo é sagrado e deve ser considerados com respeito (p.78,79). Destruir a natureza é destruir a humanidade, pois os seres humanos fazem parte do todo. Toda a criação está relacionada (p.72,79).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Essa compreensão da criação como parte de Deus é importante para a teologia Emergente pois “a experiência do eu como parte dos outros” é o caminho para entender o divino (p.72). Não há uma Revelação fixa de Deus, como as Escrituras vista por EGW, mas a vida do ser humano é parte da vida de Deus. A verdade de Deus é conhecida na interação com a comunidade, em experiências pessoais e comunitária do divino (p.75). Assim, para compreender Deus, o ser humano precisa compreender a estória humana (p.193-195). Revelação é definida como a “constante participação do cristão na estória de Cristo e Sua igreja” (p.234).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;As Escrituras não funcionam como uma Revelação fixa de Deus, mas elas servem para despertar a espiritualidade em um encontro existencial dentro da comunidade de fé (p.265,266). Para alcançar esse objetivo de forma mais eficaz o indivíduo precisa escutar múltiplas interpretações de uma mesma passagem da Bíblia vindo da comunidade de fé para que o verdadeiro significado pessoal da passagem seja compreendido. Nesse esquema, o relacionamento místico entre Deus e o homem é o caminho desejado para desenvolver a espiritualidade. Místico aqui é o oposto do conceito moderno de racionalidade (p.203,204).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A maneira ideal desse relacionamento místico (ou irracional – tendo como partida o racionalismo da era moderna) com Deus, ocorre por meio da oração. “Oração é o mais poderoso campo de força do universo...oração é outra palavra para experimentar Deus” (p.243). Logo, Deus é revelado no encontro ou experiência instigada através do exercício da oração. Isso qualquer um pode fazer como achar melhor, pois religião é tudo que possibilita o relacionamento entre Deus, ao contrário de dogmas fixos, doutrinas ou instituições (p.267,268). A solução para unificar Deus com a humanidade é o auto-conhecimento que todas as coisas fazem parte de um todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Conclusão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Os pontos de vista tanto de EGW e da IE, como descrito acima, possuem similaridades e dissimilaridades. Ambos concordam que Deus existe e revela-Se aos homens. Suas interpretações acerca do ‘como’ essa Revelação ocorre é outra história. Enquanto EGW ver a Revelação de Deus em dois estágios, antes do pecado (claramente em toda criação) e após o pecado (claramente somente mediante Jesus e Escrituras), os Emergentes enxergam Revelação clara no relacionamento humano com a natureza ainda hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A teologia Emergente, como  representada em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A is for abductive, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;considera a criação e o Criador santos e em uma unidade inseparável. EGW, no entanto, observa uma separação entre esses dois elementos que só pode ser remediada por meio de Jesus. Essa distinção entre a criação e o Criador faz com que em geral a concepção de Revelação deles sejam bem diferentes. No primeiro caso os seres humanos podem por si mesmos obterem o conhecimento salvífico mas no último caso, apenas Jesus como Revelação suprema de Deus oferece conhecimento capaz de salvar o pecador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A IE pode ser considerada um dos perigos que EGW aponta em suas advertências acima. Nesta maneira, a mensagem soteriológica Adventista pode ser modificada negativamente caso os conceitos de Revelação e Deus Emergentes forem aceitos. Assim, creio que a posição oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia acerca de Deus, Revelação e Salvação está em maior acordo com a explicação de EGW e em desacordo com a IE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:endnote-list"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;hr align="left" width="33%"  style="text-align: justify;font-size:78%;"&gt;    &lt;div id="edn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nisto Cremos : 27 ensinos Bíblicos dos Adventistas do Sétimo Dia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;(Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira. (2003)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; p.4. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Manual da igreja : Igreja Adventista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; do Sétimo Dia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; (Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia).Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira. (2007) p.9.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="edn2"&gt;  &lt;p class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Peter M. van Bemmelen. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Revelation and inspiration.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;IN: DEDEREN, Raoul. (org.) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Handbook of Seventh-day Adventist theology&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association. (2000) p.22-57. Richard M. Davidson. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Biblical interpretation.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; IN: DEDEREN, Raoul. (org.) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Handbook of Seventh-day Adventist theology&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association. (2000). p.58-104. Review and Herald Publishing Association. (2002)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="edn3"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Para um panorama histórico das divergentes opiniões no Adventismo ver:  Alberto R. Timm, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Divine accommodation and cultural conditioning of the inspired writings. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Journal of the Adventist Theological Society, 19/1-2(2008): 161-174.  Idem.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Adventist views on inspiration.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Perspective Digest, 13/3 (2008): 24-39. Idem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Adventist views on inspiration.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Perspective Digest, 14/1 (2009):44-56 . Lael Caesar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Hermeneutics and culture. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Perspective Digest, 14/3 (2009): 24-49.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/rodrigo%20galiza/Desktop/emergent%20church%20traduzido.docx#_ednref3" name="_edn3" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="edn4"&gt;  &lt;p class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nisto Cremos : 27 ensinos Bíblicos dos Adventistas do Sétimo Dia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;(Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira. (2003)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; p.4. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Manual da igreja : Igreja Adventista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; do Sétimo Dia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; (Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia).Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira. (2007) p.9.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/rodrigo%20galiza/Desktop/emergent%20church%20traduzido.docx#_ednref4" name="_edn4" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Alberto R. Timm, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Antecedentes históricos da intrepretação bíblica Adventista. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;IN: George W. Reid (ed.) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Compreendendo as Escrituras uma abordagem Adventista. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Engenheiro Coelho, SP:Unaspress. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;(2007)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="edn5"&gt;  &lt;p class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; Samuel Koranteng-Pipim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Trojan horses: the new spirituality movements. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Adventists Affirm, 23/1 (2009) (pode ser acessado em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adventistsaffirm.org/article.php?id=241"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;http://www.adventistsaffirm.org/article.php?id=241&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;) Ted Wilson. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Go forward. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Sermão dirigida a assembléia geral no encerramento da Conferência Gerald a Igreja Adventista do Sétimo Dia em Atlanta, Julho 03/2010. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Fernando Canale. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;The emerging church: why does it mean? And why should we care?. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Adventist Review. June 10, 2010. (pode ser acessado em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adventistreview.org/issue.php?issue=2010-1516&amp;amp;page=16"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;http://www.adventistreview.org/issue.php?issue=2010-1516&amp;amp;page=16&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div id="edn7"&gt;  &lt;p class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;  WHITE, Ellen G.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Testemunho para as Igrejas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Vol.8. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira. (2001)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/rodrigo%20galiza/Desktop/emergent%20church%20traduzido.docx#_ednref7" name="_edn7" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="mso-element:endnote" id="edn8"&gt;  &lt;p class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;HASELMAYER, Jerry. MCLAREN, Brian D. SWEET, Leonard. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A is for abductive: the language of the emergent church&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Grand Rapids, MI: Zondervan. (2003)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Para mais informações sobre como alguns evangélicos avaliam o movimento Emergente uma boa consulta é a obra &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;CARSON, D.A., &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Becoming conversant with the emerging church&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;understanding a movement and its implications&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Grand Rapids, MI: Zondervan. (2005).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-endnote-id:edn8" href="file:///C:/Users/rodrigo%20galiza/Desktop/emergent%20church%20traduzido.docx#_ednref8" name="_edn8" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-703465818677648061?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/703465818677648061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/08/revelacao-em-ellen-g-white-e-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/703465818677648061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/703465818677648061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/08/revelacao-em-ellen-g-white-e-na.html' title='REVELAÇÃO em Ellen G. White e na teologia Emergente'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6330308528352476254</id><published>2010-06-17T07:16:00.003-04:00</published><updated>2010-06-17T07:22:32.137-04:00</updated><title type='text'>Incontrolável, mas previsível</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A gloria de Deus é autônoma. Isso significa que nós não podemos controlar suas ações. Porém, apesar dela ser incontrolável, Ela é previsível. A sua previsibilidade tem como referencia o padrão de sua movimentação na história e as referências do próprio Deus sobre Sua movimentação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A razão de sua saída, tanto no Êxodo mosaico como no êxodo de Ezequiel, é a&lt;/b&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;iniquidade dos homens.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Como vimos no texto anterior (&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/06/gloria-condicional-ii.html"&gt;glória condicional II&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;) a glória de Deus é associada a Sua santidade. Ela habita o santuário, e dentro dele mais especificamente a arca da aliança. Era do lugar santíssimo, o compartimento mais interior do santuário, que a glória comunicava com Israel. Sua locação é sugestiva de seu padrão de movimento. Dentro da arca estava os 10 mandamentos ou promessas divinas. Anterior a habitação da glória na arca, ela permaneceu no monte Sinai, de onde foram proferidas os conselhos e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;legislações divinas à Israel. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;No livro de Ezequiel, esse padrão de movimento da glória é visto com maior nitidez. O livro do profeta começa uma visão da glória de Deus em movimento (Ez.1). Ela então é vista parada em sua morada, a arca da aliança no lugar santíssimo do santuário em Jerusalém. Porém, a partir do capítulo 8 ela sai do lugar santíssimo para fora dos portões do templo terrestre construído por Salomão. A visão é aterradora ao profeta, pois a sua saída segue calamidades terríveis quase ao ponto de destruir toda a nação de Israel. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;Assim como Moisés, Ezequiel clama para que a glória permaneça e Deus tenha misericórdia do Seu povo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; (Ez.9:8).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A razão de sua saída, tanto no Êxodo mosaico como no êxodo de Ezequiel, é a&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;iniquidade dos homens. A idolatria do bezerro de ouro no Sinai e a idolatria de Baal e Tamuz no templo expulsaram a santidade divina. Sem santidade e sem lei, a glória desaparece, pois, a glória é santa tal como a lei do Senhor. A movimentação da glória do Senhor depende da fidelidade do povo que caminha próximo a Ela. Esse tem sido o padrão na história. E as previsões celestes sobre Sua movimentação revelam ainda mais sobre essa relação entre glória e lei. Mas acerca dessa comunhão refletiremos mais tarde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Comunicação divina de hoje: “Feliz o homem que não caminha nos conselhos dos ímpios...mas seu prazer está na lei do Senhor...O Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.” (Sal 1)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6330308528352476254?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6330308528352476254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/06/incontrolavel-mas-previsivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6330308528352476254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6330308528352476254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/06/incontrolavel-mas-previsivel.html' title='Incontrolável, mas previsível'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-8494555200215327722</id><published>2010-06-12T18:26:00.003-04:00</published><updated>2010-06-15T07:18:12.545-04:00</updated><title type='text'>Glória condicional - II</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;No texto anterior, refletindo sobre a glória de Deus, afirmei que o divino transforma os lugares e o tempo nos quais Ele habita. Somente mediante a Sua presença elas adquirem características santas e gloriosas. Assim, nenhuma criatura possui glória inerente ou independentemente de Deus. Tanto que sem a presença de Deus, objetos e tempos santos se tornam ordinários novamente. Surge então a questão, quais os motivos que fazem com que Deus habite em Sua glória em certo lugar ou tempo e/ou o abandone? Antes de refletir sobre tais questionamentos, gostaria de escrever um pouco mais sobre a condicionalidade da glória de acordo com as Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;Não era o povo que guiava a glória de Deus&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A glória de Deus está associada ao santuário por razões lógicas. Santuário significa “lugar santo”. A glória de Deus é santa e, portanto, o lugar de Sua habitação é santo. Por isso, a maioria das referências bíblicas acerca da glória de Deus estão associadas ao santuário, seja ele do tempo ou do espaço. No livro de Êxodo, onde aparece pela primeira vez o termo “glória de Deus”, a impressão que temos é que a glória de Deus é móvel e não estática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Por ser móvel, Ela muda. Essa mudança não significa imperfeição, mas atividade. A glória primeiramente habita uma nuvem no céu (Ex.16). Depois Ela, por algum tempo, permanece no monte Sinai (Ex.24:16,17; 33:18), mas após a construção do tabernáculo Ela passa a fazer morada entre os querubins na arca da aliança (Ex.25:8,22; 29:43). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O tabernáculo fora feito de objetos portáteis, facilmente desmontados e montados, facilitando o seu transporte no deserto rumo à terra prometida por Deus. A glória de Deus caminhava com o povo, não permanecia em um lugar, porque Ela tinha um destino final. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;Enquanto esse destino não chegava, a glória se movimentava de acordo com a Sua vontade.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Não era o povo que guiava a glória de Deus, mas o oposto. A nuvem da glória divina se movimenta, guiando Israel (Ex.40:36-38). &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;O povo só andava quando a glória avançava.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; Por cerca de um ano eles permaneceram ao redor do Sinai porque a glória do Senhor permaneceu no monte. Mas quando a glória estava pronta para mover-se, o povo a seguia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Seguir a glória de Deus trazia direção, segurança e vida. Quando alguns se apartaram do arraial, onde a glória do Senhor permanecia, eles acabaram morrendo &lt;/span&gt;(Ex.16; Num.14). Moisés, reconhecendo a importância da presença da glória do Senhor no meio de Israel, clama para que Ela não os deixe (Ex.33:14,15). Tal clamor só foi necessário porque Ela é autônoma. Deus iria deixar Israel. Sem a glória de Deus, os Israelitas estariam perdidos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Comunicação divina de hoje: A glória é independente. Não somos nós quem a controlamos, mas Ela quem deve nos guiar. Perder o foco da glória é morte na certa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-8494555200215327722?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/8494555200215327722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/06/gloria-condicional-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8494555200215327722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8494555200215327722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/06/gloria-condicional-ii.html' title='Glória condicional - II'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-7346630163590495564</id><published>2010-05-22T17:01:00.009-04:00</published><updated>2010-06-12T19:04:28.935-04:00</updated><title type='text'>Glória condicional</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O santuário de Deus é o centro de Sua glória, pois é o local de Sua habitação. Glória existe onde Deus está. Os objetos em si não possuem glória divina a não ser que estejam em contato com o Deus da glória. O arbusto no deserto se tornou santo e glorioso quando Deus habitou nele. O monte Sinai se tornou santo e glorioso quando o Senhor habitou em Seu cume. A tenda do tabernáculo se tornou santa e gloriosa quando Jesus fez morada em seu interior. Sem a presença de Deus, arbusto seria arbusto, monte seria monte, e tenda seria tenda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt; Sem a glória divina, tais objetos seriam apenas mais um entre muitos&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas ao receber a glória divina, tais objetos comuns se tornaram extraordinários. Sem a glória divina, tais objetos seriam apenas mais um entre muitos, esquecido em meio à multidão. Porém, a glória de Deus torna o ordinário em excepcional. O qualquer se torna único. A vegetação no deserto do Horebe morreria desconhecida como qualquer outro arbusto do deserto. &lt;b&gt;O que a fez notória não foi sua origem ou natureza, mas a habitação da glória de Deus.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O arbusto, que tem sua origem com o pecado (arbustos são plantas espinhosas - ver Gn.3:18), é usado pelo Senhor para falar com Moisés. Ainda hoje se faz menção da sarça ardente. O qualitativo ardente define a sarça. &lt;b&gt;A glória de Deus define a existência do santuário&lt;/b&gt;. O lugar é santo porque o Santo Rei da Glória habita em seu meio. A Bíblia é santa e gloriosa porque Deus fala por seu meio. A igreja é santa e gloriosa porque Deus está em seu meio. O homem é santo e glorioso quando o Espírito do Senhor habita em seu meio. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem Deus, sem a glória do Senhor, nenhum desses seres seriam santos ou gloriosos. A Bíblia seria apenas um livro qualquer; a igreja, uma comunidade qualquer; o homem, um animal qualquer. Assim sendo, será que a glória de Deus pode se retirar de sua locação? Se sim, quais os motivos que fazem com que Deus habite em Sua glória em certo lugar e/ou abandone tal espaço? Respostas a tais questionamentos são importantíssimas e requerem cuidadosa atenção. As implicações serão buscadas em futuros textos do comunicação divina.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-7346630163590495564?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/7346630163590495564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/gloria-condicional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7346630163590495564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7346630163590495564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/gloria-condicional.html' title='Glória condicional'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-3926475079603132622</id><published>2010-05-08T17:29:00.009-04:00</published><updated>2010-05-22T17:00:41.943-04:00</updated><title type='text'>Lembra-te do santuário</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembrar do santuário de Deus é o antídoto contra os enganos satânicos, foi a comunicação divina anterior. Mas como lembrar do santuário de Deus? E por que lembrar do santuário de Deus? Ao responder a última questão teremos uma idéia de como responder a segunda. Hoje refiro-me a última para depois refletir sobre a primeira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;blockquote&gt;Os que buscam o santuário de Deus e ao Deus do santuário são vitoriosos...&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As Escrituras Sagradas (Bíblia) em sua narrativa histórica ensina que a rejeição do santuário e do Seu Deus causou destruição e morte. Quando Salomão deixou o templo de Deus para adorar os ídolos nos altos ele se tornou um rei insuportável e autoritário. O resultado foi uma revolta social e a divisão do reino de &lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Israe&lt;/span&gt;l. Os livros de Crônicas e Reis repete a saga dos reis de Judá e Israel após a divisão. Os que aderem ao santuário de Deus e ao Deus do santuário são vitoriosos, porém os que abandonaram a Deus e buscam os ídolos são derrotados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os profetas, principalmente Ezequiel e Jeremias, revelam que a rejeição do templo de Deus fez com que o povo esquecesse da lei do Senhor e do Senhor da lei. O amor ao próximo, a fidelidade, a misericórdia, o perdão, a compreensão, a justiça, a pureza foram abandonadas. Em lugar de tais práticas, a satisfação própria, o prazer incontrolável, a manipulação, o engano, a infidelidade, a injustiça, a violência, a opressão e muito mais tomou conta da sociedade ao redor do templo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isso porque a glória de Deus foi rejeitada no Seu santuário. A casa de Deus nos ensina que a lei de Deus é perfeita e restaura a alma. Ela revela também que todo ser humano é pecador e defeituoso necessitando de purificação e perdão. Através dos sacrifícios e do sacerdote, Deus ensina que Ele oferece a salvação aos homens. O preço do pecado é a morte do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Cristo é o sumo-sacerdote que oferece Seu sangue perante o Pai e clama por nossa aceitação todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;...porém os que abandonam a Deus e buscam aos ídolos são derrotados&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O santuário nos convida a deixar nossos desejos e vontades más sobre o altar e sair renovado. É por meio do ritual do juízo e a purificação do santuário que aprendemos que aquele que confessa seu pecado será perdoado. E Deus há de fazer justiça aos que continuam em sua iniqüidade. Foi quando Asafe assistiu aos ritos da expiação que ele entendeu o fim do mundo e a aparente prosperidade dos ímpios. Pois o templo de Deus deixa claro o passado, o presente e o futuro. &lt;b&gt;Sem compreender suas mensagens os homens andam incertos e inseguros&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso que Satanás sempre usou de seus mais meticulosos enganos para afastar o homem do santuário. Pois ao desviar as mentes dos homens do templo de Deus, todos os princípios de prosperidade serão esquecidos. Sem o santuário esquecemos nossa origem, nossa presente situação e nosso futuro glorioso. O mundo que esqueceu o templo de Deus sugere que nossos progenitores foram amebas, e que nosso futuro é a morte. Mas o santuário nos lembra que somos feitos à imagem de Deus e precisamos retornar a refletir Sua glória.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comunicação divina de hoje: Lembrar do santuário nos mostra a verdadeira compreensão da realidade&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-3926475079603132622?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/3926475079603132622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/lembra-te-do-santuario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3926475079603132622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3926475079603132622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/lembra-te-do-santuario.html' title='Lembra-te do santuário'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-7864961071259982622</id><published>2010-05-06T08:31:00.002-04:00</published><updated>2010-05-08T17:28:46.158-04:00</updated><title type='text'>o santuário esquecido...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Por causa da idolatria de Salomão e Israel, a glória do Senhor abandona o templo. No Grande Conflito, parecia que Satanás estava para vencer. Na época de Elias, Satanás reinava supremo, enquanto o altar do Senhor se encontrava em ruínas. Por meio de Baal, Astarote, Jezabel e Acabe, o inimigo de Deus fez prosperar o engano, a violência, a injustiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;b&gt;a iniquidade chegou a um ponto insuportável por rejeitarem os conselhos do Senhor,&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Deus prometera a vinda do Messias salvador por meio dos filhos de Abraão, mais especificamente pela linhagem de Davi e Salomão. E Satanás desejava aniquilar a promessa divina. Atalia, filha de Jezabel, tenta assassinar a Joás, descendente de Salomão. O pecado tenta destruir a salvação. Porém, Joás é salvo no santúario, escondido no templo pelos sacerdotes que temiam ao Senhor. Mas nem todos adoravam ao Criador no santuário. A maioria preferia os altares dos deuses pagãos nos montes espalhados por toda a Palestina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Apesar de Deus enviar vez após vez profetas a fim de alertar o mundo de sua situação, assim como na época de Noé, os homens preferiram as trevas à luz. Por sua escolha, o príncipe das trevas dominava. Nos dias de Isaías a iniquidade chegou a um ponto insuportável. Por rejeitarem os conselhos do Senhor, Israel é destruído pelos Assírios no ano 722 a.C. e o reino de Judá caminhava para o mesmo caminho. Porém a glória do Senhor aparece novamente. E onde ela surge?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;No tempo de Isaías o Senhor se revelou no santuário. Como nos dias de Salomão, quando a glória do Senhor enchera o templo e de lá toda a prosperidade fluiu às nações.&lt;b&gt; É pelo santuário de Deus que as bençãos nos alcançam. O santuário é o centro das atividades divinas.&lt;/b&gt;Quando ele é perdido de vista Deus é esquecido e o pecado reina com todo o seu sofrimento. Creio que muitos dos sofrimentos de hoje são resultados do esquecimento do santuário e de sua mensagem. O Alzheimer satânico gera consequências nefastas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;A comunicação divina de hoje - Lembrar do santuário de Deus é o antídoto contra os enganos satânicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-7864961071259982622?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/7864961071259982622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/o-santuario-esquecido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7864961071259982622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7864961071259982622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/o-santuario-esquecido.html' title='o santuário esquecido...'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-677131047064739305</id><published>2010-05-06T08:28:00.000-04:00</published><updated>2010-05-06T08:29:15.736-04:00</updated><title type='text'>Plano abortado...em partes...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Refletimos a glória de quem adoramos. Israel, contemplando aos ídolos e a prosperidade das nações pagãs, se tornou como eles. O poder das nações pagãs pareciam mostrar empiricamente que os deuses deles realmente funcionavam. A riqueza material e o prazer sensual dos cultos idólatras chamaram a atenção dos Israelitas que buscavam prazer imediato sem considerar o futuro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;O plano de Deus, no entanto, era uma história duradoura, um domínio de influência. Por meio dos descendentes de Abraão, o Criador desejava abençoar todas as famílias da terra. Deus prometeu a Moisés que Israel não sofreria mal enquanto estivesse confiando nEle. O que eles deveriam manter em mente era o grande conflito entre Deus e Satanás, entre o pecado e a vida. Os Israelitas deveriam ser os representantes do Criador à humanidade caída.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;O plano divino foi experimentado em partes no reino de Salomão. Com sabedoria dos céus e a edificação do santuário, o Senhor abençoa aos israelitas. A glória do Senhor enche o templo e paz reina sobre Israel. O reino cresce em território, riqueza e paz, de tal forma que reis vieram de longe para saber a razão de tal proeza. Ao aprenderem de Salomão e do santuário sobre o Deus dos céus, eles voltavam a suas terras, exaltando o Criador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Porém, Satanás entra em cena apelando aos prazeres pecaminosos de Salomão. Milhares de mulheres o levaram a praticar idolatria, adultério, e até sacrifício humano. O sábio se torna louco e a glória de Deus é transformada em mentira. Por causa da infidelidade humana, Deus tem que esperar mais um pouco para fazer com que a terra reine em paz. Os filhos de Salomão e os Israelitas arcam com as consequências da desobediência. O reino se divide em dois, e a violência toma conta do planeta novamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;A comunicação divina de hoje - Posso adiar os planos de Deus por minha infidelidade, e isso afetará a vida de milhares.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-677131047064739305?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/677131047064739305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/plano-abortadoem-partes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/677131047064739305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/677131047064739305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/05/plano-abortadoem-partes.html' title='Plano abortado...em partes...'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6751322438679792466</id><published>2010-04-26T14:08:00.002-04:00</published><updated>2010-04-26T14:09:54.357-04:00</updated><title type='text'>Jabor tem juízo????</title><content type='html'>&lt;iframe src='http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2010%2Fcolunas%2Fjabor_100420&amp;OAS_sitepage=cbn/comentarios/arnaldojabor' width='475' height='193' marginheight='0' marginwidth='0' frameborder='0' scrolling='no' bgcolor='#CCCCCC'/&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6751322438679792466?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6751322438679792466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6751322438679792466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6751322438679792466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/blog-post.html' title='Jabor tem juízo????'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6780379696860725686</id><published>2010-04-17T17:17:00.010-04:00</published><updated>2010-04-24T18:40:54.348-04:00</updated><title type='text'>Refletindo a glória</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio a iniqüidade dos homens, o Senhor relembra ao profeta que Ele, acima de qualquer outro, está interessado com o bem-estar da humanidade. Triste e irado com a situação de pecado de Sua criação, Deus chama Isaías para revelar a Sua glória. O Senhor dá uma visão acerca de Sua santidade para deixar bem claro que todo o sofrimento no mundo e no meio do Seu povo é decorrência do pecado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao revelar o Seu caráter puro, Deus é contrastado com a natureza violenta e a rebelião dos homens. Os pecados de Israel e das nações vizinhas são revelados para todos verem quem são os responsáveis por todo o mal que está acontecendo, os ídolos usados por Satanás. A glória dos ídolos e a glória de Deus produzem resultados opostos, pois os ídolos e os homens são passageiros, enquanto que a Palavra do Senhor permanece para sempre. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;o sofrimento no mundo e no meio do Seu povo é decorrência do pecado.&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isaías aparece perante Deus no templo como representante de Israel, a comunidade divina. Impuro, Isaías não consegue falar. Israel prostituido com as orgias pagãs também não cumpre sua missão de testemunhar do Criador e do plano da salvação por meio do santuário. Porém, Deus vem, não apenas para mostrar a sujeira, mas para removê-la. Com um tição removido do altar, o mensageiro do Senhor é purificado. A dor traz a cura, para que ele fale da glória.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa dinâmica de impureza, revelação do caráter de Deus, purificação e proclamação é desenvolvida nos capítulos 7 até o 39. Quando Israel confia no Senhor, a glória eterna é revelada. Porém, quando eles se apegam aos ídolos e às nações estrangeiras, a prosperidade é fulgaz. Pois Deus é o Criador eterno e os objetos humanos são criaturas passageiras. Os resultados que seguem são lógicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo da manifestação da glória divina era a vinda do Messias, o Emanuel prometido no capítulo 7. E com ela, bençãos seriam distribuídas à todas as nações da terra por meio do santuário em Jerusalém. Mas como veremos depois, o fim da história é trágico e o rei Ezequias perde uma grande oportunidade de realizar a vontade de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A comunicação divina de hoje - A glória que refletimos está associada à natureza de quem adoramos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6780379696860725686?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6780379696860725686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/refletindo-gloria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6780379696860725686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6780379696860725686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/refletindo-gloria.html' title='Refletindo a glória'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-1542533632947080021</id><published>2010-04-17T16:11:00.011-04:00</published><updated>2010-04-17T20:16:02.323-04:00</updated><title type='text'>Que situação!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Deixei o livro de Isaías no capítulo 39, refletindo sobre a glória de Deus. Até aqui descobri que a glória de Deus surge em momentos de prova para testar a fidelidade do homem que está em pecado. Responder positivamente ou negativamente às manifestações divinas determinam nosso futuro. Assim, não é Deus quem causa o sofrimento mas Ele o usa para purificar o homem do pecado e da morte. É num desses momentos de sofrimento e morte que Deus aparece a Isaías.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A glória de Deus aparece no auge da opressão Assíria sobre a região do Oriente Médio. Nos reinos de TiglatPileser III, Shalmanaser, Sargão II e Senaqueribe o império Neo Assírio é fortalecido e domina desde o Egito até a Pérsia. Seu exército era famoso por causa de suas crueldades militar com seus inimigos. Arrancar os olhos do reis rebeldes, empalar homens, queimar cidades inteiras eram apenas algumas dos meios usados para aterrorizar as pessoas. E os Israelitas estavam entre esses que eram ameaçados pelos terroristas Assírios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mas o perigo maior não estava fora dos muros da cidade. Os reis e nobres ficavam ricos a custa da exploração da população. Os políticos aumentavam o imposto, desviavam o dinheiro dos que necessitavam para os seus prazeres. Isso te parece familiar?! À medida que crescia o comércio interno e as relações exteriores, a avareza e o desejo de ficar cada vez mais rico também. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A liderança do governo junto com o sistema judiciário trabalhavam não pela justiça mas pelo interesse próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Mesmo com mensagens enviadas de Deus através de Amós, Miquéias, Oséias e Isaías, a crueldade continuava nas ruas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E se alguém desejasse fugir do mal correndo para o templo, perceberia logo que lá dentro a situação era pior. &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nos centros religiosos os sacerdotes oprimiam as viúvas e os pobres pedindo a cada dia mais dinheiro e oferecendo cada vez menos paz e Deus&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Vasos e mais vasos eram enchidos com o dinheiro daqueles que viam adorar. Em troca, uma religião meritória e de prazer sensual era oferecida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Enquanto que a injustiça e a impureza permeia os meios de comunicação de massa...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Em aliança com os reis eles faziam parte de uma corrupção social dominada pela idolatria. Ídolos estes que estavam espalhados por todas as cidades. Suas propagandas eram vistas de longe. Sensualidade e prazer eram o apelo. De longe a fumaça de sacrifícios humanos subiam como publicidade das orgias e sacrifícios humanos oferecidos nos altos dos montes da Palestina, a terra da promessa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;... o profeta não se conforma e sensível ao que está acontecendo clama ao Deus dos céus por uma resposta&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;É nesse cenário que Isaías vai ao templo em busca de Deus. Enquanto a injustiça e a impureza permeiam os meios de comunicação de massa, em meio ao caos, o profeta é um daqueles que não se conforma com a maldade e sensível ao que está acontecendo clama a Deus dos céus por uma resposta. Deus responde manifestando Sua glória. Quero me tornar um Isaías e ver a glória de Deus!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comunicação divina de hoje - a glória de Deus é manifestada quando nos indignamos contra a injustiça &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-1542533632947080021?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/1542533632947080021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/deixei-o-livro-de-isaias-no-capitulo-39.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1542533632947080021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1542533632947080021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/deixei-o-livro-de-isaias-no-capitulo-39.html' title='Que situação!'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6218601735301201489</id><published>2010-04-03T13:54:00.006-04:00</published><updated>2010-04-03T18:58:56.171-04:00</updated><title type='text'>Feliz páscoa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas últimas semanas estive ocupado com os requisitos do mestrado e não postei nada. Porém, pretendo, nesta nova semana, continuar minha jornada sobre a glória de Deus. Através do livro de Isaías continuarei algumas reflexões e logo em seguida, refletirei sobre a glória no livro de Ezequiel. Esses homens que viram a Deus tem muito a nos ensinar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumindo e já adiantando o que tenho aprendido, glória de Deus é a manifestação de Sua presença. Essa manifestação gloriosa modifica todas as coisas para o bem ou para o mal, dependendo da resposta voluntária da criação. A glória de Deus pode ser manifestada de diversas formas, inclusive fiquei surpreso com o método usado por Deus no livro de Ezequiel. Mas a maior dessas manifestações gloriosas ocorre nos Evangelhos. Cristo, o Messias, Deus em carne, o menino Jesus, o mestre crucificado, o carpinteiro ressurreto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;Essa manifestação gloriosa modifica todas as coisas para o bem ou para o mal, dependendo da resposta voluntária da criação&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E nessa semana, temos o privilégio de comemorar a glória de Deus. A páscoa é uma festa divina, instituída por Deus, que tem sua origem no Egito cerca de 3500 atrás. Naquela época, as famílias de Jacó eram oprimidas e maltratadas por um faraó que rejeitara o Deus de José. Ao clamarem ao Senhor, a glória de Deus é manifestada. Sinais e milagres, pragas e livramento deixaram claro a todos no Egito que o Deus de Israel estava bem vivo e ativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E para lembrar a Israel para sempre desses gloriosos atos, Deus ordena a Moisés a celebração da páscoa. Comemorando o dia do livramento da opressão do Egito, cada família deveria sacrificar um cordeiro e colocar o sangue do cordeiro sobre as umbreiras (limites da porta), significando que apenas o sangue do sacrifício de Jesus liberta o homem do cativeiro do pecado. Páscoa simboliza, portanto, não somente a glória de Deus no Egito, mas a glória de Deus na cruz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a revelação da glória de Deus não terminou na cruz, ela aparecerá de forma ainda mais forte e livrando a todos os homens para sempre...feliz páscoa a todos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6218601735301201489?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6218601735301201489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/feliz-pascoa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6218601735301201489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6218601735301201489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/04/feliz-pascoa.html' title='Feliz páscoa'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-3497433182252634419</id><published>2010-03-18T10:35:00.005-04:00</published><updated>2010-03-18T10:42:40.089-04:00</updated><title type='text'>Jesus, glória de Deus</title><content type='html'>&lt;div&gt;Para refletir sobre a glória de Deus&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="480" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yzqTFNfeDnE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yzqTFNfeDnE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-3497433182252634419?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/3497433182252634419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3497433182252634419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3497433182252634419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/blog-post.html' title='Jesus, glória de Deus'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-2250959583535793197</id><published>2010-03-14T10:43:00.006-04:00</published><updated>2010-03-14T11:07:50.761-04:00</updated><title type='text'>O sucesso da irracionalidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.acceleratingfuture.com/michael/blog/images/pi.PNG"&gt;&lt;img style="text-align: justify;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; cursor: pointer; width: 500px; height: 480px; " src="http://www.acceleratingfuture.com/michael/blog/images/pi.PNG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Ao abrir a internet hoje descobri que hoje (14 de março) é o dia do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(34, 34, 34); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;img class="alignnone" title="π" src="http://www.piday.org/images/littlepi.gif" alt="π" width="15" height="14" /&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;De acordo com o site piday.org este dia é comemorado pelos matemáticos de todo o mundo. Eles celebram o sucesso da matemática como ciência. Disciplina esta que permitiu a existência do computador, da física e química experimental e muitas outras descobertas. Realmente não podemos fugir da matemática.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;E como símbolo desse sucesso foi escolhido a letra &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(34, 34, 34); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;img class="alignnone" title="π" src="http://www.piday.org/images/littlepi.gif" alt="π" width="15" height="14" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(34, 34, 34); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;(PI) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);   "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;do alfabeto grego. Lembrando o que aprendi na escola, o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(34, 34, 34); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;img class="alignnone" title="π" src="http://www.piday.org/images/littlepi.gif" alt="π" width="15" height="14" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);   "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; é símbolo da razão entre o raio da circunferência de um círculo pelo seu diâmetro. O que me intriga é que o resultado desse cálculo é um número infinito. Ou de acordo com o site oficial do PI day, "um número irracional". Ou seja, um número que continua pela eternidade sem repetir. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(34, 34, 34); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Pi = 3.1415926535…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#222222;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Interessante como até a ciência mais precisa, como a matemática, precisa do reconhecimento do infinito e da irracionalidade para entender o concreto e físico. Vejo que a irracionalidade também é bem sucedida. Por que então a reluta de tantos de aceitar um Ser infinito que também contribui tanto para a nossa vida? Vou comemorar junto com os matemáticos o sucesso da irracionalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-2250959583535793197?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/2250959583535793197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/o-sucesso-da-irracionalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/2250959583535793197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/2250959583535793197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/o-sucesso-da-irracionalidade.html' title='O sucesso da irracionalidade'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4454632323886513967</id><published>2010-03-14T10:07:00.009-04:00</published><updated>2010-04-17T20:13:51.140-04:00</updated><title type='text'>Olhar para Deus também cura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A glória de Deus revela a origem do mal e do sofrimento. Ao ver a glória de Deus Isaías sofre, mas também resolve seu problema, ele é purificado. Deus em Sua glória não só revela a condição maldita do ser humano mas oferece a solução para o sofrimento. A solução está intimamente ligada a glória, a presença divina. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso é demonstrado até pela estrutura do livro. Em um artigo esclarecedor, John N. Oswalt mostra que a visão do capítulo 6 é um protótipo do que ocorre no restante de todo o livro.  Isaías representa Israel, impuro, pecador que reconhece seu estado somente mediante a revelação da santidade de Deus. Os capítulos 7 a 39 são revelações dessas duas realidades, o pecado de Israel e o caráter santo de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Quando se perde o referencial da glória de Deus o resultado inevitável é o sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Israel que havia sido escolhido por Deus para dá glória ao Criador de todas as coisas, e mostrar o amor desse Deus a toda a humanidade, falha ao perderem o referencial. De acordo com esses capítulos, Israel troca a glória do Criador pela glória das criaturas. Nos dois últimos capítulos dessa seção a falha de Israel é exemplificada pelo seu representante, o rei Ezequias. Quando os babilônicos visita a Jerusalém, ele glorifica a si e suas riquezas materiais enquanto a glória de Deus é esquecida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como resultado o rei fica doente e morre. Israel é levado cativo junto com todas suas riquezas para Babilônia, o que aconteceu no ano 605 a.C. O que aprendi com tudo isso é que quando contemplamos e atribuímos glória e poder às criaturas ao invés do Criador, sofremos. Guerras entre nações são geradas pelo egoísmo, briga familiar também, pobreza e violência sociais podem ser atribuídas a falta de compaixão e orgulho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se perde o referencial da glória de Deus o resultado inevitável é o sofrimento. No entanto, como a segunda metade do livro de Isaías mostra (e que comentaremos mais tarde), quando a glória do Senhor está presente na vida de uma nação, o resultado inevitável é a paz. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comunicação divina de hoje - contemple a glória de Deus e Ela te dará o que você tanto busca.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4454632323886513967?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4454632323886513967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/olhar-para-deus-tambem-cura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4454632323886513967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4454632323886513967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/olhar-para-deus-tambem-cura.html' title='Olhar para Deus também cura'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4156136402032654889</id><published>2010-03-13T18:29:00.007-05:00</published><updated>2010-03-14T11:07:26.904-04:00</updated><title type='text'>A glória de Deus e a causa do sofrimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em minha busca procurando ver a Deus continuo no livro de Isaías refletindo sobre Sua glória. Comecei esse jornada procurando a Deus por causa dos questionamentos humanos acerca do sofrimento. E pensei que talvez se eu O visse poderia entender o pouco melhor a razão de tanto sofrimento e morte. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;O que tal lógica ignora é a razão do sofrimento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira surpresa foi descobrir que ao olhar para Deus em Sua glória, muitos sentem dor. Bem o oposto do que procurava, mas parece ser este o padrão. Isaías sentiu dor, como escrevi anteriormente. Daniel também ao ver a Deus sente-se fraco (Dan.10:8), Ezequiel cai (1:28), bem como o discípulo João que sente como estivesse morto (Apoc. 1:17). Em todos esses casos a manifestação da glória de Deus produz desconforto, dor e sofrimento. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas seria a glória de Deus ruim? Essa é a resposta pronta de muitos homens que ao sofrerem na vida não acreditam no Deus da Bíblia. Marx, Freud, Nietzsche e muitos outros culpam a Deus, ou a crença nEle como a razão de todo sofrimento. E seguindo o exemplo destes, ainda é comum eu escutar alguém questionando a existência de Deus por causa do sofrimento.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que tal lógica ignora é a razão do sofrimento, o que a visão de Isaías no ajuda a entender. Esse sofrimento é decorrente da impureza do profeta e do seu povo, Israel. Ao presenciar a glória divina em Sua santidade e pureza, o contraste é marcante. A impureza do seu pecado, de sua dessemelhança com Deus, gera uma dor profunda. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;É comum escutar alguém questionando a existência de Deus por causa do sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com as Escrituras o pecado é a causa do sofrimento humano. O homem fora criado perfeito por um Deus perfeito, porém a desobediência e a escolha humana em abandonar a Deus gerou morte. Tsunamis, terremotos, enchentes, câncer, Aids, nada disso é gerado pela glória de Deus. Pelo contrário, em todos os exemplos mencionados acima, percebo que a glória de Deus elimina o sofrimento do pecado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus purifica a Isaías com uma brasa, fortalece e levanta a Daniel, Ezequiel e João. E ainda mais,  a todos esses que viram a glória de Deus, uma mensagem de conforto e esperança é enviada. Deus se preocupa com o sofrimento humano e envia mensageiros de esperança para mostrar a humanidade que Ele tem a solução para todos os problemas, basta confiar na glória do Senhor. Sobre essa solução refletirei um pouco mais em breve.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4156136402032654889?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4156136402032654889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/gloria-de-deus-e-causa-do-sofrimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4156136402032654889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4156136402032654889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/gloria-de-deus-e-causa-do-sofrimento.html' title='A glória de Deus e a causa do sofrimento'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-3791821367933498499</id><published>2010-03-06T18:24:00.004-05:00</published><updated>2010-03-06T18:30:39.917-05:00</updated><title type='text'>Vi a Deus e doeu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho refletido sobre a glória de Deus através daqueles que já a viram. Em minha jornada resolvi esse sábado sair um pouco do livro de Êxodo e viajar pelo livro do profeta Isaías para ver um pouco mais dessa glória. Minha jornada não foi em vão e maior luminosidade surgiu em meu caminho. Pois o capítulo 6 de Isaías relata mais um que viu a glória de Deus.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Assim que ele vê a Deus ele sente dor.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contemplar a maldade do seu povo ele busca o santuário. Em meio a tanta injustiça e iniquidade, Isaías se questiona se os planos de Deus para com Seu povo se realizariam. Nessa semana de tanto sofrimento e mais terremotos muitos também perguntam o que será de amanhã? Estará Deus envolvido no bem-estar da humanidade? Isaías havia buscado o lugar certo para obter tais respostas.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio aos seus pensamentos, Isaías é levado ao céu. Ele avista no santuário celestial Aquele que é invisível aos olhos de seus conterrâneos. "Santo, santo, santo, é o Senhor dos Exércitos, toda a terra está cheia de Sua glória." Assim que ele vê a Deus ele sente dor. "Aí de mim!" Será que este é o resultado natural da visão da glória de Deus? Estaria eu disposto a sofrer para ver? Por que dor?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;Vejo que Deus não é cego aos sofrimentos humanos, eu que sou cego quanto ao amor divino. E reconhecer isso dói.&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A dor veio pelo contraste e pela luminosidade. Assim como uma pessoa que fica trancada num lugar fechado e escuro por dias sente dor ao contemplar o sol do dia (experimente ligar a luz forte de seu quarto assim que você acorda no meio da noite escura) Isaías sente dor ao ver a glória de Deus. Isaías viu a santidade divina Deus em contraste com sua pecaminosidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus era puro, santo, bom, justo, misericordioso, gracioso, eterno, amoroso, perdoador, redentor...e tudo isso condenou Isaías e seus familiares Israelitas. Em meio a tanta dor e sofrimento causado pela maldade dos homens, a visão da glória de Deus não diminuiu a dor de Isaías, apenas intensificou-a. Mas a fonte da dor mudou. Não mais era ele o inocente clamando por justiça, mas o pecador pedido por clemência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descobri que em meio aos meus questionamentos sobre Deus em meio a maldade do mundo, a glória de Deus surge em minha vida para mudar o foco. Ao ver a Deus vejo que mereço ainda mais do que está acontecendo de ruim. Vejo que Deus não é cego aos sofrimentos humanos, eu que sou cego quanto ao amor divino. E reconhecer isso dói.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-3791821367933498499?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/3791821367933498499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/vi-deus-e-doeu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3791821367933498499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3791821367933498499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/03/vi-deus-e-doeu.html' title='Vi a Deus e doeu'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-1134831648723487984</id><published>2010-02-23T19:46:00.002-05:00</published><updated>2010-02-23T19:48:46.934-05:00</updated><title type='text'>Cibercultura</title><content type='html'>&lt;div&gt;Vale a pena conferir bela entrevista sobre cibercultura com Eugênio Trivinho. Qual o impacto do twitter ou orkut sobre a violência e seu emprego? E sobre religião?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/18607_A+INCLUSAO+DIGITAL+E+UMA+UTOPIA+?pathImagens=&amp;amp;path=&amp;amp;actualArea=internalPage"&gt;http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/18607_A+INCLUSAO+DIGITAL+E+UMA+UTOPIA+?pathImagens=&amp;amp;path=&amp;amp;actualArea=internalPage&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-1134831648723487984?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/1134831648723487984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/cibercultura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1134831648723487984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1134831648723487984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/cibercultura.html' title='Cibercultura'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-3502948834591697683</id><published>2010-02-23T18:06:00.005-05:00</published><updated>2010-02-23T18:13:19.025-05:00</updated><title type='text'>Morrer pra quê?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Estive olhando algumas noticias no site G1 da globo e fiquei aterrorizado com dois casos de morte. Infelizmente ficar sensibilizado com morte é difícil hoje em dia com tanto relato de morte nos jornais. Mas Deus não deixa passar desapercebido. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de comentar esses dois casos. O primeiro ocorreu na Vezezuela. Cito primeiro parágrafo (lide) da reportagem: &lt;i&gt;Um estudante de 28 anos morreu na madrugada desta terça-feira (26- janeiro) em Mérida, oeste da Venezuela, em um protesto realizado depois da suspensão do sinal do canal RCTV, informou ao canal oficial VTV o governador do Estado, Marcos Díaz Orellana. Horas antes, outro jovem de 15 anos, Yosinio Carrillo, militante do Partido Socialista também morreu em confronto com o governo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que me deixa pertubado não é somente a brutalidade do governo Comunista, mas a causa de tais mortes. No passado pessoas morriam pela liberdade de seu país, ou pela vida de seus familiares ou de seus deuses. Em todos esses casos, pessoas morrem por uma causa que eles deram maior importância que suas vidas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual a causa que motivou dezenas de estudantes venezuelanos a se rebelarem e 2 deles morrerem? Televisão. Será que vale a pena morrer por uma telinha e programas de entretenimento? Talvez tenham morrido pela liberdade de expressão, causa nobre, porém sou um pouco cético quanto a isso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;Fico pensando quantos daqueles jovens morreriam pelo seus familiares ou por sua religião/Deus?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na pós-modernidade mais pessoas gastam suas horas na televisão e entretenimento que qualquer outra coisas. Casamentos, filhos, estudos, religião são sacrificados. Creio que o martírio dos jovens venezuelanos seja uma representação lastimável dos valores atuais. Fico pensando quantos daqueles jovens morreriam pelo seus familiares ou por sua religião/Deus? Você morreria por uma dessas causas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de responder essa pergunta afoitamente, considere o segundo caso. Também do site G1, &lt;i&gt;Um casal de Oregon City, nos Estados Unidos, foi condenado por assassinato resultante negligência criminosa, depois de deixar o filho de 16 anos morrer sem procurar ajuda médica. Jeff e Marci Beagley são membros da igreja local Seguidores de Cristo, que prega a cura pela fé e rejeita cuidados médicos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;blockquote&gt;O fato é que todos morreremos cedo ou tarde pela causa que julgamos valer a pena.&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que você acha? Eles sacrificaram em nome de Deus. Uma causa muito nobre para alguns, que talvez justifique o ato. Porém na visão dos júri a causa não foi tão justa assim, 12 dos jurados condenaram o casal. O curioso foi o depoimento do único jurado que falou com a imprensa, de acordo com a reportagem do G1.&lt;i&gt; Robert Zegar, disse que nenhum deles acredita que o casal seja “do mal”. “Eles apenas tomaram a decisão errada”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que você acha dessa colocação? Creio que os pais não tinham o direito de sacrificar o filho por sua crença, ao menos que o filho também aceitasse a decisão dos pais. Não quero defender ou condenar a causa da morte, apenas queria ressaltar o papel da liberdade de escolha. Mas o que constato também é que ainda há pessoas que desejam sacrificar suas vidas por suas crenças religiosas num mundo tão secular. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pessoas morrem por entretenimento, outras por religião. O fato é que todos morreremos cedo ou tarde pela causa que julgamos valer a pena. Jesus morreu por você, por qual causa você morreria?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-3502948834591697683?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/3502948834591697683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/morrer-pra-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3502948834591697683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3502948834591697683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/morrer-pra-que.html' title='Morrer pra quê?'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4250200067582935173</id><published>2010-02-21T10:46:00.004-05:00</published><updated>2010-02-21T10:51:55.576-05:00</updated><title type='text'>problema de comunicacao</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Problemas de comunicação...lembre-se disso quando for conversar com alguém. Muito boa, essa, valeu marlon pelo link: &lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;http://lolbot.net/pix/3726.jpg&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4250200067582935173?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4250200067582935173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/problema-de-comunicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4250200067582935173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4250200067582935173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/problema-de-comunicacao.html' title='problema de comunicacao'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6298245938334226171</id><published>2010-02-20T18:36:00.004-05:00</published><updated>2010-03-06T17:38:36.604-05:00</updated><title type='text'>Eu quero ver a Deus</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_JpbZjqaoBEA/SxF828tkPqI/AAAAAAAANJA/4KzKnqNogSc/s400/safira2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 256px; height: 236px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JpbZjqaoBEA/SxF828tkPqI/AAAAAAAANJA/4KzKnqNogSc/s400/safira2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho refletido sobre Deus. Quem é Deus? Como Ele se parece? Como Ele age? Após alguns incidentes ruins que aconteceram com pessoas próximas a mim, e o evento no Haiti, essas perguntas vieram novamente à minha mente. Digo novamente pois já me perguntei por várias vezes sobre Deus. Apesar de ser cristão Adventista de berço, sempre tive curiosidade sobre a divindade. Se somente pudesse ver a Deus face a face poderia perguntar para Ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fui à Bíblia (um bom começo, não acha!?) e comecei a ler desde o início. Ao chegar no livro de Êxodo, algo me chamou a atenção. Nunca vi a Deus pessoalmente, apesar de sempre ter esse desejo, não sei você?! Os Israelitas viram a Deus, e Moisés falava face a face com Ele. Fico imaginando se eu estivesse nesse momento único da história. Pois até então, não há relatos históricos que mostrem um grupo tão grande de pessoas vendo de maneira tão clara à divindade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns podem até questionar o evento, porém sou um "pouco" pós-moderno e acredito na validade das experiências pessoais. Prefiro dar crédito ao testemunho Mosaico. Em Êxodo 24:10, Moisés afirma que ele e mais 73 líderes do povo de Israel "viram" a Deus. Impressionante o relato! Nem o mais ateu empiricista deste século duvida a validade da visão humana. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que eles viram? Os pés de Deus sobre o monte Sinai, no deserto da Arábia, e um pavimento de azul safira. Todas as rochas tocadas por Deus haviam se tornado azuis. (Economizando seu tempo no &lt;i&gt;google,&lt;/i&gt; coloquei uma imagem de safira, caso nunca tenha visto uma) Deus estava em volta a um corpo fumegante cujo todos os Israelitas viam à distância (Ex.24:17). O fogo da presença de Deus transformara as rochas do Sinai.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era a glória de Deus. Ela aparece aos Israelitas nos momentos mais difíceis. No momento de dúvida da existência divina e humana, a glória de Deus surgiu.  O livro de Êxodo é sobre a glória de Deus. Sua presença permeia todo o livro. E quando ela entra em contato com a criação, ela trasforma a natureza das coisas. Quero ser transformado, e por isso, continuo em minha jornada espiritual contemplando a glória de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim que tiver mais inspiração compartilho um pouco mais das coisas que tenho "visto", para que você também se empolgue e comece a contemplar a glória de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6298245938334226171?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6298245938334226171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/eu-quero-ver-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6298245938334226171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6298245938334226171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/02/eu-quero-ver-deus.html' title='Eu quero ver a Deus'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JpbZjqaoBEA/SxF828tkPqI/AAAAAAAANJA/4KzKnqNogSc/s72-c/safira2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-645332196255160384</id><published>2010-01-23T16:06:00.009-05:00</published><updated>2010-02-20T19:21:45.646-05:00</updated><title type='text'>o Deus de porcelana</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Calibri;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1192776-7823-VEJA+IMAGENS+DO+DESABAMENTO+DE+UMA+IGREJA+NO+HAITI,00.html&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/S1togj2TOFI/AAAAAAAAADE/MZddTCvnUz8/s200/crucifix1.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 113px; height: 200px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430048684313360466" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Calibri;font-size:medium;"&gt;O link acima mostra o inicio do terremoto no Haiti. Filmado por um oficial brasileiro da ONU, em frente à igreja Católica onde Zilda Arns palestrava, as imagens mostram os destroços do lugar onde se adorava a Deus. O local onde se reuniam para ajudar o próximo agora estava em ruínas. Os entulhos se amontoam em cima dos corpos inertes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:Calibri;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;As pessoas correm e gritam desesperados sem saber o que fazer. Em meio a poeira e a destruição outro corpo inerte está intacto. Mas esse corpo não é de carne e sangue. Em meio ao terremoto a cruz de Cristo continua em pé. Alguns que andam sem rumo olham para o corpo que parece inabalado com a situação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;blockquote&gt;Em meio ao terremoto, a cruz de Cristo continua em pé.&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:Calibri;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ao olharem o crucifixo eles caem prostrados em frente ao Jesus levantado entre os céus e a terra. Os gritos de aflição clamam para que o Deus de porcelana saia do madeiro e se compadeça dos aflitos. Mas será que o Deus da cruz pode ajudar? Será que Ele escuta os gritos dos aflitos? O profeta Isaías ao contemplar a aflição dos homens afirma, “Em toda suas aflições, Ele foi aflingido.” (Is.63:9)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:Calibri;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O crucifixo nos lembra da preocupação de Deus para a humanidade sofrida. Enviando o Seu Filho para morrer e sofrer, Deus mostra que Ele sofre junto com a humanidade. Assim como as imagens nos mostra, o terremoto não conseguiu abalar a cruz de Cristo. Ela continua em pé, bem alto para todos verem e buscarem ajuda. Firme como nunca antes os símbolos nos lembram que &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;é no momento de maior aflição que Deus se manifesta mais poderosamente.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:Calibri;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A cruz intacta no terremoto é um lembrete inequívoco que Cristo está em pé. Ele agiu no passado e continua a agir. Em meio a todo esse sofrimento, Jesus continua a amar Seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ao contrário da imagem no Haiti, o Jesus da cruz não é de porcelana. Ele está bem ativo e vivo.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:Calibri;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Através das Cruz Vermelha, da Adra e de muitos cristãos ou não cristãos, Jesus se manifesta e atende os clamores dos aflitos. E você, tem ajudado aos aflitos ao redor de sua casa? Ou como aquele ser de porcelana continua inerte em meio a todo o sofrimento ao seu redor? As nossas ações manifestam que tipo de Deus adoramos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:Calibri;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A cruz de porcelana nos comunica que “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;naquilo que Ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados...porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemos-nos pois confiadamente ao trono de graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça em ocasião oportuna.” (Hebreus 2:18;4:15,16 – ARA). &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E que melhor ocasião para buscarmos a Deus que nos momentos de aflição!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-645332196255160384?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/645332196255160384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/01/o-deus-de-porcelana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/645332196255160384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/645332196255160384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/01/o-deus-de-porcelana.html' title='o Deus de porcelana'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/S1togj2TOFI/AAAAAAAAADE/MZddTCvnUz8/s72-c/crucifix1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4697083005140906792</id><published>2010-01-22T20:33:00.002-05:00</published><updated>2010-01-23T13:52:29.775-05:00</updated><title type='text'>Refletindo 2010</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormalCxSpFirst" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O terremoto de 12 de janeiro não abalou somente a capital da ilha Hispaniola, mas a fé de muitos num Ser superior. Calculado em mais de 7 pontos na escala Hichter&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e com uma estimativa de 200 mil mortos, o abalo sísmico no Caribe foi sentido bem longe e afetou a vida de milhões de pessoas no mundo inteiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Pois com uma catástrofe como essa a fé de muitos se abala. Indagamos sobre a autenticidade da pregação cristã e o caráter de Deus. Como pode Deus permitir tantas pessoas morrerem se Ele poderia evitar? É Deus todo-poderoso? Ele é bom? &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Perguntas como essas já foram feitas por muitos na história. Até pelo próprio Filho de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;No período de maior angústia, Jesus clamou na cruz: Deus meu, por que me desamparaste? Eu também fiz a mesma pergunta após algumas tragédias que aconteceram nas últimas semanas comigo, meus familiares e amigos do Haiti. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;Tenho procurado nas Escrituras Cristãs a solução para esse problema que parece sem solução. E gostaria de compartilhar com você, nos próximos dias, o que tenho aprendido. Os ensinos da Palavra de Deus tem me confortado e assim como Jesus viu a luz entre as trevas e ressurgiu ao terceiro dia, aqueles que esperarem pela manifestação divina serão recompensados. &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Volto ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;comunicação divina &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;com essa reflexão. E convido você a refletir comigo também.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Queria desejar um feliz 2010 a todos. Mas acho melhor desejar um 2010 de bastante reflexão. Pois é a melhor coisa a fazer nesse momento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4697083005140906792?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4697083005140906792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/01/refletindo-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4697083005140906792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4697083005140906792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2010/01/refletindo-2010.html' title='Refletindo 2010'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4948638804056109586</id><published>2009-12-21T10:01:00.004-05:00</published><updated>2009-12-21T10:10:45.024-05:00</updated><title type='text'>O MILAGRE DA LUZ</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/Sy-PDddq3wI/AAAAAAAAAC8/doAZFl0sJ5Q/s1600-h/menorah-16020m.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/Sy-PDddq3wI/AAAAAAAAAC8/doAZFl0sJ5Q/s320/menorah-16020m.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417706166361448194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;N&lt;/span&gt;a última semana estava assistindo um programa na PBS (Public broadcast service), sobre o Chanukkah. Esse feriado ocorre agora em dezembro próximo do Natal. Chanukkah significa &lt;i style=""&gt;dedicação &lt;/i&gt;ou &lt;i style=""&gt;consagração.&lt;/i&gt; O feriado comemora o milagre do óleo nas lâmpadas do templo de Jerusalém por ocasião da sua rededicação no segundo século antes de Cristo (AC). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Os Judeus tinham acabado de vencer os Selêucidas na revolução dos Macabeus. E ao Antíoco IV Epifânio sair com suas tropas de Jerusalém, a cidade não possuía muitos recursos naturais. Quase tudo fora usado ou destruído na guerra ou tocado pelos invasores, o que tornava impuro para uso no santuário. Visto que o candelabro dentro do lugar santo do santuário não poderia se apagar, somente um milagre poderia deixá-la acessa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;De acordo com o Talmude Babilônico (&lt;i style=""&gt;shabbat 21&lt;/i&gt;) um pouco de óleo, não contaminado, fora achado e colocado na &lt;i style=""&gt;Menorah&lt;/i&gt; (o candelabro). Óleo que de acordo com a tradição duraria aproximadamente um dia. Porém um milagre ocorreu e a &lt;i style=""&gt;Menorah &lt;/i&gt;ficou iluminada por oito dias. Por isso eles celebram durante oito dias. De acordo com os judeus entrevistados no programa da PBS esta é a festa mais celebrada pelos judeus. Mais que o &lt;i style=""&gt;Yom Kippur &lt;/i&gt;(dia da Expiação) ou a &lt;i style=""&gt;Pesha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Um rabino ao refletir sobre a festa disse no programa que o milagre do óleo não é tão importante quanto a existência da nação de Israel. Nas ruínas do templo em Jerusalém ele disse que enquanto muitas nações apareceram e desapareceram Israel continua por 3500 anos. “Israel é a luz milagrosa de Deus.” É isso que os evangélicos dispensacionalistas americanos acreditam. O interessante é que o canal público dá espaço para esse tipo de interpretação e não para a visão adventista. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;É verdade que a sobrevivência Israel é um milagre. Mas a festa que mostra sua sobrevivência não tem nada haver com Antíoco, nem a Manorah. Mas com o &lt;i style=""&gt;Pesha &lt;/i&gt;e o &lt;i style=""&gt;Yom Kippur&lt;/i&gt;. O povo de Deus só existe por causa do Natal e não por causa do &lt;i style=""&gt;Chanukkah&lt;/i&gt;. A profecia de Daniel 9 mostra que foi o nascimento e morte do Messias que fez com que a aliança eterna entre Deus e Seu povo se cumprisse. Foi no período da semana da Páscoa que Cristo morreu. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;Foi com o nascimento e morte de Jesus Cristo que Israel recebeu vida.&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;A Bíblia ensina que a luz no santuário continua acessa. Jesus e Seu Espírito brilham no santuário celestial fazendo expiação pelos homens. E por ocasião do término da purificação do santuário predita por Daniel 8:14 Jesus virá a terra outra vez. Então sim, 8 dias de festa serão celebrados por Israel. É a festa dos tabernáculos, onde viajaremos até a Jerusalém celestial que brilhará para sempre sem &lt;i style=""&gt;Menorah &lt;/i&gt;pois o Cordeiro Pascal será sua luz. Essa é a comunicação divina do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Menorah.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4948638804056109586?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4948638804056109586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/12/o-milagre-da-luz.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4948638804056109586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4948638804056109586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/12/o-milagre-da-luz.html' title='O MILAGRE DA LUZ'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/Sy-PDddq3wI/AAAAAAAAAC8/doAZFl0sJ5Q/s72-c/menorah-16020m.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-7135260823238615967</id><published>2009-12-19T16:58:00.003-05:00</published><updated>2009-12-19T18:03:13.928-05:00</updated><title type='text'>Presentes na árvore</title><content type='html'>Árvores e presentes fazem parte do imaginário simbolismo do Natal. Nas lojas, na TV, nas casas, a decoração do Natal inclui várias coisas, mas esses dois sempre são os mais visíveis. Mas qual a relação entre árvore, presente e o nascimento de Jesus? Pois o Natal é a comemoração do nascimento de Jesus. É o aniversário de Deus.    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E por falar em aniversário, você já percebeu que tem gente que entra em festa de aniversário sem conhecer o convidado? Passam maior vergonha, não trazem presente e ficam desconfortáveis. Vem só para comer. Infelizmente, muita gente comemora o aniversário de Jesus dessa forma, como se fosse um intruso. Não conhecem o aniversariante e aparecem só para festejar.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para que você não seja um intruso na festa do Natal, vale à pena parar um pouco e refletir sobre o aniversariante e a relação entre o Natal, árvores e presentes. Para conhecer o aniversariante do dia a Bíblia é a melhor fonte de informação. O interessante é que poucos param para ler a Bíblia e por isso, não conhecem o aniversariante do dia 25 de dezembro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;blockquote&gt;Infelizmente, muita gente comemora o aniversário de Jesus dessa forma, como se fosse um intruso.&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O livro de São Mateus registra:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;deixá-la secretamente.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, &lt;b style=""&gt;porque ele salvará o &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;seu povo dos pecados deles&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;. (ARA 1:18-21)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Jesus nasceu para salvar o mundo dos pecados. Sem pecados não haveria nascimento de Jesus e nem Natal. A Bíblia conta que o pecado surgiu com Adão e Eva. Eles foram criados por Deus. Mas ao desobedecerem ao seu Criador eles morreram. A carta de I João capítulo 3 e verso 4 diz que o pecado é a transgressão da lei. Desobediência a Deus gera morte. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Porém, “&lt;i style=""&gt;Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu único filho para que todo aquele que nele crê não morra mas viva eternamente”. &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Foi por isso que Jesus nasceu, por que Deus amou o mundo que tanto o odeia. Deus amou os filhos desobedientes e rebeldes tomando sobre Si a culpa dos seus pecados. Deus morreu para nos dá vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;É aqui que entra a árvore e o presente no Natal. Jesus entregou Sua vida numa árvore. Foi numa cruz, num madeiro que o Filho do Deus eterno deu a vida por causa de sua culpa, por causa de minha culpa. Não num pinheiro cheio de luzes coloridas, mas numa rude cruz brilhou o Sol da Justiça. Ao sofrer a morte dos pecadores, Deus deu o maior presente já oferecido &lt;st1:personname productid="em qualquer Natal." st="on"&gt;em qualquer Natal.&lt;/st1:personname&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;O presente na árvore do Natal não é um carro, uma casa nem uma camiseta tão desejada. O presente da árvore de Natal é Jesus. Aqui está a ironia de história. O aniversário é de Cristo. O Natal celebra Seu nascimento. Porém, quem recebe o presente somos nós. Vida eterna é oferecida a todos aqueles que creem. Você crer?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Mas ainda há espaço para presentes na árvore de Natal. Paulo refletindo sobre o significado do Natal, disse “&lt;i style=""&gt;crucificado estou com Cristo, agora já não sou eu quem vivo mas Cristo vive em mim&lt;/i&gt;” (Gálatas 2:20). O maior presente que Jesus pode receber nesse Natal é nossa vida. A vida que Deus deseja, uma vida em conformidade com a Sua Palavra. Quando entregamos nossa vida a Jesus temos uma vida nova. Morremos para o pecado e nascemos de novo. Esse é o presente de Natal que podemos dar a Jesus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Bem diferente do que a televisão e as lojas nos fazem acreditar, Natal é sobre isso tudo que a Bíblia apresenta: pecado, perdão, Jesus e salvação. Não tem nada haver com consumismo, peru ou neve. Agora tudo faz sentido, árvore, presente, Natal e Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-7135260823238615967?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/7135260823238615967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/12/presentes-na-arvore.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7135260823238615967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7135260823238615967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/12/presentes-na-arvore.html' title='Presentes na árvore'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-3887811675219403471</id><published>2009-11-28T14:53:00.002-05:00</published><updated>2009-11-28T14:55:33.792-05:00</updated><title type='text'>em recesso</title><content type='html'>Entrei de recesso (de ações de graças) e tirei folga da net também. Porém essa semana volto com as atividades e novas idéias sobre comunicação divina...espero vc&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-3887811675219403471?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/3887811675219403471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/em-recesso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3887811675219403471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/3887811675219403471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/em-recesso.html' title='em recesso'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-5055358652068202699</id><published>2009-11-15T08:25:00.000-05:00</published><updated>2009-11-15T08:26:08.218-05:00</updated><title type='text'>Monólogos religiosos II</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ainda sobre o monólogo, escrevo agora para o indivíduo e não para um grupo. No texto anterior argumentei sobre o resultado do monólogo religioso em nível macro. Agora quero refletir sobre o seu impacto no nível mais pessoal. Qual o resultado do monólogo religioso entre Deus e eu?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Religião é um relacionamento entre a divindade e seres humanos. Mas assim como muitos relacionamentos hoje, esse também pode ser defeituoso. E uma das razões é o monólogo. Assim como no casamento a falta de comunicação/interação entre o casal pode trazer prejuízos, assim também a interação entre Deus e o homem depende de um diálogo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;A Bíblia apresenta que esse relacionamento entre Deus e o homem é possível. Ela ensina que essa comunicação é essencial para o desenvolvimento saudável do ser humano. Primeiramente Deus fala com o ser humano de “diversas maneiras” (Hebreus 1:1) e espera uma resposta, como em todo diálogo. Essa resposta vem através da oração, que é uma interação com o divino. Nesse aspecto muitos cristãos têm falhado pois tem esquecido que cristianismo é uma comunicação.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando esquecemos um das vias de interação o que era deveria ser diálogo se torna &lt;st1:personname productid="em monólogo. E" st="on"&gt;em  monólogo. E&lt;/st1:PersonName&gt; os resultados de um monólogo religioso são funestos. Quando apenas só Deus fala e o homem não responde adequadamente, esse ciclo é quebrado. E o mesmo ocorre quando a comunicação divina é esquecida. Pois como podemos responder corretamente algo que não sabemos do que se trata?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Cristianismo que enfatizam a resposta humana sem a revelação divina, estão no perigo se relacionarem com outra entidade espiritual ao invés do Deus da Bíblia. E cristãos que só recebem revelações divinas e não respondem corretamente serão em breve rejeitados. Assim como numa conversa que um não dá atenção para o que o outro fala. Seu término é uma questão de tempo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Portanto, se você deseja desenvolver um relacionamento saudável com Deus, receba a comunicação divina e interaja adequadamente a ela. Essa semana refletirei como fazer isso. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-5055358652068202699?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/5055358652068202699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/monologos-religiosos-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/5055358652068202699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/5055358652068202699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/monologos-religiosos-ii.html' title='Monólogos religiosos II'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6883510572158500162</id><published>2009-11-09T07:14:00.000-05:00</published><updated>2009-11-09T07:19:58.956-05:00</updated><title type='text'>Monólogos religiosos</title><content type='html'>Esse assunto de monólogos e diálogos tem mexido comigo. Principalmente o monólogo religioso. Se ditaduras políticas usaram o monopólio da comunicação, o que aconteceria com o Cristianismo se usasse o mesmo recurso de “persuasão”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro A cruz de Hitler, de Erwin Lutzer, o autor sugere como seria esse Cristianismo. Hitler usava forte recursos visuais, discursos longos e enérgicos que cativavam a multidão. Alguns historiadores registram que após o discurso Hitler desmaiava de exaustão como um médium. Suásticas e outros símbolos nazistas foram espalhados em toda Alemanha não dando espaço para nenhuma outra opção. Rádios, jornais, todos os meios de comunicação foram monopolizados. Apenas o partido nazista e sua filosofia era comunicada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se beneficiando do estado emocional frágil dos Alemães, pós I Guerra, Hitler apela para o emocional prometendo riquezas e segurança em detrimento da liberdade. As igrejas cristãs que adotassem a suástica e o estilo de vida nazista poderia continuar, porém quem não concordasse com o misticismo religioso nazista seria aniquilado. E foi isso o que ocorreu, minorias religiosas que mantiveram suas consciências firmes foram levados para o campo de concentração: testemunhas de Jeová, Judeus, Adventistas do Sétimo Dia, ciganos e outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cristãos que não foram perseguidos, aceitaram a filosofia de vida nazista. Eles não viram conflito entre a Bíblia e Hitlerismo. Porém o contraste é gigantesco. O que fez com que esses cristãos adotassem a suástica em suas igrejas? Muitas coisas é verdade. Mas gostaria de sugerir uma importante: religiosidade puramente emotiva como resultado de um monólogo religioso. Os cristão aceitaram facilmente a suástica pois cegados pela tragédia que viviam não distiguiram o certo do errado. Alem do mais, Hitler usava passagens bíblicas em seus discursos, o que tem de errado em aceitar aquele que poder nos tirar do buraco econômico social?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Religiosidade emotiva, não conversaram e analisaram as implicações de tal união entre a igreja e o estado. O que aconteceu? Está tudo nos livros de história para qualquer um ler. Ou nas igrejas que apelam para a emoção. Cristãos que colocaram (ou colocam) a prosperidade física superior a espiritual, e que se deixam levar por um discurso visual e belo. Ao invés de conversarem com Deus através da Bíblia e oração. Mas o que era belo se tornou num demônio. Por isso, cuidado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6883510572158500162?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6883510572158500162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/monologos-religiosos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6883510572158500162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6883510572158500162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/monologos-religiosos.html' title='Monólogos religiosos'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-7301295951769793996</id><published>2009-11-08T08:56:00.002-05:00</published><updated>2009-11-09T07:25:56.595-05:00</updated><title type='text'>Vamos conversar!?</title><content type='html'>Recentemente a autora do blogueiros cubanos foram perseguidos  por suas atitudes de liberdade: publicar textos na internet sobre a vida do cubano em Havana. Tenho escrito no comunicação divina que comunicação é essencial para o ser humano. Pois é através da interação que crescemos, e fomos criados para crescer. Mas sem comunicação o homem morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre porque comunicação é compartilhar vida. O uso da força, porém, talha a criatividade humana. Comunicação requer liberdade e quando forçamos alguém a receber e agir sem sua vontade a resposta não é espontânea. Isso gera uma comunicação defeituosa. Pois a informação de tal comunicação artificial não gera vida, mas o oposto. Ao aniquilar a criatividade de resposta espontânea, a liberdade humana também é anulada. Sem liberdade o ser é apenas um objeto refletor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés então de crescer e se moldar pelo processo de compartilhamento de vida, uma comunicação artificial forçada gera robôs. Muitos governos tentaram essa forma de vida. Usaram a comunicação artificial do monólogo. Removeram a criatividade e capacidade de resposta dos outros. Exemplos são fartos nos livros de história, Catolicismo da Idade Média, Feudalismo, Nazismo, Facismo, Socialismo, são alguns que geraram sociedades por tais métodos de comunicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As características de tais sociedades são perceptíveis. Líderes opressores, ausência de criatividade e liberdade de comunicação. Um pensamento autoritário dita a visão de mundo, seja ela certa ou errada. Nesse modelo social apenas um grupo diz o que é lei e obrigatório para todos e a verdade se torna relativa a uma casta. No passado pessoas sofreram pela falta de compreensão e tolerância de uma minoria autoritária que se achava no direito de dominar a comunicação de todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do registro histórico, ainda hoje grupos tentam monopolizar a comunicação e impor à força suas idéias. Alguns não usam a força física, mas intelectualmente anulam a participação e liberdade dos outros. Cientistas tentam forçar a crença na evolução. Igrejas usam a emotividade para deturpar o raciocínio lógico dos crentes. Ambos apelam para o emocional com seus argumentos dogmáticos sobre a realidade ao invés de dialogar. Sugiro que monólogo não é uma boa opção comunicativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso aprendi em Isaías 1:19: “vinde e conversemos, diz o Senhor...” Ao invés de impor nossa idéia e estilo de vida sobre os outros, que tal um diálogo?!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-7301295951769793996?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/7301295951769793996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/vamos-conversar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7301295951769793996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/7301295951769793996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/vamos-conversar.html' title='Vamos conversar!?'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-1488138115228354045</id><published>2009-11-04T07:05:00.003-05:00</published><updated>2009-11-04T07:10:09.015-05:00</updated><title type='text'>Impacto</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Comunicar é compartilhar vida. É transmitir quem eu sou para o outro. Através do compartilhamento de informações eu recebo não só a mensagem mas, o mensageiro. No texto &lt;i style=""&gt;monólogos e diálogos &lt;/i&gt;argumentei que comunicação só é efetiva quando existe a participação interativa de pelo menos dois seres. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Comunicação são sentimentos e idéias compartilhadas com outros. Essa interação modifica ambos os seres para sempre. Como duas cabeças que se chocam num jogo de futebol. O impacto de tão ação afetará os dois. Comunicação é impacto mental e niguém sairá ileso desse confronto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;A partir do momento que me comunico, compartilho meu caráter, minhas emoções e visão de mundo com os outros. Visto que a realidade é complexa, a multiplicidade de visões pode contribuir para uma melhor construção da realidade. A partir dessa interação os homens conseguem compreender melhor a realidade que o cerca. Ou o oposto pode ocorrer. Se recebo uma mentira e internalizo-a, isso afetará minha compreensão das coisas. &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Comunicação é impacto mental. E ninguém sairá ileso desse confronto.&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: left; font-weight: bold;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;É por isso que comunicação é essencial para a vida. O homem é um ser sociável. E para sobreviver no mundo ele precisa de companhia e interação. Algo importante para se entender é que não interagimos inteligentemente com seres inanimados. Não que não haja comunicação e influência na interação de seres vivos com objetos. Essa influência é maior que muitos realizam. Porém comunicação eficaz só é realizada mediante duas vidas. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando leio um texto então, não interagimos com as palavras somente, mas principalmente com seu autor. Não podemos conversar com letras num papel. Interagimos com seres inteligentes. A interação ocorre com o autor do texto, com seus sentimentos, idéias e visão de mundo que agora estão sendo incorporados por você. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;E cada pessoa possui uma visão de mundo. Uns acreditam em Deus, outras negam Sua existência. Essas crenças afetarão sua comunicação. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Devo sempre lembrar que toda vez que me comunico, seja via mídia primária (corpo a corpo), secundária (revista, livro), ou terciária (internet, televisão), existe alguém compartilhando sua visão de mundo comigo. E o resultado é que serei moldado por esse impacto. Me pergunto, qual modificado sairei após esse confronto de idéias? &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-1488138115228354045?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/1488138115228354045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/impacto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1488138115228354045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1488138115228354045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/impacto.html' title='Impacto'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4726748772855843062</id><published>2009-11-03T07:00:00.003-05:00</published><updated>2009-11-03T07:06:17.223-05:00</updated><title type='text'>Monólogos e diálogos</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;No texto &lt;i style=""&gt;como nos comunicamos&lt;/i&gt;, refleti sobre princípios de Comunicação apresentado por Baitello. Continuo a desenvolver algumas idéias a partir daquele texto. Baitello propôs que comunicação é a interação dos seres vivos. Ela é essencial para sua sobrevivência. O motivo de ser essencial, explicarei posteriormente ainda essa semana. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Apesar dessa definição de comunicação – interação de seres – poucos refletem sobre suas implicações. Ao interagir, um informa o outro. E para essa informação ser recebida, o receptor precisa estar sucetível/aberto para recebê-la. E então a partir da compreensão de tal mensagem responder adequadamente. Isso é um diálogo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Por exemplo, enquanto escrevo minha amorável esposa conversa comigo. Porém minha mente não está aberta no momento para me comunicar com ela. Minha mente está aberta recebendo outra informação e portanto, interagindo com outro ser/emissor. Quando ela pede uma resposta e não dou, ela fica chateada. Claro, não houve comunicação entre nós. Foi um monólogo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A diferença entre monólogos e diálogos é o resultado. Como uma piada que ninguém ri, e outra que dão gargalhada. A resposta é fundamental para a interação. Quando não internalizamos a informação, ela não nos influencia. Sem resposta podemos dizer que a comunicação não foi efetiva. Ou por parte de quem falou ou de quem deveria receber. No caso acima, a culpa foi minha, admito. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Lembremos que comunicação é uma mão dupla. Não monopolizemos a conversa. O resultado do monólogo é que não há interação de seres. E sem interação não há criatividade e comunicação. Você já percebeu que a televisão é um monólogo?! E muitas vezes a internet também?! O resultado é um bloqueio a criatividade humana, a resposta inteligente. Apenas recebemos, e como não precisamos responder consequentemente não refletimos sobre a informação captada. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Mentes passivas é a criação, ou melhor, &lt;i style=""&gt;descriação &lt;/i&gt;do ser humano que nasceu para ser criativo. Por isso, não seja passivo, interaja com esse texto e comente agora o que você achou dele.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4726748772855843062?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4726748772855843062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/monologos-e-dialogos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4726748772855843062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4726748772855843062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/11/monologos-e-dialogos.html' title='Monólogos e diálogos'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-8789363649356734854</id><published>2009-10-31T13:32:00.009-04:00</published><updated>2009-11-01T10:03:35.501-05:00</updated><title type='text'>Outono: alegria na morte</title><content type='html'>As folhas caem e meu queixo também. Minha surpresa é a reação das pessoas no outono. Inclusive a minha. Alegria, fotografias, êxtase em meio à bela paisagem colorida. A beleza é a cor diferenciada, a alegria está relacionada com a novidade da imagem que as árvores criam.     &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas por que as folhas estão caindo? Porque o clima está mudando. É um sinal que o frio está vindo ou já chegou. À medida que o clima esfria, as árvores vão fechando a transmissão de energia para as folhas. Semelhante ao nosso sistema circulatório, as árvores possuem um sistema que leva a seiva (semelhante a nossa glicose) para toda a árvore. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que acontece na árvore com o frio é que a produção de energia produzida nas folhas pára de ocorrer. O frio faz com que as folhas percam sua utilidade em produzir energia através da fotossíntese. A cor amarelada ou avermelhada é o resultado da falta de fotossíntese. Trocando em miúdos, outono e frio traz a morte das folhas, pois sua utilidade foi eliminada.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/Suyc9F0namI/AAAAAAAAACk/wYaxt2flw14/s1600-h/DSC00272.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 286px; height: 194px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/Suyc9F0namI/AAAAAAAAACk/wYaxt2flw14/s320/DSC00272.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398862626659199586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Então a alegria do outono e das cores é uma celebração da morte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Então a alegria do outono e das cores é uma celebração da morte, das folhas caindo, secando e deixando a árvore nua e seca. Quando as pessoas se alegram na morte da folha, essa alegria é passageira, pois elas não gostam do produto final, da conseqüência do outono. Apesar de não apreciarem as árvores secas, sem folhas, frias e sem sentimento, continuam a vida normalmente como se nada estivesse acontecendo. Mas mesmo que eles rejeitem, a morte chegará à porta de todas as casas, trazidas pelo vento do tempo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;E quando ela chega ninguém aprecia. Enquanto as folhas secas estão nas portas dos outros, a minha vida parece não ser afetada. Assistimos a morte e sofrimento de pessoas em filmes, novelas e tele-jornais sem mais nos comover. Mas não gostamos de pensar no sofrimento, nudez e morte em nossa casa. Rimos e batemos fotos das folhas mortas no jardim dos outros, mas não gostamos da sujeira que o outono pode causar em nosso quintal. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;As folhas de outono evidenciam que o frio virá, apesar do meu gosto, como brasileiro, ser o verão, e não o inverno de Michigan. E o frio traz morte. Climas frios produzem sociedades mais depressivas e não sociáveis. Mas o outono não é o fim. A morte das folhas é uma proteção das árvores contra o inverno. Quando o calor do sol aparecer novamente, elas reaparecerão trazendo vida à paisagem. É a vida após a morte, a primavera da vida. Isso me lembra um grupo de pessoas que se alegram na morte de Alguém... &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-8789363649356734854?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/8789363649356734854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/outono-alegria-na-morte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8789363649356734854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8789363649356734854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/outono-alegria-na-morte.html' title='Outono: alegria na morte'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/Suyc9F0namI/AAAAAAAAACk/wYaxt2flw14/s72-c/DSC00272.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-2442539644464534487</id><published>2009-10-29T19:35:00.004-04:00</published><updated>2009-10-29T19:40:41.336-04:00</updated><title type='text'>O que está por trás</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando escrevi o texto &lt;i style=""&gt;Mundo Normal &lt;/i&gt;(ver abaixo), pensei em alertar sobre a realidade da violência nas escola públicas. Mas não só isso, alertar a causa de tão circunstância. Circunstância essa que não tem melhorado, pois o caso da aluna expulsa da Uniban (ver link abaixo) mostra que a imoralidade e violência continuam presente em nossa sociedade.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Qual a causa? Alguns acham que é a falta de introspecção. Falta de meditação transcendental. Interessante que agora trazem o transcendente para solucionar o problema quando foi o abandono deste que gerou o caos que estamos vivenciando. Mas esse transcendente é de um caráter diferente.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O projeto é uma parceria entre a fundação do cineasta hollywoodiano David Lynch e da Secretaria estadual de Educação do Rio de Janeiro. A mesma que criou o debate do criacionismo. Esse que não foi aceito e gerou muita polêmica. Pois transcendente não se mistura com ciência. Como então agora o “transcendente” é trazido como método pedagógico de concentração?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A razão está na filosofia por trás disso tudo. A meditação transcendental é muito praticada no oriente e faz parte de religiões como hinduísmo e budismo. O objetivo da meditação é esquecer o mundo material e centralizar os pensamentos no eu (veja declaração de Cissa Guimarães em reportagem do G1- link abaixo). Egocentrismo e banimento da realidade material são fundamentais em tais religiões que acreditam na imortalidade da alma e na atemporalidade do transcendente. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para Buda assim como Platão, o mundo ideal é atemporal e não histórico. O que é isso, a nossa realidade material é ruim e dentro de nós há uma alma imortal que faz parte desse outro mundo transcendente dos deuses. Claro que a ciência hoje não acredita em deuses, mas aceitam muito bem o conceito. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por isso que focalizando no eu atemporal, e esquecendo da minha realidade histórica-material, o homem material supera suas deficiências temporais. Fraquezas como esquecimento, violência e falta de concentração. Isso soa muito bonito e com esse ponto em comum, a imortalidade da alma, vários “cristãos”, ateus, cientistas, pedagogos tem aceitado essa filosofia de vida. &lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas qual a comunicação divina nisso tudo. A Bíblia responde: nenhuma. Para o Deus bíblico-cristão não existe almas imortais dentro de nosso corpo mortal. Essa dicotomia é errônea. E qual o padrão para tal asserção, o relato da criação do homem em Gênesis 2. Mas claro, para a Secretaria de Educação do Rio e para os famosos esse tipo de transcendente não está na moda. E aí cada um escolhe seu transcendente. O que não entendo é porque então não deixaram os cristãos escolher nas escolas do Rio o transcendente da Criação da Bíblia? Terá isso uma razão transcendental? Acho que sim e a Bíblia também. Por enquanto acho que devo meditar nisso.&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Veja o projeto&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1360041-5606,00-RIO+QUER+LEVAR+MEDITACAO+A+MIL+ALUNOS+DA+REDE+PUBLICA+EM.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1360041-5606,00-RIO+QUER+LEVAR+MEDITACAO+A+MIL+ALUNOS+DA+REDE+PUBLICA+EM.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Caso Uniban e aluna com roupa curta: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1360027-5605,00-UNIVERSIDADE+TENTA+APAGAR+VIDEO+SOBRE+ALUNA+COM+ROUPA+CURTA.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1360027-5605,00-UNIVERSIDADE+TENTA+APAGAR+VIDEO+SOBRE+ALUNA+COM+ROUPA+CURTA.html&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-2442539644464534487?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/2442539644464534487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/o-que-esta-por-tras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/2442539644464534487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/2442539644464534487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/o-que-esta-por-tras.html' title='O que está por trás'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-1137797401520142988</id><published>2009-10-28T07:52:00.001-04:00</published><updated>2009-10-28T07:53:16.143-04:00</updated><title type='text'>Como nos comunicamos</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tenho lido alguns textos sobre comunicação do Norval Baitello Junior. Ele é professor de comunicação da Pontifícia Universidade Católica &lt;st1:personname productid="em São Paulo. No" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em São Paulo." st="on"&gt;em São Paulo.&lt;/st1:PersonName&gt; No&lt;/st1:PersonName&gt; texto &lt;i style=""&gt;a média antes das máquinas &lt;/i&gt;ele traz reflexões interessantes sobre a estrutura da comunicação. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Para Baitello, o homem é um ser comunicativo. Ele necessita se comunicar. Isso ocorre através da interação com o ambiente. Esse relacionamento possibilita a troca de informações objetivas e subjetivas com os demais seres. Relacionamento é fundamental para a sobrevivência dos seres. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Essa interação ocorre em três esferas, de acordo com Baitello. A primeira esfera comunicativa é através do uso de mídias primárias. Mídia é todo meio/objeto usado para transmitir informações. E o primeiro meio que usamos para interagir com o ambiente é o nosso corpo. Através dele nos expressamos, pela dança, pelos gestos, pelas “carretas”.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;“Impensável qualquer interação de um indivíduo com outros indivíduos sem o corpo e suas muitas e múltiplas linguagens”.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O segundo meio (mídia) é extra corpóreo. Talvez pela inquietude humana em se limitar ao tempo e espaço, o homem usa sua criatividade para extrapolar seus limites. Ele elabora máscaras para acentuar suas expressões faciais, a escrita para registrar sua fala. Ele cria outro meio para de alguma forma deixar sua marca por mais tempo. E não precisa mais está presente para comunicar seus desejos.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;A mídia terciária é a complexificação das anteriores. Extrapolando o limite do corpo e do tempo, essa comunicação requer um meio para transmitir e outro meio para receber. Como uma televisão. Um aparelho capta a imagem e transmite, mas outro aparelho tem que receber e ser ligado para comunicar a imagem. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esses conceitos básicos sobre comunicação são importantes e guiará alguns textos que escreverei sobre comunicação divina. Basta aqui dizer, que assim como a palavra escrita superou o tempo e o espaço do homem que as escreveu, vencendo até morte ao comunicar a vida do autor após seu desaparecimento, Deus é comparado com a Palavra no Evangelho de João. Quais as implicações? Concordando com Baitello, comunicação é essencial para a sobrevivência. Assim tais implicações podem ser eternas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-1137797401520142988?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/1137797401520142988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/como-nos-comunicamos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1137797401520142988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1137797401520142988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/como-nos-comunicamos.html' title='Como nos comunicamos'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-4794429151871912507</id><published>2009-10-22T10:06:00.003-04:00</published><updated>2009-10-22T10:08:51.544-04:00</updated><title type='text'>até agora. . .</title><content type='html'>Até agora foram só textos antigos. Reflexões sobre o cotidiano e a influência da sociedade da tecnologia nos nossos hábitos. A partir de amanhã, começo a escrever textos novos, fresquinhos. Sobre comunicação e nossa vida. Não perderá a característica de reflexão, mas acho que terá uma nova cara... aguarde, acesse e comente...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-4794429151871912507?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/4794429151871912507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/ate-agora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4794429151871912507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/4794429151871912507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/ate-agora.html' title='até agora. . .'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-1260362137817768123</id><published>2009-10-19T22:22:00.003-04:00</published><updated>2009-10-19T22:30:02.465-04:00</updated><title type='text'>??.com</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A internet pode ser o que você quiser. Bem pós-moderno. Cada um determina a sua realidade. Nos blogs é postado informações que vão de receita de bolo a jornalismo investigativo. No orkut as comunidades crescem a cada dia. São milhares. Centenas de mundos dentro de um único mundo, o da internet.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E a realidade criada por Yoñlu foi a da morte. No dia 26 de julho de 2006 ele enganou seus pais. Pois o mundo virtual não acaba com o certo e o errado. Possivelmente viciado em internet, Vinícius, seu nome real, escutava rock, lia Kafka, e era alienado do relacionamento fraternal. Tinha problemas de relacionamento. Era tratada por psiquiatras, por ser declarado superdotado. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Naquela quarta feira disse que faria um churrasco com amigos pois estava atraído por uma amiga. Mas o churrasco seria ele mesmo. Morreu asfixiado com o carvão queimando no banheiro. E o mais horrível da história. Falava o que iria acontecer na internet, e era até auxiliado a preparar o local da morte. Na net estava ainda todo o seu histórico real. Vinícios era Yoñlu. Tinha um blog que contava suas angústias e prazeres. Sua realidade era virtual e sua vida também.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De acordo com a revista Época de fevereiro, somente em 2005, quase cem pessoas suicidaram-se no Japão estimuladas pela internet. São jovens como Megan Meier que se suicidou após ter sido maltratada verbalmente por um personagem fictício da internet. Fico imaginando que tipo de pessoas a sociedade &lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:17;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;com&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;está criando. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Essa realidade criada por Vinícius mostra que mesmo com tanta informação, a internet não propicia felicidade. Mesmo com tanta tecnologia, o homem ainda está infeliz. Pois os Yoñlu da vida esquecem que a vida não está na virtualidade dos amigos de &lt;i style=""&gt;chat. &lt;/i&gt;Mas na confissão de um filho problemático a um pai compreensivo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas os pais estão muito ocupados e estressados com o trabalho. Com a Tv. Não tem tempo para conversas. Nem saber como está seus filhos. Os pais.com dão mais atenção as noticias.com que aos filhos. Criam seus próprios mundo &lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:17;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;com. E a cada mundo ponto com criado, o mundo real vai se distanciando. Tão perto mais tão longe. Tantos amigos adicionados no msn, mas nenhum com que contar para chorar no ombro, ou jogar bola. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;E Deus. Esse sim é mais esquecido ainda. Se nem o pai e mãe que está morando no mesmo teto está sendo considerado... Imagine o Deus do céu. Invisível. Mas o caos da sociedade.com começou com o abandono desse último. Se a civilização continuasse a considerar os conselhos divinos, o mundo&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:17;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;com&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;seria outro. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A Bíblia já ensinava que os pais deveriam gastar tempo com os filhos. Que o homem deveria descansar de seu trabalho no sábado. Lembrar que o Criador do universo está acessível a uma simples oração. E que Ele se preocupa tanto com o homem e suas angústias que veio ao mundo para morrer em lugar do pecador. Ela já ensinava que a maldade deste mundo é resultado do pecado e de Satanás. E que um dia Deus irá acabar com tudo isso e restaurar todas as coisas. Mas a Bíblia tem sido substituída pela criação humana. Desde os tempo modernos com o humanismo e racionalismo. E o resultado é morte.com. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se somente Vinícius tivesse escolhido um Jesus.com, uma Bíblia.com. Como a história seria diferente. Lembre-se que por mais determinador que você seja de sua realidade virtual, ela não muda uma coisa. A realidade do amor de Jesus por você e da angústia humana sem a presença de Deus. Cabe a você determinar qual &lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;.&lt;/span&gt;com &lt;/b&gt;será a sua página.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-1260362137817768123?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/1260362137817768123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1260362137817768123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/1260362137817768123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/com.html' title='??.com'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-6907323646536093898</id><published>2009-10-15T22:36:00.004-04:00</published><updated>2009-10-21T21:31:26.061-04:00</updated><title type='text'>MUNDO NORMAL *</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;NOTA DE ESCLARECIMENTO: Escrevi esse artigo para a ABJ notícias no ano passado no período da páscoa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de falar da paz, fraternidade, companheirismo. Todos através do sofrimento de um homem, não de uma menina. Aliás, foi a semana comemorativa da morte de Jesus. Mas em meio a barbárie como a de Grazi e as gangues escolares, tive que mudar de idéia. Pois acho que seria loucura falar de alguém que amou. Amor é coisa do passado. E acho que cristianismo também.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Era uma manhã normal de segunda, na escola estadual Guiomar Rocha Rinaldi, da zona oeste de São Paulo. Mais uma briga de alunos, como sempre ocorria. Mas agora entre meninas. Garotas de 16 anos. Uma era a turma da beleza, a outra a turminha “feia”. Os apelidos eram Fiona (namorada do Shrek), Tiffany (namorada do Chucky) e por aí vai. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tatiene, apelidade de Tiffany, do quarteto da beleza, teve sua mãe educadamente chamada de vagabunda. Palavra comum dos pancadões &lt;i style=""&gt;funk&lt;/i&gt;s da região. Silvana, a autora da frase, havia perdido sua mãe de câncer no Paraná e morava com sua irmã e namorado. Além disso, era mal-tratada na escola com apelidos pejorativos. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Após os tapas e arranhões costumeiros, Silvana fura a mão de Tatiane com um compasso. Irada, ela pega um pedaço de beliche que estava na rua, e começa a espancar sua colega de sala. “Fui arrepiando o pau nela”, pau que quebrou várias vezes nesse processo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dias depois, sem perdão, coisa de cristão, Silvana traz em sua garrafa de água R$0,80 de gasolina. Após trocas de olhares inflamados dentro da sala, a tocha acende &lt;st1:personname productid="em Grazieli. Pais" st="on"&gt;em Grazielli. Pais&lt;/st1:personname&gt; separados, tornada loira desde 3 anos pela mãe cabeleireira, tinha sua beleza como alto padrão. E agora para proteger o nome do quarteto da beleza compra à briga de sua amiga Tatiane. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Bate na cara dela, bate na cara da vagabunda, não vai arregar pra ela, Grazi.” Era a motivação dos adolescentes que colocavam lenha na fogueira. Após a briga fora da escola, Silvana joga a gasolina em Grazi e ateia com um isqueiro. Tatiane está na Febem feminina e Grazi sofre na UTI do Hospital das Clínicas de São Paulo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os diretores se eximiram da responsabilidade pois, o acidente foi fora da escola. A mãe de Rosa, a última do quarteto fantástico, avaliando o caso disse: “Se essa menina (Silvana) tem problemas, deviam ter chamado os parentes dela; não tem que ficar num colégio onde só tem criança normal.” Crianças normais!&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Um caramba! &lt;b style=""&gt;Se isso é normal, eu estou louco. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu que pensava que o normal era ter na escola um ambiente de integração social, de aulas amistosas, de companherismo. Onde a beleza exterior não importasse tanto. Alunos e professores motivando e ajudando-se dentro e fora de sala de aula. Mas acho que tudo isso é uma loucura. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ter um linguajar, puro, adequado, decente, é fora de moda. Acho que é loucura pensar em assistência psicológica para adolescentes que perderam a mãe e saíram de casa. É estranho falar de família com pai, mãe e filhos. Agora é pai, pai, ou mãe, mãe e talvez um filho, de outro. É “filosófico”, “utópico” acreditar que um compasso deve ser usado para estudar matemática, e construir um mundo melhor. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Que um pedaço de madeira deve ser usado para construir camas para desabrigados, e a gasolina deve ser usado em carros. É loucura. O normal e ver tocha humana, arrepiar o pau nela...E isso não acontece apenas &lt;st1:personname productid="em periferias. Na Universidade" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em periferias. Na" st="on"&gt;em   periferias. Na&lt;/st1:personname&gt; Universidade&lt;/st1:personname&gt; de Bloemfontein na África do Sul brancos urinam em prato de comida de negros. E a definição para essa normalidade é trote fora do controle. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se continuar do jeito que tá, onde a violento Bope é usado como exemplo empresarial, o linguajar &lt;i style=""&gt;funk&lt;/i&gt; é comprimento educado, onde professores e pais não se envolvem com seus meninos, vou ter que me internar num hospício para cristão. Pois lembrei das palavras de Paulo, que dizia que a mensagem da Bíblia era loucura para os que não aceitam. Mas acho que eu que estou ficando louco. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Pois a mensagem da cruz é loucura” &lt;i style=""&gt;I Coríntios 1:18&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;*Nomes foram mudados, menos o da Grazielli&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-6907323646536093898?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/6907323646536093898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/mundo-normal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6907323646536093898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/6907323646536093898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/mundo-normal.html' title='MUNDO NORMAL *'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-8990051648966861612</id><published>2009-10-12T13:15:00.001-04:00</published><updated>2009-10-12T13:16:41.964-04:00</updated><title type='text'>“Como vai você?”</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estava caminhando e pensando na vida, coisa rara hoje em dia, quando o diretor da universidade que estudei me perguntou: "Como vai você?" Assim como foi rápida sua pergunta foi também seu passo. Ele passou tão rápido que nem deu tempo de eu responder. Isso é tão comum, mas tão drástico. Muitos vivem ocupados demais para escutar a resposta dessa pergunta tão frequentemente perguntada. Talvez a pergunta mais feita todos os dias. E possivelmente a menos respondida. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Entramos no século XXI com mais tempo livre e ao mesmo tempo mais ocupados. Esse é apenas um dos paradoxos da nossa sociedade confusa. Contrastes como, a comunicação via internet. Nunca se teve tantos amigos, a lista do orkut é de 500, 700, mil “amigos”. E paralelamente a solidão é maior, comparado com anos atrás. Os depressivos e suicidas enchem os consultórios de psicologia e igrejas. Todos atrás de remédios rápidos para suas crises existenciais. Pois à medida que o tempo de trabalho diminuiu com a tecnologia a distância para com os outros aumentou. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Lembrei que no ano passado a população parisiense saiu às ruas para protestar contra o aumento da jornada de trabalho. Eles queriam um pouco mais de tempo “livre”. Queriam viver mais. O governo não aceitou o protesto e manteve o aumento. Enquanto que na França a média era de 35 horas semanais, no Brasil a jornada média de trabalho é de 44 horas. Mas é de se questionar o que eles fariam com esse tempo livre? &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Será que eles passariam mais tempo com a família? Ou se divertindo com os amigos? Acho que não. Na época das fábricas da revolução industrial, o trabalho ocupava cerca de quinze horas do dia. Hoje tem gente que trabalha sem sair de casa. As pessoas hoje dão mais valor as embalagens que ao conteúdo. As &lt;i style=""&gt;lan houses&lt;/i&gt; e academias enchem enquanto os centros de ensino e confraternização se esvaziam. É melhor investir em relacionamentos virtuais que reais. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não condeno o meu diretor, mas sua atitude me fez refletir. Será que ele teria tempo para escutar meus problemas? Ou será que temos tempo de responder um simples “como vai você?” Acho que não. Mas se não temos por que perguntamos? Fazemos porque é educado. É reação convencionada, rápida e sem reflexão. E a resposta? “Tudo bem.” Todo mundo responde assim. Só para não deixar &lt;st1:personname productid="em branco. Isso" st="on"&gt;em branco. Isso&lt;/st1:PersonName&gt; revela quais relacionamentos estamos criando. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um simples “como vai você?” diz muita coisa. Mostra que tipo de vida uma pessoa leva. Se pararmos para responder e valorizar as pessoas, teríamos uma sociedade bem diferente. Realmente, o poeta estava certo. “Não deixe tanta vida pra depois, eu só preciso saber, como vai você”.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-8990051648966861612?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/8990051648966861612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/como-vai-voce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8990051648966861612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8990051648966861612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/como-vai-voce.html' title='“Como vai você?”'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-5757486743457746857</id><published>2009-10-10T18:50:00.000-04:00</published><updated>2009-10-10T18:59:30.331-04:00</updated><title type='text'>Luz demais</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;Uma reportagem da &lt;i style=""&gt;National Geographic &lt;/i&gt;me fez refletir sobre o excesso de luminosidade e seus efeitos na vida do homem. Tudo começa com o conceito da luz e das trevas. No passado várias comunidades as consideravam sinônimas do bem e do mal, da vida e da morte. Isso porque durante o dia há claridade, visibilidade, e o homem e os animais realizam a maioria das suas atividades. Durante a noite é o contrário. As pessoas não conseguem ver completamente, as coisas ficam cobertas, e elas dormem. Desta última característica é óbvio o relacionamento com a morte. A inatividade, o descanso, é o oposto da vida e das realizações. Inclusive em muitas línguas antigas a palavra para morte e sono é a mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;Como o homem não está acostumado com a morte, com o tempo ele foi tentando vencer esse inimigo. Como a treva estava intimamente associada à morte, o homem começou a procurar meios de acabar com o escuro. A Bíblia, porém, diz que a luz deve reger o dia e as trevas a noite. Mas o homem insatisfeito com sua situação, quis acabar com a noite. O fogo, o sol e a luz se tornam símbolos em muitas culturas e religiões. Mas esses ainda eram meios limitados, não alcançavam todo o tempo e todo o mundo ao mesmo tempo. Mas a eletricidade e a lâmpada mudaram essa história. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;As cidades começaram a ficar cada vez mais iluminadas. Ninguém precisava mais ficar no escuro, nem ler um livro na dificuldade de uma mísera vela. Luzes cada vez mais potentes foram inventadas e colocadas em todos os objetos e lugares possíveis. Na rua, dentro de casa, na câmera digital, no carro, no celular...Quanto maior a cidade e mais “desenvolvida” e rica, mais luminosa será. Veja São Paulo e Paris via satélite a noite! Quem já sobrevoou ou viu na internet sabe o que estou falando. Uma massa luminosa enorme desafia as trevas e a noite. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Hoje as pessoas não precisam e não vivem mais no escuro. Parece que o desejo de viver para sempre, inato no homem, sobrepujou a morte. Mas o que vem ocorrendo é justamente o contrário. Pesquisadores da Califórnia andam estudando o efeito desse excesso de luminosidade sobre a natureza e o que eles têm descoberto pode ser uma surpresa para muitos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;Nós precisamos do escuro. A luz na noite tem modificado as plantas e os hábitos de muitos animais, que tem morrido com essas modificações. E o homem também tem sofrido com isso. Como?! É fácil entender. A noite foi feita para dormir, uma prova disso é que se o homem não descansar &lt;st1:metricconverter productid="7 a" st="on"&gt;7 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 9 horas por dia, com o tempo ele entra em colapso e doenças surgirão como stress, insônia, que causarão muitos outros problemas mortais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;E o que tem acontecido é que com o excesso de luminosidade, a sociedade tem ficado cada vez mais vidrada na luz da TV, da internet, luzes artificiais. Artificial é também o tempo de sono que eles têm ao trocar a noite pelo dia, pois o organismo não produz o hormônio do descanso na presença da luz durante o dia. Isso tem provocado uma geração impaciente, intolerante, estressada. Ao contrário do esperado, ao lutar contra a morte a o escuro iluminando tudo com o progresso científico, o homem não conseguiu vencer seu inimigo, mas foi vencido por ele. Só quem venceu a morte, foi Jesus, pelo menos é o que diz a Bíblia. E parece que ela está certa mais uma vez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-5757486743457746857?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/5757486743457746857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/luz-demais.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/5757486743457746857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/5757486743457746857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/luz-demais.html' title='Luz demais'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8591142052114863920.post-8270430113532084953</id><published>2009-10-10T18:46:00.001-04:00</published><updated>2009-10-10T18:48:00.323-04:00</updated><title type='text'>Em construção</title><content type='html'>Estou construíndo meu blog. E por enquanto, esse enquanto é o tempo que tenho disponível, vou colocar textos que já havia publicado no Unasp. Em breve atualizações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8591142052114863920-8270430113532084953?l=rodrigogaliza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/feeds/8270430113532084953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/em-construcao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8270430113532084953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8591142052114863920/posts/default/8270430113532084953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rodrigogaliza.blogspot.com/2009/10/em-construcao.html' title='Em construção'/><author><name>Rodrigo Galiza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03045163441570731644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/_iOmLL6V02LE/StEaP5XUw2I/AAAAAAAAABk/9_FAGXb2icE/S220/pl3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
